Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Felipe Miranda

Felipe Miranda

Sócio-fundador e Chief Investment Officer (CIO) da Empiricus, é ex-professor da FGV e autor da newsletter Day One, atualmente recebida por mais de 2 milhões de leitores.

Exile on Wall Street

A vida é bela? Mesmo com o Plano Anti-Mansueto?

Cada vez mais, me preocupo com nossa moeda e nosso juro longo. Para o caso brasileiro, ao menos, Ray Dalio pode estar particularmente certo: “cash is trash”

Felipe Miranda
Felipe Miranda
14 de abril de 2020
11:04 - atualizado às 13:27
Bomba

Eu gosto do Roberto Benigni. Cláudio não gosta. Para mim, o Cláudio às vezes se confunde com o Ray Dalio da teoria psicanalítica, defensor de uma espécie de transparência radical. Um jeito de ser e estar no mundo em que se dispõe a encarar a realidade, tal como ela é, sem também magnificar as mazelas do dia a dia e afastando qualquer preconceito advindo de uma moralidade convencional, sob, deliberadamente, a epoché da fenomenologia, a suspensão dos julgamentos. Talvez Nietzsche estivesse certo: o valor de um homem pode ser medido pelo tanto de verdade que ele pode suportar.

Em sendo o caso, “A vida é bela” — o filme do Benigni em que um homem tenta proteger seu filho durante sua estadia em campo de concentração nazista, tratando o Holocausto como uma fantasia, algum jogo elaborado cheio de regras a serem seguidas — realmente perde parte do charme. Se você não ensina frustração a seu filho, pintando-lhe um mundo cor-de-rosa, como se vivêssemos na Disney, ele não estará preparado para enfrentar as adversidades da vida. A pretensa proteção precede a posterior fraqueza, a insegurança e a vulnerabilidade extrema. Dourar a pílula não muda seu conteúdo interno.

Eu gostaria de enxergar uma vida bela para os investimentos de risco neste momento. Mas seria certo? Não que isso queira dizer que eu enxergo uma vida não bela para os investimentos de risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Deixe-me qualificar um pouco melhor as coisas. 

Tenho tentado manter uma discussão um pouco menos superficial e maniqueísta sobre as coisas. O mundo não se divide em preto e branco, ultraconservador ou ultra-arrojado, 100% renda fixa ou 100% ações (ou até mesmo alavancado em ações). Defendo a necessidade de se manter uma ótica mais cautelosa e focada na preservação do capital em âmbito sistêmico, ao mesmo tempo em que se aproveitam oportunidades pontuais para ganhos de capital de longo prazo, em grande medida sob abordagem idiossincrática e microeconômica (não sistêmica). Em nenhum momento, essa aparente dicotomia representa um paradoxo. As duas coisas podem — e devem até — caminhar juntas. Com efeito, elas são complementares.

Vou rapidamente falar sobre minha postura cautelosa em relação aos ativos de risco em âmbito de risco, que se traduz na manutenção de uma possível posição recomendada inferior à nossa média histórica em ações (atualmente, posição líquida comprada em 11,75% da Carteira Empiricus) e numa alta exposição em dólar e ouro (30% do portfólio).

Destarte, lembre-se de que a Bolsa brasileira tem negociado com grande correlação frente às Bolsas internacionais. Isso não é uma hipótese ou uma elucubração, apenas observação empírica. Diante de uma crise global, somos guiados por referências globais. Não chega a ser surpreendente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Portanto, olhemos um pouco para os EUA. A verdade é que não enxergo uma assimetria muito convidativa, tampouco a margem de segurança necessária, para indicar uma posição muito grande em Bolsa americana — adianto: isso não significa que você não deve ter nada de ações dos EUA; o argumento é de que deve fazê-lo sob o devido “sizing” (dimensionamento adequado da posição; no caso, pequena) e com seletividade (tenho preferência por ações de tecnologia, mais capitalizadas, mais resilientes e prontas para sair da crise ainda mais fortes; boa combinação de risco e retorno).

Leia Também

Poderia sintetizar o ceticismo quanto a uma apreciação muito vigorosa de Wall Street a partir da seguinte argumentação: 

Nós não sabemos qual será o tamanho do impacto sobre a economia e sobre os lucros corporativos do lockdown atual — as estimativas apontam para uma retração da ordem de 30% no trimestre; a Goldman Sachs, por exemplo, projeta -35% e há quem estime até -40%. 

Talvez o leitor mais crítico pudesse apontar que isso é apenas um trimestre e não seria tão relevante para fins de avaliação de empresa (mais tecnicamente: o impacto de um fluxo trimestral num modelo de DCF seria pouco representativo). De fato, é um ponto interessante, mas que nos leva a outro questionamento: quando será a volta do lockdown? E de qual jeito? As empresas voltarão parcial ou integralmente? Quem voltará primeiro? Será que a hipótese de Neel Kashkari, do Fed de Mineápolis, faz sentido e teremos 18 meses de “rolling shutdowns”? Ou seja, sairemos para a rua, contaminaremos e imunizaremos parte da população e depois voltaremos para casa? Qual é o efeito dessas idas e vindas sobre a economia? Haverá uma segunda grande onda de contágio, tal como ocorreu com a gripe espanhola, ou chegará uma vacina a tempo?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E avancemos um pouco para o médio prazo, assumindo que já tenhamos superado a fase da crise humanitária e de saúde. Qual é o legado disso tudo? Sairemos com uma taxa de desemprego próxima a 20%, com um monte de empresas zumbis salvas pelo governo, mais endividadas e com redução da produtividade geral da economia. Como ter uma recuperação da economia, dos lucros corporativos e, portanto, um bull market consistente com 20% de desempregados, mediante tanta destruição de renda e de riqueza? Resolvemos a crise em 45 dias? Teremos um bear market agora tão diferente dos anteriores, sendo endereçado em três semanas e testando o fundo apenas uma vez? Ou esse seria apenas um bear market típico, com vários meses para se resolver a questão de fato?

Além disso, será que podemos mesmo já contar com a efetividade da Moderna Teoria Monetária? (Para dúvidas, ler o Day One de ontem.) Não haverá qualquer consequência da impressão ilimitada de dinheiro? Será mesmo que não estaríamos diante de um fenômeno de armadilha de liquidez e “japanização” do mundo, em que seremos condenados a viver com baixíssimas taxas de crescimento por razões estruturais (demografia e tecnologia), que resultam em altas taxas de poupança e nos levam à tal estagnação secular?

Por fim, claro, temos a questão do valuation. Nem precisamos sofisticar muito a coisa. Fiquemos com alguns heurísticas bastante simples. Não lhe parece, no mínimo, curioso o fato de que, mediante à segunda ou terceira maior crise (tanto faz) em mais de cem anos, o S&P 500 caia menos de 5% em 12 meses? Da minha parte, quando vejo o Ifix subindo nesse intervalo de tempo, tenho calafrios. O cenário para imóveis é hoje melhor do que fora há 12 meses, mesmo diante de uma crise dessas?

Vamos olhar de outro jeito. As estimativas de consenso, de acordo com o FactSet, hoje apontam para um lucro de US$ 152,81 para o S&P em 2020 e de US$ 178,03 em 2021. Isso implicaria um múltiplo de 18,3 vezes lucros para este ano e de 15,8 vezes para o próximo. Já seriam métricas superiores a qualquer outra recessão — a menor relação das recessões foi atingida na era Volcker, por conta dos juros altos, em 6 vezes; os mais altos foram vistos no bear market de 2002/03, em 14 vezes, enquanto a média os mercados de baixa de 1987, 1990, 2009 e 2011 viram P/Ls de 10 vezes. De novo, há algo tão especial nesse bull market para fazer os múltiplos serem tão superiores a todos os anteriores?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um olhar mais criterioso pode tornar as coisas piores. O consenso de lucros projetados para o S&P 500 engloba algumas estimativas que ainda não foram revisadas — em função de falta de tempo e também pela incerteza sobre o futuro da economia e dos lucros. Tudo aconteceu muito rápido e os analistas do sell side são tipicamente mais demorados do que o buy side. As atualizações mais recentes apontam para lucros inferiores a esse do consenso para o S&P, algumas delas em torno de US$ 120 para este ano (note que há ainda enorme incerteza sobre os lucros, dado que ninguém sabe como as coisas serão daqui para a frente). Em sendo o caso, estaríamos pagando nada menos do que 23,3 vezes para os lucros do S&P neste ano, algo sequer comparável a qualquer outro período de recessão. 

“Ah, mas é porque o mercado está olhando o lucro de 2021.” Mas qual lucro? Estamos projetando uma enorme recuperação sem a menor garantia de sua materialização. Justamente por conta da incerteza típica de recessões que demandamos múltiplos menores para comprar ações (maior prêmio de risco, visto de outra forma). Volto à pergunta inicial: como ter forte recuperação de lucros com 20% de desemprego?

Então, chegamos ao Brasil, que já entrou nesta crise com alto desemprego e em situação fiscal preocupante. Uma das coisas que sustentavam o prognóstico de bull market estrutural era a agenda de reformas fiscais que, adequadamente, o governo Bolsonaro vinha executando, dando continuidade ao trabalho iniciado por Temer. Agora, todos viramos keynesianos, sob o slogan populista de “nenhum brasileiro será deixado para trás”. Gastos extraordinários deveriam mesmo ser aprovados, diante da situação extraordinária vivida. Contudo, como lembra Friedman, não há nada tão recorrente quanto um gasto transitório do governo. O pior: aproveita-se de um cenário de extrema dificuldade para relaxar questões estruturais (sim, estruturais) de nosso acordo fiscal.

O tal “Plano Mansueto” aprovado ontem na Câmara é qualquer coisa menos o verdadeiro “Plano Mansueto”. Ao contrário, ele deveria ser batizado de “Plano Anti-Mansueto”. A proposta original era de dar socorro a Estados e municípios com importantes contrapartidas fiscais, que pudessem endereçar estruturalmente o problema do endividamento crescente. Aprovou-se justamente o oposto: um pacote de resgate sem qualquer contrapartida. É a subversão completa. Na minha opinião, uma afronta ao nome do brilhante Mansueto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cada vez mais, me preocupo com nossa moeda e nosso juro longo. Para o caso brasileiro, ao menos, Ray Dalio pode estar particularmente certo: “cash is trash” (caixa, em reais, pode ser uma grande roubada).

Por isso, tenho preferido vasculhar oportunidades pontuais e idiossincráticas, blindadas do ambiente sistêmico desafiador. Empresas sólidas, com balanço robusto, previsibilidade de resultados, management competente, margem alta, baixa alavancagem, alto retorno sobre capital investido, posição de reconhecida liderança setorial, com vantagens competitivas claras e altas barreiras à entrada. 

Se puder juntar a isso indicações de insiders (pessoas de dentro da companhia; não no sentido pejorativo da palavra insider) comprando, pode ser uma das melhores pistas de atratividade dos papéis no momento.

Acho que poucas vezes na minha vida vi uma 358 tão agitada quanto essa última. Aqui vai uma listinha bacana para servir de guia, de algumas que me chamaram a atenção: Minerva, com controlador comprando alavancado, com preços entre R$ 7,06 e R$ 8,14; Randon, com recompra de 13 milhões de ações (7,4% do float em seis meses); Cosan, com 2,97 milhões de ações em março — se somar buyback, dá 5,5% do float; Camil, com controlador comprando 420 mil ações ao preço de R$ 6,90; BTG, com buyback de 2,85 milhões de ações, Localiza, com recompra de 5,2 milhões de ações. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre Roberto Benigni e Woody Allen, ainda fico com o segundo. A vida pode não ser bela, mas ainda é o único lugar em que podemos comer um bife.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ruptura entre trabalho e vida pessoal, o juízo final da IA, e o que mais move o mercado hoje

19 de março de 2026 - 8:21

Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Ainda sobre hedge — derivadas da pernada corrente

18 de março de 2026 - 20:00

Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A corrida do Banco Central contra a inflação e o custo do petróleo, a greve dos caminhoneiros e o que mais afeta os mercados hoje

18 de março de 2026 - 8:18

Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como o petróleo mudou o jogo para o Copom e o Fed, a vantagem do Regime Fácil para as empresas médias, e o que mais move as bolsas hoje

17 de março de 2026 - 8:46

O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Do conflito no Oriente Médio ao Copom: como o petróleo mudou o jogo dos juros

17 de março de 2026 - 7:35

O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O Oscar para o melhor banco digital, a semana com Super Quarta e o que mais você precisa saber hoje

16 de março de 2026 - 8:17

Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros

VISÃO 360

A classe média que você conheceu está morrendo? A resposta é mais incômoda

15 de março de 2026 - 8:00

Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O Oscar, uma aposta: de investidores a candidatos, quem ganha com a cerimônia, afinal?

14 de março de 2026 - 11:01

O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O equilíbrio delicado da Petrobras (PETR4), o Oscar para empreendedores, a recuperação do GPA (PCAR3) e tudo mais que mexe com os mercados hoje

13 de março de 2026 - 8:13

Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais

SEXTOU COM O RUY

Número mágico da Petrobras (PETR4): o intervalo de preço do petróleo que protege os retornos — e os investidores

13 de março de 2026 - 7:11

O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O lado B dos data centers, a guerra no Oriente Médio e os principais dados do mercado hoje

12 de março de 2026 - 8:55

Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Petróleo em alta — usando dosagens para evitar o risco de uma aposta “certa” 

11 de março de 2026 - 19:57

Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade

ALÉM DO CDB

Prêmios de risco do crédito privado têm certo alívio em fevereiro, mas risco de algumas empresas emissoras aumenta

11 de março de 2026 - 14:39

Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar