🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

na ponta do lápis

Estatais federais pagaram R$ 16,3 bi em dividendos para a União até setembro

Resultado dos nove primeiros meses do ano já é 40% maior do que todos os dividendos pagos em 2018, de R$ 11,6 bilhões

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
20 de dezembro de 2019
15:02 - atualizado às 17:11
Banco do Brasil - Imagem: Shutterstock

As estatais federais já pagaram R$ 16,3 bilhões em dividendos para a União neste ano, de acordo com informações do Ministério da Economia. O valor foi desembolsado pelas cinco principais empresas - BNDES, Banco do Brasil, Caixa, Petrobras e Eletrobras. O resultado dos nove primeiros meses do ano já é 40% maior do que todos os dividendos pagos em 2018, de R$ 11,6 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse resultado ainda pode aumentar até o fim do ano, afirmou o secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do Ministério da Economia, Fernando Antonio Ribeiro Soares. "São dividendos estruturais, que vêm de resultados efetivos das empresas, decorrentes de reestruturação, ajustes, corte de custos e desinvestimentos", comentou.

A soma de dividendos de janeiro a setembro também supera todo o valor pago nos anos de 2015, 2016 e 2017, respectivamente R$ 14,5 bilhões, R$ 3,7 bilhões e R$ 7,4 bilhões. Esses recursos entram no caixa do Tesouro Nacional e ajudam a reduzir o déficit primário.

Os aportes da União ao conjunto de estatais, por outro lado, atingiram o menor valor desde 2012. Até o terceiro trimestre, foram R$ 1,5 bilhão. Há sete anos, foram R$ 700 milhões. Os dados integram o Boletim das Empresas Estatais Federais do terceiro trimestre.

Os cortes, aliados aos desinvestimentos - vendas de subsidiárias -, contribuíram também para a redução do endividamento do conjunto das empresas federais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O pico, em 2015, foi de R$ 544 bilhões, valor que caiu para R$ 325 bilhões no terceiro trimestre deste ano. De acordo com Soares, a maior contribuição veio da Petrobras, que tem apostado na venda de ativos para reduzir a dívida e privilegiar a exploração de petróleo em águas profundas.

Leia Também

A venda de subsidiárias elevou o lucro das companhias. O resultado líquido no terceiro trimestre das cinco maiores estatais atingiu R$ 85,192 bilhões, ante R$ 50,207 bilhões no mesmo período do ano passado. As estatais dependentes ainda não fecharam seus resultados para o período. "É claro que o mercado como um todo está crescendo, mas tem muita coisa boa sendo feita nas estatais, o que justifica também esse resultado", disse Soares.

Um dos maiores alvos das políticas de corte de custos, o número de empregados do conjunto de estatais federais também caiu. No terceiro trimestre deste ano, o contingente era de 481.850, ante 496.412 em 2018. O pico foi em 2014, quando havia 552.856 funcionários, e desde então o número cai ano a ano.

"Continuamos firmes no trabalho de enxugamento de pessoal", disse Soares. Nos últimos três anos, a despesa com pessoal caiu tanto em termos nominais quanto reais, e os reajustes salariais também ficaram abaixo da inflação - exceto aqueles aprovados em convenções coletivas ou determinados por decisões judiciais. "O objetivo é efetivamente reduzir as despesas com pessoal, e não tirar pessoas", afirmou Soares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Receita de Dividendos ao Tesouro

O Tesouro Nacional prevê arrecadar R$ 20,8 bilhões em dividendos de empresas estatais em 2019, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira, 20, pelo órgão. Praticamente metade desse resultado (R$ 9,5 bilhões) virá do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que mudou sua política de dividendos este ano para pagar à União o máximo permitido, dada sua condição financeira.

O valor das receitas com dividendos é o maior dos últimos anos e retoma patamares de 2014, quando foram arrecadados R$ 18,9 bilhões na esteira da necessidade da União de engordar o caixa e evitar o descumprimento da meta fiscal. Na época, o governo fez um "esforço" que resultou no aumento dos repasses de dividendos pelas empresas, muitas vezes em detrimento de manter recursos em caixa para fazer investimentos.

Neste ano, o governo também contou com a ajuda de dividendos para desbloquear recursos do Orçamento em meados de 2019. Até outubro, segundo dados do relatório mensal do Tesouro, já foram recebidos R$ 15 bilhões em dividendos.

Mas os integrantes da área econômica ressaltam que hoje as políticas de dividendos das estatais são mais saudáveis, garantindo que o repasse seja feito até um limite.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pela lei, empresas abertas são obrigadas a repassar no mínimo 25% do lucro líquido aos acionistas. Geralmente, no início do ano, as empresas pagam dividendos referentes ao lucro líquido do ano anterior, após fechar os resultados, mas a legislação permite antecipações parciais num mesmo ano.

No caso do BNDES, por exemplo, o banco aprovou uma política interna de dividendos que limitou o repasse à União a 60% do lucro líquido. O pagamento também deve observar o gerenciamento de riscos de capital.

Além do BNDES, os demais bancos públicos e a Petrobras também são grandes fontes de dividendos este ano. Pelas estimativas do Tesouro, a Caixa deve pagar R$ 4,8 bilhões até o fim do ano, enquanto o Banco do Brasil, R$ 3,7 bilhões. Já a Petrobras deve repassar à União R$ 1,3 bilhão.

Valor patrimonial

O recorde de dividendos acompanha a melhora no resultado das empresas estatais. Além disso, essas companhias tiveram um aumento no seu valor patrimonial, que chegou a R$ 319 bilhões no ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O valor volta ao patamar de 2014, quando estava em R$ 314 bilhões, antes da crise econômica e do auge das investigações da Operação Lava Jato que atingiram em cheio a Petrobras. Em 2015, esse valor caiu a R$ 205 bilhões, passando a R$ 229 bilhões no ano seguinte e R$ 270 bilhões em 2017.

Na avaliação do governo, o dado mostra que as empresas recuperaram credibilidade e que a percepção sobre sua saúde financeira e governança melhorou nos últimos anos.

Gastos para manter dependentes

Ainda no tema das estatais, o governo federal gastou R$ 16,148 bilhões em 2018 para manter o funcionamento de 18 empresas estatais dependentes do Tesouro Nacional. Os dados constam em um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo órgão.

O dinheiro não vai para investimentos, mas sim para custeio e pagamento de pessoal. O valor é maior que o dobro dos dividendos recebidos das empresas em que a União é acionista, que somaram R$ 7,7 bilhões no ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma empresa é dependente quando ela não gera receitas suficientes para bancar suas despesas correntes com custeio e salários. Quatro das 18 estatais são 100% dependentes, ou seja, a União é responsável por todos os seus gastos, sem nenhum retorno financeiro.

O gasto com essas empresas tem crescido ano a ano. Em 2014, era de R$ 9,856 bilhões. No ano passado, o valor ficou 9% acima de 2017 e 64% maior que o verificado em 2014. Os dados são do Boletim de Participações Societárias da União.

A equipe econômica tem planos para vender ou extinguir algumas dessas empresas, mas enfrenta resistências nos ministérios a que essas estatais são ligadas. Sem grandes avanços, neste ano o custo dessas empresas pode chegar próximo a R$ 20 bilhões, drenando todas as receitas com dividendos recebidas das empresas em 2019. A estimativa do Tesouro é que a arrecadação com dividendos termine este ano em R$ 20,8 bilhões.

Em 2018, o maior gasto foi com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), vinculada ao Ministério da Educação e que é responsável pelos hospitais universitários. O Tesouro desembolsou R$ 4,54 bilhões com a empresa, um aumento de 25% ante o ano anterior e 757% na comparação com 2014. A empresa tem 90% de suas receitas oriundas do Orçamento da União.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em seguida vem a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, com uma subvenção de R$ 3,454 bilhões.

"Dentre as 18 empresas estatais federais dependentes, 14 tinham um grau de dependência superior a 80% em 2018. Ou seja, as subvenções representaram mais de 80% de toda a receita obtida por esse conjunto de empresas", informa o boletim do Tesouro.

Mesmo com o recebimento dessas subvenções, o Tesouro destacou que essas empresas dependentes têm registrado prejuízos recorrentes. Entre 2014 e 2018, só não houve prejuízo líquido no ano passado - quando houve lucro de R$ 1,198 bilhão no conjunto das 18 empresas. Ainda assim, descontando as receitas vindas da União, verifica-se que as estatais tiveram prejuízo líquido de R$ 14,877 bilhões no ano passado.

Lista das empresas dependentes e subvenção em 2018

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Amazul - R$ 326,8 milhões
  • Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) - R$ 965,6 milhões
  • Ceitec - R$ 69,8 milhões
  • Codevasf - R$ 622,6 milhões
  • Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) - R$ 890,2 milhões
  • Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) - R$ 538,6 milhões
  • Empresa Brasil de Comunicação (EBC) - R$ 478,3 milhões
  • Ebserh - R$ 4,540 bilhões
  • Embrapa - R$ 3,545 bilhões
  • Empresa de Pesquisa Energética (EPE) - R$ 111,9 milhões
  • Empresa de Planejamento e Logística (EPL) - R$ 66,3 milhões
  • Hospital de Clínicas de Porto Alegre - R$ 1,132 bilhão
  • Hospital Nossa Senhora da Conceição - R$ 1,433 bilhão
  • Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) - R$ 152,2 milhões
  • Indústrias Nucleares do Brasil (INB) - R$ 374,7 milhões
  • Nuclep - R$ 356,3 milhões
  • Trensurb - R$ 286,4 milhões
  • Valec - R$ 256,5 milhões

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AÇÃO DO MÊS

Direcional (DIRR3) é bicampeã apesar do tombo: entenda por que a construtora segue no topo das recomendações para fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 6:00

Os papéis da construtora caíram 2,80% nos últimos três meses, mas já começaram a mostrar sinais de recuperação

CALENDÁRIO 2026

Calendário do Pé-de-Meia fevereiro 2026: confira quando o governo paga os incentivos do ensino médio

4 de fevereiro de 2026 - 5:41

Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano conforme matrícula, frequência, conclusão e participação no Enem

PRODUTOR NO LIMITE

Agro em crise? Itaú BBA liga alerta para grãos e diz que novas recuperações judiciais estão no radar

3 de fevereiro de 2026 - 19:47

Com preços em queda e custos elevados, produtores enfrentam margens cada vez mais apertadas

O MAIS RICO DO MUNDO

Fortuna de Elon Musk atinge um novo recorde — e segue seu caminho rumo a US$ 1 trilhão

3 de fevereiro de 2026 - 13:31

O CEO da Tesla e da SpaceX segue como o homem mais rico do planeta, com fortuna estimada em cerca de US$ 775 bilhões e se aproxima de um recorde jamais visto de US$ 800 bilhões 

GEOPOLÍTICA DOS MINERAIS

O que está por trás da reserva de minerais críticos de US$ 12 bilhões de Donald Trump

3 de fevereiro de 2026 - 13:15

Após o anúncio do presidente norte-americano, as ações relacionadas ao setor de terras raras registram forte alta no início desta terça-feira (3)

CORTE EM MARÇO

Copom: Banco Central confirma corte de juros ‘cauteloso’ em março, e expectativa para reajuste de 0,25 pp ganha força

3 de fevereiro de 2026 - 9:33

Segundo a ata do Copom, em um ambiente de inflação mais baixa, a estratégia passa pela calibração do nível de juros

SÓ DEU ELA DE NOVO

Lotofácil entra em fevereiro com 2 vencedores próximos do primeiro milhão; Mega-Sena pode pagar R$ 130 milhões hoje

3 de fevereiro de 2026 - 7:59

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão. Mega-Sena está acumulada desde a Mega da Virada.

FEVEREIRO 2026

Calendário do PIS/Pasep fevereiro 2026: confira quando o abono cai na conta

3 de fevereiro de 2026 - 6:03

Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto 

BOLSA FAMÍLIA 2026

Calendário do Bolsa Família fevereiro 2026: confira quando começam os pagamentos e quem pode receber

3 de fevereiro de 2026 - 5:31

Pagamentos começam em 12 de fevereiro e seguem até o fim do mês conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600

POLÍTICA MONETÁRIA

Quem é Guilherme Mello, indicado de Haddad ao Banco Central que gerou ruído no mercado

2 de fevereiro de 2026 - 16:08

Mello chefia a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda; economista tem atuado na defesa de cortes na taxa de juros, atualmente em 15%

Mercados

Bônus de catástrofe: investimento que une alto retorno e baixa volatilidade ganha força

2 de fevereiro de 2026 - 14:38

O mercado de títulos de catástrofe, conhecido por oferecer retorno atrativos combinado com baixa volatilidade, está aquecido em 2026

VAI TER FOLGA?

Calendário de fevereiro de 2026: confira os feriados e as datas do Carnaval

2 de fevereiro de 2026 - 7:12

Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores

COMEÇA HOJE

Calendário do BPC/LOAS fevereiro 2026: veja quando o pagamento do benefício cai

2 de fevereiro de 2026 - 6:04

Benefício assistencial começa hoje, seguindo o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC 

COMEÇA HOJE

Começa hoje o pagamento do INSS fevereiro 2026: confira o calendário e como consultar

2 de fevereiro de 2026 - 5:42

Aposentados e pensionistas já recebem com valores corrigidos pelo novo salário mínimo; depósitos seguem o número final do benefício  

MAIS LIDAS DO SD

Do risco de contágio do ‘caso will bank’ ao hotel no Brasil do casal da melhor vinícola do mundo: as mais lidas do SD

1 de fevereiro de 2026 - 17:30

Crise com o will bank, apostas de bilionários e análises de mercado estiveram entre os assuntos mais lidos no Seu Dinheiro nos últimos dias

CLÁSSICO DAS MULTIDÕES

Flamengo x Corinthians decidem a Supercopa do Brasil neste domingo; veja horário e onde assistir

1 de fevereiro de 2026 - 10:30

Flamengo, campeão do Brasileirão, e Corinthians, vencedor da Copa do Brasil, se enfrentam neste domingo (1º), no Mané Garrincha, para decidir a Supercopa d Brasil

LOTERIAS

Mega-Sena acumula em R$ 130 milhões; confira os números e os resultados da Lotofácil, Timemania e +Milionária

1 de fevereiro de 2026 - 9:33

Mega-Sena não teve ganhador no sorteio de sábado (31), e os resultados das demais loterias da Caixa também já estão disponíveis

PAGAMENTOS 2026

Bolsa Família, Pé-de-Meia, Gás do Povo e mais: veja o calendário completo dos programas sociais do governo para fevereiro de 2026

1 de fevereiro de 2026 - 7:43

Do Pé-de-Meia ao novo Gás do Povo, veja como ficam as datas e regras dos principais benefícios federais em fevereiro de 2026

CINCO ESTRELAS

Silêncio, privacidade e massageador: a experiência de viajar em uma cabine premium de ônibus

31 de janeiro de 2026 - 12:23

Viação Garcia passa a operar cabine premium em ônibus de longa distância, com foco em conforto, silêncio e privacidade

MUDANÇA NA ESTRUTURA

Desglobalização à vista? Economista alerta para nova “ordem mundial” com era Trump 2.0 

31 de janeiro de 2026 - 10:00

Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar