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Inicialmente, o governo havia prometido enviar o texto no dia 20, quarta-feira. Mas os deputados preferem que ele chegue à Câmara um dia antes, quando a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) se reunirá pela primeira vez nesta legislatura e dará início à tramitação da proposta da reforma da Previdência

O líder do PSL na Câmara, delegado Waldir (GO), afirmou neste domingo, 17, que a equipe econômica do governo pode antecipar o envio ao Congresso do projeto de lei que reformula a aposentadoria dos militares para terça-feira, 19. "Essa antecipação atenderia a uma reivindicação dos líderes partidários, por isso pedimos ao Rogério Marinho, secretário especial de Previdência e Trabalho, para que antecipasse o envio", disse Waldir ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. De acordo com ele, no entanto, o secretário não garantiu que poderá cumprir o pedido.
Inicialmente, o governo havia prometido enviar o texto no dia 20, quarta-feira. Mas os deputados preferem que ele chegue à Câmara um dia antes, quando a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) se reunirá pela primeira vez nesta legislatura e dará início à tramitação da proposta da reforma da Previdência.
Waldir voltou a criticar o governo por não ter enviado o projeto dos militares no mesmo dia em que a proposta da reforma foi levada ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro, em 20 de fevereiro, o que gerou críticas de parlamentares, que viram a decisão com desconfiança. "O governo deu uma vacilada, por isso é importante que o texto dos militares chegue ao Congresso para a gente poder analisar toda a reforma da Previdência", disse.
Hoje pela manhã, Bolsonaro afirmou por meio das suas redes sociais que não recebeu ainda a versão do projeto dos militares. Em sua conta no Facebook, ele disse ainda que, "possíveis benefícios, ou sacrifícios, serão divididos entre todos, sem distinção de postos ou graduações". A fala ocorreu após informações, na última semana, de que o texto foi entregue pelo Ministério da Defesa ao da Economia. O projeto ainda passaria por uma avaliação do corpo técnico da área econômica.
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