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Acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes, Bolsonaro citou como exemplo de bom desempenho a geração de novos empregos

Em conversa com apoiadores, o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira, 27, que o País resgatou a credibilidade internacional. Isso gerou, segundo ele, recomendação de compra da moeda brasileira e mostra que a economia está "dando certo". Acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o chefe do Executivo citou como exemplo de bom desempenho a geração de novos empregos.
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"O Brasil é um País que resgatou a credibilidade lá fora", disse ele.
O presidente atribuiu o desempenho econômico a atuação dos ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Agricultura, Tereza Cristina. "A prova tá aqui, brasileiro está vendo mais, está produzindo mais, mais emprego", comentou, durante interação com dois apoiadores que trabalham no setor de produção de soja. Sem entrar em detalhes, emendou: "Lá fora estão recomendando comprar Real."
"A economia está voltando em V como a gente achava que ia voltar", reforçou Guedes. "No mês passado, como disse o presidente, (foram) 250 mil novos empregos e 300 mil novas empresas", afirmou o ministro.
Os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados em setembro, indicaram a abertura líquida de 249.388 vagas de trabalho em agosto.
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Na conversa com apoiadores, Bolsonaro, no entanto, retomou críticas à política de isolamento, que, para ele, prejudicou empresas. "Empresas foram destruídas, aquela história do 'fica em casa'", disse. Ele destacou medidas da equipe econômica para combater os efeitos da pandemia da covid-19.
"Lembra que eu falava que tinha que tratar do vírus e da economia? E o pessoal dando pancada em mim e 'nhenhenehe'. Olha o problema aí. Se não é o trabalho da equipe econômica, auxílio emergencial, socorro micro e pequenas empresas, rolagem de dívidas de Estados", afirmou o presidente da República.
O presidente Bolsonaro também disse nesta terça que, se o setor produtivo da soja exportar todo o produto para o mercado internacional, poderá desajustar o preço do óleo da commodity.
De fato, o consumidor final tem se deparado com a alta dos preços do óleo no mercado interno, o que tem pesado inclusive nos índices de preços. No Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de outubro, divulgado na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta do óleo de soja foi de 22,34%.
Segundo o presidente, que se encontrará nesta terça à tarde com o setor produtivo da soja, liderados pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, a produção brasileira "tem de ficar um pouquinho (de soja) no Brasil". "Se não ficar, bagunça o preço do nosso óleo de soja aqui", disse ele, ao conversar com um trabalhador do setor de armazenagem de grãos e com um produtor rural, antes reunião do Conselho de Governo, no Palácio da Alvorada.
As cotações da soja têm subido no mercado internacional por causa de diversos fatores. Entre eles, está principalmente a forte demanda da China, que utiliza a oleaginosa na produção de ração animal para suínos. "O preço tá bom também né?", perguntou Bolsonaro ao grupo, para em seguida elogiar a ministra Tereza Cristina e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.
O encontro do presidente com o setor produtivo da soja deve ocorrer às 15 horas.
Na pauta, está prevista a discussão sobre a perspectiva para a próxima safra, mas o encontro ocorre em um momento que o preço da soja tem batido recordes e já provoca impacto na inflação dos alimentos. Participam da conversa também o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, além de representantes da Associação Brasileira de Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Cargill, Bunge, Amaggi Agro, entre outros.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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