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Na última sexta-feira, falei aqui no Seu Dinheiro sobre como a decisão de Donald Trump de taxar ainda mais produtos chineses parecia fazer parte de um jogo de pôquer, em que o presidente dos Estados Unidos pegava pesado nas negociações com a China como uma espécie de “blefe” para fazer o Federal Reserve baixar os juros.
O autor da analogia (e da análise) foi o meu colega Eduardo Campos, que bem observou: para quem não é muito de pôquer, também dá para pensar que o jogo da guerra comercial lembra uma partida de truco.
Confesso que pelo tom do presidente americano, gosto mais dessa segunda comparação. Pois bem, se pensarmos que, na semana passada, Trump gritou “truco” ao impor novas taxas, agora ficou parecendo que os chineses resolveram elevar a aposta e pediram seis.
Uma forte desvalorização da moeda da China, o yuan, derrubou os mercados nesta segunda-feira e levou o dólar de volta para as alturas. A moeda americana chegou a valer mais do que sete yuan, patamar que não era visto há uns dez anos.
Como Pequim consegue intervir diretamente no preço da sua moeda, Trump acusa os chineses de forçarem a desvalorização do yuan para tornar seus produtos mais baratos e, consequentemente, driblar a tarifação.
O governo do gigante asiático nega e diz que a desvalorização se deve a forças de mercado. Mas como o Edu bem disse na semana passada, os chineses jogam um jogo próprio, o Mahjong.
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No Twitter, Trump tratou não só de elevar o tom contra a China como também chamou o Fed na chincha: “Isso se chama manipulação cambial. Você está ouvindo Federal Reserve? (sic)”
Por aqui, o Ibovespa chegou a perder o patamar dos 100 mil pontos, mas fechou aos 100.097 pontos, com queda de 2,50%, seguindo as bolsas americanas. Já o dólar fechou acima de R$ 3,95. O Victor Aguiar conta tudo sobre essa “maré vermelha” nos mercados, criada pelo mais recente episódio da guerra comercial.
Apesar de muitos gestores e analistas estarem otimistas com a bolsa brasileira, há um forte sentimento de pé atrás com a guerra comercial, que é um dos principais riscos para os mercados no momento. A Bruna Furlani compareceu hoje a um evento exclusivo para investidores com os principais gestores de fundos do país, e trouxe um pouco das impressões cautelosas dos representantes da Ibiuna e da Kapitalo Investimentos. Vale a pena a leitura!
Se para os mercados acionários o dia foi de tempestades e furacões, para o bitcoin a segunda-feira foi de sol e céu de brigadeiro. A criptomoeda deu um salto de quase 10% ao longo do dia e já retornou, em reais, ao patamar do início de julho, mês em que amargou perdas. Será que em agosto o bitcoin vai terminar no azul?
Pela manhã a Caixa anunciou o calendário dos saques do FGTS, conforme noticiamos nesta newsletter. Agora à noite é hora de você conferir as novidades do Pasep. O Banco do Brasil anunciou a data de liberação de R$ 4,5 bilhões em créditos do fundo. Se você é um dos mais de 1,5 milhão de cotistas que esperam por essa grana, vale a pena conferir os detalhes dessa notícia.
Para quem chegou agora no mundo dos investimentos, os atritos e as polêmicas entre Trump e o presidente do Fed, Jerome Powell, podem acender um sinal amarelo. Mas esse tipo de conflito entre o presidente dos Estados Unidos e o guardião do dólar já aconteceu diversas outras vezes na história. E ninguém melhor para contar sobre isso do que o mestre Ivan Sant’Anna, que traça um paralelo entre as relações dos presidentes de banco central e os chefes do executivo nos Estados Unidos e no Brasil. Leitura boa para encerrar o seu dia!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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