O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O alinhamento de algumas variáveis macroeconômicas abriu uma janela específica de oportunidades para o Brasil crescer como plataforma exportadora. Isso pode beneficiar especialmente três ações da bolsa.
Olá, seja bem-vindo ao nosso papo de domingo sobre Aposentadoria FIRE® (Financial Independence, Retire Early).
Costumo dizer que conjunturas são, por definição, passageiras.
Num projeto de aposentadoria precoce, que se estende por anos a fio, você vai necessariamente navegar por algumas delas.
Do “Fim do Brasil” ao “Novo Governo Temer”, cada um desses cenários pede uma combinação diferente de ativos.
Inclusive, os ativos que performam muito bem numa conjuntura, tendem a não sustentar seu ritmo quando passamos por alguma mudança de paradigma.
Neste momento, vivemos uma conjuntura particular.
Leia Também
O alinhamento de algumas variáveis macroeconômicas nos abriu uma janela específica, que batizamos de “Brasil Modelo Asiático”.
A seguir, te explico do que se trata, e comento sobre três ações que nossa equipe identificou, com alto potencial de ganhos neste cenário.
Dos tempos de faculdade, que nem faz tanto tempo assim, me lembro das aulas de história econômica.
Inclusive, parabéns ao pessoal da FEA-USP pela nova grade de economia, quem me dera ter dito mais aulas de Python e programação, do que história econômica.
Mas, voltando… me lembro das aulas sobre "Brasil, plataforma exportadora".
Na época, meu professor enumerou diversas intenções históricas de posicionar o país como um motor de exportações, mas a conclusão era sempre a mesma: política pública obstruída pelos quatro cavaleiros do apocalipse:
O eterno país do futuro.
O mais interessante é que no Brasil, os cavaleiros sequer precisam se unir para proclamar o fim da história.
Dois deles sempre foram suficientes para tocar o terror.
Reféns de um desequilíbrio estrutural para as variáveis macro (síndrome do cobertor curto), o Brasil não conseguiu sustentar competitividade global em nichos fora da agricultura.
Se o agro é tech, pop e sei lá mais o que, a nossa indústria é a cara da sofrência, sempre vítima da próxima crise, e carregando o boneco do pato em manifestações na Av. Paulista.
Pior: enquanto tentava desviar do incansável fogo amigo, nossa indústria assistiu de camarote os concorrentes asiáticos decolarem.
Foram eles que assumiram o protagonismo na corrente de comércio mundial, sobretudo na década de 90.
Mesmo hoje, os “tigres asiáticos” não mostram sinais de baixar a altitude de voo.
Felizmente, da mesma maneira que retornos passados não implicam garantia de resultado futuro, prejuízos passados não são uma promessa do eterno fracasso.
A estrutura de impostos brasileira continua atrapalhando bastante a competitividade da nossa indústria, mas juros, câmbio e inflação passaram a jogar a nosso favor.
Por incrível que pareça, essa conjuntura representa uma plataforma exportadora para chamarmos de nossa.
Com isso, perceba, não estou insinuando que o Brasil será a próxima Coreia do Sul.
Mas simplesmente temos uma conjuntura a nosso favor. Ou melhor, em favor da nossa indústria.
Se ainda nos faltam o choque de educação básica que transformou a Coreia do Sul ou o salto de produtividade que inseriu definitivamente a China no mapa global, ao menos contamos hoje com os juros baixos e com o inesperado impulso de um câmbio depreciado.
De repente, dois dos cavaleiros do apocalipse vestiram-se para a ressurreição.
Como eu disse, não é a primeira vez que isso acontece na história brasileira.
Contudo, é a primeira vez que ameaça acontecer de forma sustentável, sem que os juros baixos ou o câmbio depreciado tenham brotado da assinatura de um decreto qualquer, passível de ser rasgado pela realidade.
De repente, o perigo é darmos certo.
Trata-se de um modelo que merece apostas sérias, dado que vem tendo enorme sucesso nos países asiáticos, na Alemanha, e pode também encontrar algum grau de sucesso por aqui.
Nossa equipe se aprofundou em diversas ações que possuem alto potencial de se beneficiar da plataforma do “Brasil Modelo Asiático”.
Três empresas se destacaram por oferecerem um conjunto de:
Duas dessas ações já foram reveladas aos membros do nosso Empiricus FIRE®, e a última delas estará disponível na próxima terça-feira.
Deixo o convite para você conhecer, sem compromisso, o Empiricus FIRE® e se aprofundar nessa tese de investimentos. Custa apenas R$ 5 por mês e o cancelamento é grátis em até sete dias.
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro