🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Virando o jogo

Reviravolta: dólar cai e Ibovespa fecha em alta com ‘namoro’ entre Maia e Bolsonaro e atuação do BC

Sinais de alívio nas tensões políticas, somados à postura mais firme do BC no câmbio e à menor aversão ao risco lá fora, fizeram o Ibovespa subir mais de 1% e derrubaram o dólar a R$ 5,81

Selo Mercados FECHAMENTO Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O destino dos mercados brasileiros nesta quinta-feira (14) parecia selado já durante a manhã: as turbulências no cenário político doméstico, somadas ao tom hesitante visto no exterior, fizeram o Ibovespa abrir em queda firme e jogaram o dólar à vista a R$ 5,97 — e nada parecia capaz de reverter esse quadro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que, ao longo da sessão, começaram a surgir algumas notícias mais favoráveis aos investidores: por aqui, o Banco Central atuou no câmbio ainda durante a manhã, trazendo algum alívio ao dólar; lá fora, o humor dos mercados globais melhorou durante a tarde, dando mais suporte aos ativos domésticos.

O impulso final veio do tão tumultuado cenário político: sinais de reaproximação entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, após um longo período de atrito entre os dois, injetaram mais ânimo na bolsa e no câmbio — e o resultado foi uma reviravolta no panorama negativo visto durante a manhã.

Indo aos números: o dólar à vista bateu os R$ 5,9718 na máxima do dia (+1,20%), cravando um novo recorde nominal em termos intradiários. Ao fim da sessão, contudo, a moeda era negociada a R$ 5,8193, em baixa de 1,38%.

Já o Ibovespa tocou os 75.696,95 pontos pouco depois da abertura (-2,67%), indo às mínimas desde 27 de abril. Mas, dada a melhoria no cenário doméstico e global, o índice se fortaleceu e fechou nas máximas do pregão: 79.010,81 pontos, em alta de 1,59%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa recuperação vista no câmbio e no dólar foi fruto de uma acumulação de fatores ao longo do dia. Assim, é mais fácil dividir a sessão em etapas — e a primeira delas ocorreu ainda durante a manhã.

Leia Também

Qual o limite para o dólar?

Desde a semana passada, muito tem se falado do dólar à vista chegando aos R$ 6,00. Afinal, o Copom sinalizou que a Selic poderá cair a 2,25% na próxima reunião, enquanto o Fed diz que não vai mais reduzir os juros — um cenário que estreita ainda mais o diferencial nas taxas entre os países.

E, de fato, o BC parecia não estar se importando tanto com a escalada da moeda americana: nos últimos dias, a autoridade monetária fez apenas intervenções pontuais no mercado de câmbio. A percepção de que a inflação está bastante controlada também contribuía para a percepção de que o dólar alto não era problema para o banco.

Só que, nesta quinta-feira, o BC resolveu usar seu arsenal de maneira mais efetiva assim que o dólar à vista tocou os R$ 5,97: convocou imediatamente um leilão extraordinário de swap cambial de até US$ 1 bilhão. A postura surtiu efeito e afastou o dólar das máximas, embora não tenha feito a divisa virar ao campo negativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, a bolsa continuava no campo negativo e caminhava para a quarta sessão de perdas, andando lado a lado com as bolsas globais: lá fora, os mercados acionários da Europa e dos Estados Unidos operavam em baixa, refletindo a postura mais cautelosa dos investidores.

Esse cenário, contudo, começaria a mudar durante a tarde.

Espaço para o otimismo

Logo depois do almoço, as bolsas americanas começaram a reduzir as perdas e, ainda no meio da tarde, viraram ao campo positivo — o Ibovespa acompanhou em parte esse movimento, zerando as perdas e passando a flutuar perto do zero a zero.

Mas não houve um grande catalisador para essa mudança de rumo lá fora. Trata-se mais de um movimento de ajuste e correção, considerando as perdas recentes nas bolsas — e as notícias de que há esforços mais intensos para a reabertura das economias da Europa e dos EUA surge como pretexto para os compradores atuarem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso não quer dizer, no entanto, que o clima esteja melhorando de maneira concreta no exterior. As declarações dadas ontem pelo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, afirmando que uma recessão mais forte ainda está porvir no país e descartando a adoção de juros negativos, elevaram a aversão ao risco entre os investidores.

E mesmo a reabertura econômica é fonte de estresse, considerando que a China e outros países asiáticos começam a registrar novos casos do coronavírus — assim, cresce o temor quanto a uma 'segunda onda' da doença na região e a um fenômeno semelhante no Ocidente.

Ou seja: tivemos um dia de volatilidade típica dos cenários mais nebulosos — o que não impediu o Dow Jones (+1,62%), o S&P 500 (+1,15%) e o Nasdaq (+0,91%) de fecharem em alta.

Aqui no Brasil, o Ibovespa ainda precisava de mais um empurrão para se firmar em alta — e ele veio de Brasília.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alívio político

Já na reta final da sessão, os investidores comemoraram um sinal de alívio nas tensões políticas: o presidente Jair Bolsonaro teve uma reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e ambos deram declarações mais amenas depois do encontro.

Bolsonaro disse ter 'voltado a namorar' com Maia, afirmando estar tudo bem entre os dois; o presidente da Câmara, por sua vez, disse ser necessário 'encontrar pontos' que os unem.

Essa mudança no discurso foi o estímulo que faltava para os mercados brasileiros: o Ibovespa ganhou força na meia hora final da sessão, terminando o dia com ganhos de mais de 1%; o dólar à vista se firmou em queda, após quatro dias em alta.

O mercado de câmbio ainda contou com mais uma ajuda do BC: pouco depois das 16h00, a autoridade monetária voltou a atuar, mesmo com a moeda americana longe das máximas — e, desta vez, foi convocado um leilão à vista de dólares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, após um começo de sessão particularmente ruim, o Ibovespa e o dólar conseguiram virar o jogo e, ao menos por hoje, tiveram um alívio.

Juros em baixa

A melhoria no cenário para os ativos domésticos e o alívio visto em Brasília fizeram as curvas de juros fecharem em baixa, acompanhando a recuperação vista no câmbio e na bolsa:

  • Janeiro/2021: de 2,65% para 2,64%;
  • Janeiro/2022: de 3,64% para 3,66%;
  • Janeiro/2023: de 4,90% para 4,84%.

Agenda cheia

No front corporativo, diversas empresas que fazem parte do Ibovespa reportaram seus números trimestrais desde a noite de ontem. Em destaque, apareceu Azul PN (AZUL4), em baixa de 5,61% — a empresa fechou o período com um prejuízo líquido de R$ 6,1 bilhões.

Já Via Varejo ON (VVAR3) apresentou uma reação tímida ao balanço trimestral: a ação teve baixa de 1,31%, após a companhia reverter o prejuízo reportado há um ano e encerrar os primeiro três meses de 2020 com lucro líquido de R$ 13 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outras companhias que integram o índice, como GPA Ultrapar, também divulgaram seus números — veja aqui um resumo dos resultados.

Confira abaixo as cinco maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira:

CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
CSNA3CSN ON8,39+11,57%
UGPA3Ultrapar ON15,00+11,28%
ELET3Eletrobras ON22,72+9,81%
CMIG4Cemig PN8,59+8,46%
CYRE3Cyrela ON13,63+8,26%

Veja também as maiores quedas do índice no momento:

CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
SULA11SulAmérica units37,87-6,91%
PCAR3GPA ON59,90-6,26%
SUZB3Suzano ON47,54-6,03%
AZUL4Azul PN11,60-5,61%
IRBR3IRB ON7,04-4,99%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar