Menu
2020-04-14T07:45:11-03:00
Estadão Conteúdo
dados oficiais

China: exportações e importações têm queda menor que a esperada em março

Exportações chinesas caíram 6,6% na comparação anual de março, após terem baixado 17,2% no período de janeiro e fevereiro

14 de abril de 2020
7:44 - atualizado às 7:45
Indústria na China
Fábrica de automóveis em Linhai, cidade no nível do condado em Taizhou, província de Zhejiang. Leste da China. - Imagem: Shutterstock

As exportações e importações da China continuaram a cair em março, mas a um ritmo mais lento à medida que a atividade econômica do país começou a se recuperar das medidas adotadas para evitar a propagação ainda maior do novo coronavírus.

As exportações chinesas caíram 6,6% na comparação anual de março, após terem baixado 17,2% no período de janeiro e fevereiro, mostraram dados da Administração Geral de Alfândegas da China nesta terça-feira. Economistas consultados pelo Wall Street Journal projetavam um recuo de 15,9% em março.

Já as importações chinesas se retraíram 0,9% no mesmo intervalo - nos primeiros dois meses do ano, o declínio foi de 4,0%. A projeção era de queda de 10% em março.

O superávit comercial geral do país chegou a US$ 19,9 bilhões em março, comparado com um déficit de US$ 7,09 bilhões no período de janeiro e fevereiro e expectativas de um superávit de US$ 21 bilhões para o mês passado.

Especificamente no comércio com os Estados Unidos, as importações da China de grãos de soja, carne de porco e outros produtos agrícolas aumentaram acentuadamente no primeiro trimestre, à medida que os dois países implementaram um acordo comercial limitado, disse uma autoridade alfandegária nesta terça-feira.

Ainda assim, o comércio exterior como um todo da China com os EUA se contraiu na comparação com os primeiros três meses do ano passado devido à pandemia do novo coronavírus, afirmou o porta-voz da Administração Geral de Alfândegas, Li Kuiwen.

As importações totais da China melhoraram em março na comparação com os primeiros dois meses, disse Li, citando uma recuperação na demanda doméstica por bens de consumo e matérias-primas.

Comentários
Leia também
ENCRUZILHADA FINANCEIRA

Confissões de um investidor angustiado

Não vou mais me contentar com os ganhos ridículos que estou conseguindo hoje nas minhas aplicações. Bem que eu queria ter alguém extremamente qualificado – e sem conflito de interesses – para me ajudar a investir. Só que eu não tenho o patrimônio do Jorge Paulo Lemann. E agora?

Rapidinhas da semana

BLINK: Magalu ou ViaVarejo? Quem mandou melhor no 1º trimestre?

Felipe Miranda, sócio-fundador e CIO da Empiricus, fala sobre Magalu, ViaVarejo e muito mais no Blink

Virando a chavinha

Agibank traça estratégia para abandonar imagem de ‘financeira’

Banco gaúcho quer alcançar marca de 35 milhões de clientes em 6 anos

O melhor do Seu Dinheiro

O dragão à solta, Elon Musk, bitcoin e outras notícias que mexeram com seus investimentos

O temor com o retorno da inflação nos EUA, as falas de Elon Musk sobre o bitcoin, as ações de empresas em recuperação judicial e outros destaques da semana

Como vai ser?

Decisão sobre ICMS vai destravar ações, dizem especialistas

Cobrança continuará até que Receita seja autorizada a alterar sistema

Efeitos da reestruturação

CEO da Cogna afirma que ajustes feitos em 2020 já mostram primeiros resultados

Rodrigo Galindo cita margem Ebitda recorrente e prazo médio de recebimento de alunos pagantes como efeitos positivos

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies