🔴 TRÊS AÇÕES DE IA E O INVESTIMENTO QUE PODE MULTIPLICAR POR 42X EM 12 MESES – VEJA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

A coisa mais importante é…

Persigo uma coisa, obstinadamente: levar ao investidor pessoa física ideias para aplicar seu dinheiro tão boas ou até melhores do que aquelas anteriormente restritas aos profissionais

Como talvez o leitor mais treinado possa ter percebido, o título de hoje é uma cópia do livro homônimo de Howard Marks: “The most important thing” — e a cópia, como sabemos, é a maior das homenagens. A obra foi pessimamente traduzida para o português como “De zero a cem — 20 lições para investir nos mercados financeiros”. Vale a leitura. Alerta: não confundir com os genéricos “Do zero ao milhão” ou “Do mil ao milhão”.

Howard Marks tem um vício de linguagem, admitido por ele mesmo: “Quando me reúno com clientes, atuais e potenciais, me ouço dizendo repetidamente: ‘O mais importante é X’. Dez minutos mais tarde, afirmo: ‘O mais importante é Y’. Depois vem o Z. E assim por diante”. De repente, sem perceber, temos 20 coisas mais importantes.

Eu carrego a mesma mania. Hoje, porém, juro que quero falar sobre “a coisa mais importante” — pelo menos dos próximos dez minutos, claro. Aquela parada meio Titãs: "A melhor banda de todos os tempos da última semana”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A história começa assim…

Quando eu trabalhava em banco de investimento, saía todos os dias depois das 20h. Se você fosse embora antes do William Bonner aparecer na tela da TV para anunciar o Jornal Nacional, a turma toda da mesa se levantava para aplaudi-lo, numa tentativa pública de constrangimento. Bicho, antes das mesas de pingue-pongue no escritório, do cartão roxo e da geração mimimi, trabalhando para os “cowboys do mercado”, eu, escraviário, me sentia treinado pelo Capitão Nascimento — e a verdade é que não mata ninguém, viu?

Sempre achei aquilo um tanto ridículo, claro. Tanto sair depois das 20h, quanto o aplauso. Embora o trabalho em banco possa assumir, por vezes, ritmo frenético e exaustivo, a verdade é que boa parte da galera, para não ser constrangida por sair cedo, mata um tempão do período da tarde em cafezinhos, em encontros externos de trabalho com clientes (na verdade, aulas com o personal trainer, jogos de tênis com os amigos ou horários no salão de beleza) ou em reuniões altamente improdutivas com duração de três horas. Na Empiricus , instituímos que as reuniões não podem passar de uma hora; não há reunião produtiva além disso, de modo que algumas delas fazemos em pé. Se há reuniões mais longevas na sua empresa, investigue se isso não se dá por narrativas diletantes fora do tema e tentativas individuais de autopromoção, sem o devido foco.

Hoje, procuro sair cedo. Sou o primeiro a chegar (embora isso tenha piorado agora que o São Luís foi para o Ibirapuera) e um dos primeiros a sair também — o que não quer dizer que desligue depois disso. Vida pessoal e profissional se confundem para quem, por forças aleatórias e pelo mero transcorrer do curso da história, se transfigurou no “Felipe Miranda da Empiricus”. Dada a impossível dissociação até em âmbito semântico, estou ligado ao trabalho, mesmo que por laços não físicos e geográficos, até a hora de dormir. Do escritório, porém, dificilmente saio depois das 17h. 

Ontem, foi exceção. Fiquei umas 12 horas por aqui, contrariando um de meus princípios. Mais interessante, eu não queria sair de jeito nenhum, diante de um entusiasmo juvenil que me tomou de assalto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Explico.

Leia Também

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queima de estoque na bolsa: Ibovespa em queda, FII do mês e tudo o que você precisa saber sobre os mercados hoje

SEXTOU COM O RUY

O Ibovespa despencou 20%, chegou a hora de comprar? Esse estudo diz que sim, mas não qualquer tipo de ação

Ontem, José Galló, o mais que chairman da Lojas Renner (a verdade é que me faltam palavras para apresentá-lo, como se precisasse), esteve aqui para um bate-papo. A conversa vai ao ar resumida na sexta-feira, às 18h, no programa que apresento no Canal MyNews e depois será publicada na íntegra em nossas redes sociais.

Como era de se esperar, foi uma aula de empreendedorismo, varejo e, ainda mais importante, sobre a vida. Fora o orgulho de descobrir que ele assina e acompanha a Empiricus, algo em particular me tocou de sua fala: “Felipe, em todos esses anos, a geração de valor ao acionista da Renner não mudou. Continua o mesmo princípio. O que mudou foi a forma de encantar o cliente. Essa é a coisa mais importante: como você encanta seu cliente”. 

No fundo, é só e tudo isso, sabe? Essa é a questão a ser perseguida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Noutro dia, almocei com um dos principais gestores brasileiros de ações, alguém que admiro há mais de década como investidor e também empreendedor. Preservo sua identidade só por não saber se ele mesmo se sente à vontade com a publicidade, dado seu perfil discreto. Ele sintetizou a coisa de uma forma brilhante: “Foque na geração de valor para seu cliente. É isso que traz valor pro equity a longo prazo”.

A XP só se tornou a XP porque o cliente dela está em situação muito melhor do que estava dentro dos bancos. Há os problemas e os conflitos, claro — e sempre haverá, porque o mundo real não é feito da platonizada perfeição, ainda que isso seja de difícil admissão pelos nossos gurus de autoajuda (halo effect: uma crítica pontual não contamina o geral). Mas, no fim do dia, gerou (e gera) valor para o cliente. Ponto final.

A Magazine Luiza se tornou a referência de e-commerce justamente porque gera valor para o cliente, na experiência de compra e na logística. Há algo mais especial nesse caso, porque gera valor para o lojista também — e vai gerar cada vez mais agora com concessão de crédito. 

A Natura voltou a ser queridinha do buy side local e buscou valuations maiores porque vai gerar valor sobretudo na logística de Avon, que era péssima, ao integrar as operações. Ao estourar o guidance de sinergias e fazer margem de Avon convergir para Natura no momento em que consultora parar de promocionar muito porque resolveu logística e problema de estoque, o mercado vai levar pro preço cada vez mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De todos os livros que li sobre empreendedorismo e administração de empresas, meu favorito é o do Phil Rosenzweig. Em “Halo Effect”, há em todo momento uma espécie de fio condutor, que busca responder à pergunta: “O que define a alta performance empresarial?”.

Ele cita uns duzentos estudos diferentes sobre o tema, passando por cases de Harvard, Fortune, Jim Collins e outros gurus incontestáveis — todos eles, na verdade, cheios de furos. Julgamos as companhias pelos seus resultados, em vez de irmos na raiz de suas variáveis explicativas. Se uma empresa vai bem, ela tem um bom líder, sólida cultura e pessoas engajadas. Ora, será que não seria o contrário: as pessoas estão engajadas porque a empresa vai bem e elas estão bem remuneradas e vendo um futuro brilhante para si mesmas?

A esta altura, estou convencido de que a alta performance empresarial está umbilicalmente ligada à capacidade sistemática de gerar valor para o cliente e encantá-lo. Portanto, se você procura ações de empresas vencedoras no longo prazo, tente identificar aquelas com essa característica. Se a Disney lhe passou pela cabeça, acho que você está no caminho certo.

Em seu livro, Phil Rosenzweig procura resumir a performance empresarial em duas coisas basicamente: estratégia e execução. Estratégia seria, em síntese, aquilo que você faz diferente de seus rivais. Nada além disso. Ou, em outras palavras, alinhadas ao que estamos falando aqui, qual é a sua — e de mais ninguém — proposta de valor ao cliente? E a execução seria a maneira com que você persegue na prática a estratégia, com critérios objetivos e, se possível, mensuráveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se você é um analista ou investidor com abordagem bottom-up, essas questões precisam estar, dia e noite, na sua cabeça.

Não poderia encerrar de maneira diferente: qual é a proposta de valor da Empiricus? O que fazemos de diferente do resto para gerar valor aos nossos clientes/assinantes?

Persigo uma coisa, obstinadamente: levar ao investidor pessoa física ideias para aplicar seu dinheiro tão boas ou até melhores do que aquelas anteriormente restritas aos profissionais, de forma não conflitada e feita pela melhor e mais completa equipe de especialistas do Brasil.

Podemos ter vários e vários defeitos, como, de fato, temos. Cometemos e cometeremos muitos erros. Mas, no geral e com grande folga, aqueles que assinaram nosso conteúdo estão em situação muito melhor do que aqueles que não assinaram. Os resultados mostram que geramos consistentemente valor para nossos assinantes. Pode até ter sido sorte, mas aconteceu: geração tangível de valor. Ponto final.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como empreendedor, é isso — e nada além disso — que me faz dormir tranquilo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem mostra uma bola de futebol entrando na rede de um gol, com gráficos de ações e mercado financeiro na frente 3 de novembro de 2026 - 8:34
Colagem com grãos de café, violão, prato de arroz com feijão, palmeiras e o Pão de Açúcar ao fundo. 2 de novembro de 2026 - 9:45
2 de novembro de 2026 - 9:14
Taça metálica tombada sobre a mesa, com líquido vermelho derramado, em um salão decorado com velas e estandartes vermelhos. 1 de novembro de 2026 - 8:00
30 de outubro de 2026 - 8:46
Escudo metálico bloqueando um gráfico de candlesticks vermelhos em queda sobre fundo azul. 30 de outubro de 2026 - 7:21

SEXTOU COM O RUY

O cenário para a bolsa brasileira mudou; saiba como se preparar

30 de outubro de 2026 - 7:21
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 28 de outubro de 2026 - 19:30

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Moro num Brasil tropical e trôpego, mas moro no Brasil

28 de outubro de 2026 - 19:30
Ressaca no mercado de ações. 27 de outubro de 2026 - 8:59

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Não precisa ser assim: Ibovespa junta os cacos da ressaca eleitoral

27 de outubro de 2026 - 8:59
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 27 de outubro de 2026 - 7:10

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

O choque passou pela bolsa, mas o veredito virá do fiscal

27 de outubro de 2026 - 7:10
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 26 de outubro de 2026 - 8:21
weg wege3 ações balanço 23 de outubro de 2026 - 6:03
Imagem da palavra SELIC seguida do símbolo de porcentagem e uma moeda de R$ 1 21 de outubro de 2026 - 20:00

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Na média, continua tudo meio igual

21 de outubro de 2026 - 20:00
21 de outubro de 2026 - 8:44
Fundo de céu claro com bandeira da França com rachadura no meio 20 de outubro de 2026 - 7:33
19 de outubro de 2026 - 8:28
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar