O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A reta final do ano costuma ser uma correria. É hora de comprar presente de Natal para a família, champagne para as festas de fim de ano, organizar o esquema de plantão da redação do Seu Dinheiro, arrumar a mala de viagem e revisar as comidas na geladeira para não deixar nada perecível para trás.
A lista de tarefas inclui também uma que vale dinheiro: entrar no programa da Receita Federal e simular a minha declaração de Imposto de Renda em 2021.
Ué, mas o IR não é só em março/abril?
Sim, a declaração começa sempre em março. Mas se você deixar para pensar nela só no ano que vem, pode se arrepender amargamente.
Eu mesma já passei por isso. “Descobri” tarde demais que ganharia uma restituição maior se tivesse aproveitado os benefícios da previdência privada. Perdi a chance de engordar a minha aposentadoria e pagar menos imposto.
É que os planos PGBL têm um benefício tributário bem atrativo para quem faz a declaração no modelo completo. Mas você precisa fazer o aporte antes de fechar o ano fiscal. Ou seja, tem que ser agora.
Leia Também
Respondendo sem rodeios à pergunta que recebo de muitos leitores e amigos: vale a pena aportar na previdência? Sim, vale, mas preste atenção nas regras.
O repórter Rafael Lara traz nesta reportagem os detalhes de como funciona o benefício tributário da previdência privada e como calcular o seu aporte ideal. Recomendo fortemente a leitura!
•O Ibovespa subiu 0,70% ontem, aos 116.636,18 pontos, com a aprovação no Congresso americano de um pacote fiscal de US$ 900 bilhões. O dólar avançou 0,76%, a R$ 5,1619, ecoando o aumento da percepção de risco fiscal com a iminência da votação na Câmara da PEC dos municípios.
• No fim da noite de ontem, a PEC não foi votada e isso deve trazer alívio ao mercado local. Hoje a bolsa também tem a influência positiva do exterior, que tem os principais pregões no campo positivo. A agenda do dia tem a divulgação de dados importantes, como o Caged e a dívida pública. Veja o que deve mexer com os mercados hoje.
•O Grupo Boticário captou R$ 1 bilhão em títulos de cinco anos vinculados a metas sustentáveis, em uma emissão coordenada pelo Itaú BBA. É a primeira operação do tipo no setor de beleza na América Latina e no mercado local de dívida.
•A Petrobras fechou um novo contrato de cinco anos de fornecimento de matéria-prima para a Braskem. Ele prevê a entrega de nafta petroquímica para a unidade de São Paulo e de etano e propano para a planta do Rio de Janeiro. Esse contrato sempre foi considerado um ponto sensível na relação das duas empresas.
•O Magazine Luiza anunciou o pagamento de R$ 170 milhões em juros sobre capital próprio aos acionistas. O mesmo tipo de provento foi informado também pela Unidas, que paga R$ 150,2 milhões.
• A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto de lei que institui novas regras para o mercado de câmbio. A iniciativa abre caminho para pessoas físicas terem contas em moeda estrangeira no Brasil.
• O Brasil tem 7,3 milhões de casos registrados de covid-19, segundo o Ministério da Saúde. O total de mortes chega a 188,2 mil.
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito