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A Arezzo, rede de lojas de calçados femininos presente em boa parte dos shoppings brasileiros, abriu o capital na bolsa em 2011.
Se você buscar no Google, provavelmente vai encontrar a matéria que eu escrevi na época sobre o IPO da empresa. Eu inclusive estive na sede da antiga BM&FBovespa (atual B3) na manhã do toque da campainha que marcou a estreia das ações.
O IPO da Arezzo contou com uma demanda enorme do mercado. Diz a lenda que, durante as apresentações aos investidores, os estrangeiros quase caíram da cadeira quando viram os números sobre o consumo de sapatos pelas brasileiras.
Fundada há quase cinco décadas, a Arezzo se especializou em saber o que as mulheres de diferentes gerações desejam usar nos pés. Mas o curioso é que a empresa controlada pela família Birman começou como uma pequena fábrica de sapatos masculinos.
Nesta sexta-feira, a companhia anunciou o que talvez seja o maior passo — sem trocadilho — desde o IPO, com a aquisição da marca Reserva, por R$ 715 milhões. Com o negócio, a Arezzo passa a atuar também no segmento de vestuário masculino, feminino e infantil.
O mercado reagiu com euforia ao negócio, e as ações da empresa fecharam em alta de 16% no pregão desta sexta-feira. Conheça os detalhes da transação na matéria do Ivan Ryngelblum.
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