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Em dia de encontro oficial entre Bolsonaro e Trump, o Seu Dinheiro tem estreia na cobertura de mercados
Depois da festa, as perguntas. Nem bem o Ibovespa bateu na marca histórica dos 100 mil pontos ontem à tarde, minha caixa de e-mails recebeu várias mensagens de leitores me questionando sobre o futuro da bolsa.
Nós aqui no Seu Dinheiro estamos atrás dessa resposta todos os dias. Opinião todos têm, ainda mais nesses tempos de redes sociais. Mas nesses anos de jornalismo eu aprendi que a melhor forma de saber o que vai acontecer com a bolsa é "entrevistar o dinheiro". Ou seja, conferir o que pensa o tal mercado, até porque é ele que define os preços das ações todos os dias na bolsa.
A boa notícia é que os grandes investidores seguem otimistas com o país, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Bank of America Merrill Lynch (BofA) com gestores de fundos. Para você ter uma ideia, são profissionais responsáveis por US$ 261 bilhões em ativos.
O levantamento mostra que 78% dos entrevistados esperam um desempenho melhor para a bolsa nos próximos seis meses, contra 64% da sondagem anterior. Em outras palavras, as chances de a bolsa continuar subindo são grandes.
Esse cenário, contudo, não está consolidado, e depende da aprovação da reforma da Previdência. Aliás, a pesquisa mostra que as atenções do mercado estão cada vez mais voltadas para Brasília do que para eventos externos.
O Edu Campos teve acesso à pesquisa do BofA e conta nesta matéria a expectativa dos gestores de fundos para o Ibovespa no fim deste ano, além das projeções para o dólar e para a taxa básica de juros (Selic).
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A cobertura de mercados do Seu Dinheiro traz uma novidade a partir de hoje. O novo titular das nossas reportagens diárias sobre o comportamento da bolsa e do dólar é o Victor Aguiar, jornalista com quem eu trabalhei no Valor e um craque na área. Ele bem que gostaria de estrear contando para você que o Ibovespa fechou pela primeira vez acima dos 100 mil pontos, mas ainda não foi hoje. Saiba com ele o que fez os investidores segurarem o entusiasmo.
O presidente Jair Bolsonaro encerrou sua agenda nos Estados Unidos ao lado de Donald Trump apresentando um novo Brasil, “que se apresenta para o mundo sem viés ideológico” e que continuará fazendo negócios com o maior número possível de países. O presidente também reafirmou... (leia mais)
Diante dos holofotes, a visita de Bolsonaro e sua equipe corre às mil maravilhas, mas nos bastidores as conversas têm sido mais duras. Não é fácil para nenhum governo conseguir trazer a maior economia do mundo para perto de si, e Paulo Guedes comprovou ao vivo essa teoria. Hoje rolou uma reunião importante entre autoridades dos dois países sobre a entrada do Brasil na OCDE, uma das mais importantes organizações mundiais, mas os americanos se mostraram exigentes ao dar o apoio.
O vice-presidente Hamilton Mourão tem atraído os holofotes desde a vitória de Bolsonaro nas eleições, em declarações que têm servido de contraponto a algumas alas do governo. Esse comportamento inclusive provocou alguns atritos com o núcleo que apoia o presidente. Mourão não se abala, mas hoje escorregou ao falar sobre proposta de reforma da Previdência dos militares. Saiba o que o presidente em exercício disse (e depois desdisse).
O governo de São Paulo negociou, e a GM aceitou. Depois de ameaçar deixar o Brasil, a montadora norte-americana decidiu rever suas posições no país e anunciou um investimento bilionário nas fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos. O projeto faz parte daquele programa de incentivos do governo Doria para que as empresas invistam no Estado, como você lê nesta reportagem.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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