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Recebi uma chamada em vídeo de um amigo ontem, no meio da tarde, algo incomum diante do horário. Ao atender, lá estava ele fazendo graça com uma garrafa de champagne. O motivo da comemoração? Tinha acabado de comprar um apartamento.
O meu amigo já estava querendo se mudar há um certo tempo. Mas seu aluguel é barato, ele viaja muito e nessa vida louca de São Paulo pouco se fica em casa. Foi levando...
Até que veio a pandemia. Trabalhando de home office desde março, não conseguiu mais ignorar os defeitinhos do apartamento. Chegou a hora de se mudar.
Começou as buscas nos sites de classificados e a fazer suas contas. Enfrentou o primeiro dilema: comprar ou alugar?
Com o juro baixo, o preço do aluguel estava muito perto do valor da parcela do financiamento. Mas o que pesou mesmo a favor da compra foi algo que não se pode traduzir em números: o desejo de ter o seu próprio canto, decorado com a sua cara e poder ficar lá por quanto tempo quiser.
O coronavírus foi o gota d’água para muita gente que estava insatisfeita buscar uma nova casa. É mais um fator de estímulo para o mercado imobiliário, que tem conseguido sustentar as vendas mesmo em meio à crise.
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Na coluna de hoje, Ruy Hungria fala das perspectivas para o setor e das oportunidades de investimento não só para imóveis físicos, mas também para ativos na bolsa de valores.
• O Ibovespa chegou a superar os 100 mil pontos ontem, mas não conseguiu sustentar o patamar. O índice fechou em queda de 0,61%, aos 99.160,33 pontos. O dólar à vista recuou 0,21%, para R$ 5,33.
•O que mexe com os mercados hoje? Enquanto o exterior segue cauteloso com o avanço do coronavírus nos Estados Unidos, o investidor brasileiro aguarda a divulgação da inflação oficial de junho e dados do setor de serviços de maio. A expectativa é que os números mostrem uma recuperação da atividade, renovando as apostas na manutenção da Selic em 2,25% na próxima reunião do Copom. Na Ásia, as bolsas interromperam o rali visto na última semana e fecharam em baixa. Os índices futuros em Nova York operam em queda.
•[Live] Touros e Ursos, hoje, às 12h: eu e o Victor Aguiar estaremos ao vivo para comentar o que bombou na semana. Você pode acompanhar a transmissão no nosso canal do YouTube ou ouvir a versão em podcast no Spotify, Deezer ou Apple Music.
• O alinhamento dos astros está favorável para os investimentos em imóveis. Nosso colunista Ruy Hungria mostra como você pode aproveitar o bom momento e lucrar com o segmento mesmo sem comprar um apartamento.
• O coronavírus deixou um rastro de mortos, feridos e… falidos por onde passou. Veja a lista de empresas que não resistiram à pandemia.
•A CVC fará um aumento de capital de até R$ 301,740 milhões. Os recursos serão usados para fortalecimento do caixa da empresa e para viabilizar a venda de pacotes de viagem parcelada.
•As estatais brasileiras lucraram, juntas, R$ 109,1 bilhão em 2019, segundo o Ministério da Economia. A cifra representa um aumento de 53% em relação ao resultado do ano anterior.
•O Brasil chegou a 69,1 mil mortes por covid-19, segundo o Ministério da Saúde. O total de casos é de 1,75 milhão.
• Os dez fundos estrangeiros que se reuniram ontem com o vice-presidente Hamilton Mourão e alguns ministros levantaram cincos questões para melhorar o comprometimento do país com questões climáticas e de combate ao desmatamento.
• O presidente do STJ, João Otávio de Noronha, decidiu colocar Fabrício Queiroz em prisão domiciliar. O ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro é um dos focos de preocupação do governo.
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Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo