O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Outro ponto negativo levantado pela XP é que a cobrança de tarifas em um cenário em que os bancos tradicionais precisam competir com fintechs e novatos cada vez mais agressivos é complicada já que desgasta experiência do cliente
Ontem (27), o Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou uma medida que irá limitar em 8% ao mês os juros do que especial cobrado pelos bancos. Além de estabelecer um teto, o BC também passou a permitir que os bancos cobrem uma tarifa pelo saldo não utilizado do produto oferecido aos clientes.
A decisão, que deve entrar em vigor em 6 de janeiro de 2020 e afeta apenas pessoas físicas, pode ser um sinal negativo para os bancos e também para os clientes. Pelo menos é o que acreditam os analistas da XP Investimentos, que veem com preocupação o tom regulador de intervenção no crédito. A nova medida deve pesar contra as ações dos bancões nesta quinta-feira. Fique de olho!
No caso da introdução do teto para as taxas que hoje giram em torno de 12,4%, os analistas acreditam ser uma mudança negativa pois reduz uma margem significativa para os bancos.
Já a cobrança sobre o limite não utilizado é uma revindicação das instituições de longa data e tem a capacidade de agregar maior receita, mas ainda assim é um ponto negativo. Em um cenário em que os bancos tradicionais precisam competir com fintechs e a fuga de clientes para instituições novatas cada vez mais agressivas, o relacionamento que já anda complicado pode ficar ainda mais desgastado.
"Acreditamos que a cobrança de tarifas deteriora ainda mais a experiência dos clientes, principalmente por pensarmos que a cobrança de tarifa sob saldo não utilizado seja mais elástica do que a cobrança de juros sob saldo utilizado", completa o relatório.
Além de colocar um teto para os juros do cheque especial, que passa a ser de 8%, o governo também permite que os bancos cobrem uma tarifa pela disponibilização de limite de cheque especial. A medida é válida para limites de créditos de até R$ 500.
Leia Também
Caso o limite disponível ultrapasse a cifra, poderá ser cobrada uma tarifa mensal de até 0,25% sobre o valor que exceder R$ 500. A tarifa deverá ser descontada do valor devido a título de juros de cheque especial no respectivo mês.
Para os contratos em vigor, a incidência de tarifa só será permitida a partir de 1 º de junho de 2020. O banco ou instituição financeira deve comunicar ao cliente a incidência das tarifas com 30 dias de antecedência.
Em suas audiências no Congresso, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, já havia comentado sobre a alta rentabilidade do cheque especial. Segundo ele, o produto representa cerca de apenas 1% da carteira dos bancos, mas responde por cerca de 10% da margem líquida de juros.
O Banco Central informou que o objetivo é tornar o produto mais "regressivo", ou seja, penalizar menos aqueles com menor poder aquisitivo, maiores usuários do serviço. O BC também afirma que essa é uma medida de caráter específico, "por ser o cheque especial um produto com características singulares que não favorecem a competição entre as instituições financeiras".
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação
O ganhador ou a ganhadora do concurso 3611 da Lotofácil pode dizer que viveu na pele uma história que só acontecia no cinema — até agora; demais loterias (11) sorteadas ontem acumularam.
Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país
Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar
“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC
Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.
Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos
Apesar de não ser tão extravagante quanto a residência principal do bilionário, o imóvel tem várias características de luxo
O deputado acrescentou que, sob sua presidência, a Câmara não colocará em votação nenhuma proposta que altere o modelo atual de independência do BC
Na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o ministro avaliou sua gestão na Fazenda, rebateu o ceticismo de investidores, defendeu a autonomia do BC e comentou o caso Master, exaltando Gabriel Galípolo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
Mesmo com sinais de arrefecimento da inflação, Gabriel Galípolo afirma que mercado de trabalho forte e salários em alta exigem cuidado extra com cortes na taxa básica
A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores.
Nos últimos cinco anos, a queda do consumo de vinho foi de 22,6%. O último ano positivo foi 2020, início da pandemia, quando o isolamento obrigou muitos argentinos a ficar em casa