Menu
2019-04-03T17:47:20-03:00
Estadão Conteúdo
Visita presidencial aos EUA

Tereza Cristina se reunirá com chefe do USDA e espera retomar comércio de carne

EUA mantêm restrição ao embarque da carne bovina in natura brasileira, mesmo após governo e iniciativa privada atenderem as exigências norte-americanas

18 de março de 2019
12:05 - atualizado às 17:47
Ministra da Agricultura, Tereza Cristina
Tereza Cristina, ministra da Agricultura do governo Bolsonaro. - Imagem: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem um encontro agendado na terça-feira, 19, com seu correlato nos Estados Unidos, o chefe do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o secretário Sonny Perdue. A representante brasileira tem a expectativa de resolver um imbróglio que se arrasta há dois anos. "Vou pedir para retirar a suspensão das importações de carne bovina", disse a ministra ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) na manhã desta segunda-feira, 18.

Os embarques da carne bovina in natura brasileira aos Estados Unidos foram suspensos, em 22 de junho de 2017, por problemas sistêmicos e, a partir de então, tanto o governo quanto a iniciativa privada fizeram as modificações necessárias para atender às exigências norte-americanas, mas até hoje os EUA ainda mantêm a restrição.

O ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi fez inúmeras investidas para tentar reverter o embargo desde que ele foi imposto. Já em 2017, um mês depois da decisão dos norte-americanos, Maggi chegou a se reunir com Perdue e anunciou, na sequência, que o embargo seria retirado em um prazo de até 60 dias, o que não aconteceu.

Representantes do setor sugerem atitude protecionista por parte dos norte-americanos, já que uma série de exigências solicitadas pelo país já teria sido atendida pela indústria brasileira e, mesmo assim, sem o efeito esperado.

As importações brasileiras de carne bovina in natura para os Estados Unidos não eram expressivas em volume, no entanto, esse comércio é considerado um selo de qualidade para o produto brasileiro. O aceno dos norte-americanos facilitaria, por exemplo, o acesso do Brasil ao Canadá e ao México. Em 2017, o Brasil vendeu 14 mil toneladas do produto para os norte-americanos, frente as 213 mil toneladas para a China, no mesmo período.

Tereza Cristina acompanha a comitiva do presidente Jair Bolsonaro nesta semana nos Estados Unidos.

Comentários
Leia também
INVISTA COMO UM MILIONÁRIO

Sirva-se no banquete de investimentos dos ricaços

Você sabe como ter acesso aos craques que montam as carteiras dos ricaços com aplicações mínimas de R$ 30? A Pi nasceu para colocar esses bons investimentos ao seu alcance

COLUNA DO JOJO

Como Jojo Wachsmann investiria o prêmio de R$ 1,5 milhão de Juliette, campeã do BBB21

CIO da Vitreo conta como alocaria uma carteira diversificada, segura e rentável com o prêmio do maior reality show do Brasil

Vai e vém

Demanda por crédito no Brasil cai 11% em abril, mas sobe 231% em 12 meses

Oscilação do índice medido pela Neurotech é atribuída a sazonalidade

Rapidinhas da semana

BLINK: Magalu ou ViaVarejo? Quem mandou melhor no 1º trimestre?

Felipe Miranda, sócio-fundador e CIO da Empiricus, fala sobre Magalu, ViaVarejo e muito mais no Blink

Virando a chavinha

Agibank traça estratégia para abandonar imagem de ‘financeira’

Banco gaúcho quer alcançar marca de 35 milhões de clientes em 6 anos

O melhor do Seu Dinheiro

O dragão à solta, Elon Musk, bitcoin e outras notícias que mexeram com seus investimentos

O temor com o retorno da inflação nos EUA, as falas de Elon Musk sobre o bitcoin, as ações de empresas em recuperação judicial e outros destaques da semana

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies