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Grande importação de proteína animal feita pela China por causa da peste suína africana que dizimou os plantéis do país asiático fez a cotação da arroba do boi gordo atingir o pico histórico no fim do ano passado
A carne desbancou o tomate como o produto que mais subiu de preço nos supermercados do Estado de São Paulo no ano passado. Por vários anos, o tomate foi o vilão entre os itens com as maiores altas no varejo. Mas em 2019 foi o que mais caiu.
De janeiro a dezembro, o pernil suíno aumentou 52,15% e liderou a lista de alta, enquanto o tomate recuou 31,44% e encabeçou o ranking de baixa, segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para a Associação Paulista de Supermercados (Apas). Na média do ano de 2019, os preços dos produtos vendidos nos supermercados, não apenas os alimentos, mas também itens de limpeza doméstica e higiene pessoal, subiram 5,73%.
Entre as dez maiores altas registradas no ano passado, oito foram carnes e destas, sete bovinas e um corte suíno. A grande importação de proteína animal feita pela China por causa da peste suína africana que dizimou os plantéis do país asiático fez a cotação da arroba do boi gordo atingir o pico histórico no fim do ano passado.
Somado a isso, a desvalorização do real em relação ao dólar tornou as exportações mais rentáveis para os frigoríficos, que deram preferência para as vendas externas. O resultado bateu no bolso do consumidor que acabou tendo de desembolsar mais pela proteína animal.
Em 2019, as carnes bovinas como um todo subiram, em média, 30,15% e as carnes suínas, em geral, aumentaram 31,43%. Em seguida, vieram as aves, com avanço de 21,48% nos preços, e os ovos que ficaram 16,15% mais caros.
Thiago Berka, economista da Apas, traça um cenário mais otimista para as carnes neste início de ano. "A expectativa para a carne bovina é de queda de preço ao consumidor, entre 8% e 10%, por conta do recuo no valor da arroba do boi e nas exportações para a China", prevê o economista.
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Na vice-liderança do ranking das maiores altas de preços nos supermercados, apareceu outro alimento básico para o brasileiro: o feijão. O quilo do grão subiu 44%, em média, no ano passado. Outro vegetal que impulsionou a inflação foi o chuchu, com avanço de 31,88%.
Entre os dez produtos que registraram as maiores quedas de preço em 2019, sete são da categoria de Frutas, Verduras e Legumes (FVL), itens in natura que são tidos como básicos.
A pesquisa mostra que a comida foi a despesa que mais pesou no orçamento das famílias no ano passado nas compras de supermercado. Os preços dos alimentos subiram 6,75%, acima da inflação geral do setor, de 5,73%. Artigos de limpeza e de higiene pessoal subiram menos do que a comida e ficaram, em média, 2,47% e 4,60% mais caros, respectivamente, no mesmo período.
O impacto do alto custo da alimentação de itens básicos provocou estragos nas vendas do setor. De janeiro a novembro, o último dado disponível, os supermercados paulistas faturaram só 0,57% a mais do que em igual período de 2018, já descontada a inflação. Por conta desse resultado ruim, a expectativa de vendas para o ano fechado de 2019 - ainda não conhecida - caiu de 2,7% para 1,3%.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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