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Quando chega um pacote na portaria, recebo um whatsapp do porteiro “Dona Marina, chegou encomenda. Pode vir retirar”. Antes da covid, ele só interfonava. A mensagem no celular é uma pressão para que eu busque meu pacote imediatamente. Ao descer para a retirada, entendo o motivo da urgência: ele está praticamente sem espaço em uma sala abarrotada de encomendas.
A superlotação da portaria do meu prédio é só uma consequência da alta do e-commerce neste ano. Com a covid, muita gente deixou de fazer compras em lojas físicas e partiu para os canais online.
Não foi à toa que as ações das varejistas com boa presença no e-commerce tiveram um salto em 2020. E, por outro lado, os papéis das empresas de shopping apanharam.
Existe uma tese nos mercados que, após uma experimentação forçada do e-commerce, o brasileiro nunca mais fará compras do mesmo jeito.
Se continuar assim, acho que meu prédio terá que fazer uma reforma para aumentar a portaria.
Mas... será mesmo? Será que os shoppings vão ficar às moscas?
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O Ruy Hungria escreveu sobre isso na sua coluna de hoje. Ele faz uma análise da composição dos shoppings e dos motivos que levam o brasileiro a frequentar estes ambientes.
Mais do que um estudo comportamental do consumidor brasileiro, o Ruy faz uma análise se é uma boa aproveitar a “promoção” para comprar ações de shopping.
•O Ibovespa avançou 1,36% no pregão de ontem, para 101.917,73 pontos, influenciado pelo bom humor nos Estados Unidos, diante das expectativas de um acordo para um pacote de estímulos econômicos. Por aqui, o bom desempenho das ações dos bancos e da Petrobras ajudou. O dólar caiu 0,36%, para R$ 5,59.
•O que esperar dos mercados hoje? O clima está positivo nos mercados internacionais, com os bons resultados de bancos e montadoras na Europa e o debate civilizado nos Estados Unidos. A aprovação do primeiro medicamento para tratamento de covid-19 pela FDA, a agência reguladora de saúde nos EUA, também ajuda a aliviar a pressão sobre os ativos de risco. A maioria das bolsas de valores asiáticas fechou com sinal positivo, os mercados europeus operam em alta robusta e os índices futuros apontam para uma abertura com céu azul em Wall Street.
•A Tesla, Apple e Mercado Livre foram os BDRs mais negociados no 1º dia de mercado aberto a todos os investidores. Até quarta-feira (21), apenas investidores qualificados - com mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras - podiam comprar e vender BDRs não patrocinados.
• Beto Sicupira, sócio da 3G Capital, dona da Kraft Heinz, do Burger King e da AB Inbev, passou a deter uma participação de 9,9% no capital social da Light.
•O Banco Central informou ontem que 50 milhões de chaves já foram cadastradas no Pix. Até o momento, 762 instituições foram aprovadas e estão aptas a ofertá-la a seus clientes a partir de 16 de novembro.
•A Empiricus lançou um MBA de Análise de Ações em parceria com a Estácio. O programa prevê uma oferta de emprego com remuneração até R$ 25 mil ao melhor aluno.
• Quer dinheiro pingando na sua conta todo mês? Veja três ativos para ter uma renda extra além do salário.
• O governo federal anunciou ontem um programa para eliminação e simplificação de normas, batizado de Descomplica Trabalhista. Como primeiras medidas, foram revogadas 48 portarias trabalhistas consideradas obsoletas e criadas novas regras para as áreas de saúde e segurança rural. Leia mais detalhes aqui.
• A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público acionou o STF para pedir a suspensão imediata da tramitação da reforma administrativa. Deputados e senadores afirmam que não é possível analisar a proposta por falta de informações técnicas.
• O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, reforçou ontem que qualquer medida precisa seguir as premissas do ajuste fiscal planejado pelo governo para os próximos anos. Rodrigues apresentou um gráfico com previsões da equipe econômica para a trajetória do endividamento na década.
• O diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, afirmou ontem que as conversas sobre estímulos fiscais nos Estados Unidos continuam, mas com “divergências significativas” entre republicanos e democratas. Uns dos temas em discordância são seguro-saúde e dinheiro para imigrantes ilegais.
• O Brasil registrou ontem 24,8 mil novos casos de covid-19 e mais 497 mortes em 24 horas. O país soma 155.403 óbitos e 5.298.772 infectados.
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