O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com aprovação da reforma da Previdência, investidores em títulos prefixados ou atrelados ao IPCA podem ver seus papéis se valorizarem
O investidor que tem títulos públicos deve ficar atento aos trâmites da reforma da Previdência no Congresso. Mesmo que os ganhos da renda fixa sejam mais previsíveis do que os ativos de renda variável, o impacto das negociações sobre o tema do momento também pode interferir no rendimento das aplicações dos poupadores brasileiros.
Caso a reforma seja aprovada, o que é esperado pelo governo ainda para o primeiro semestre, quem tem recursos aplicados em títulos prefixados ou atrelados ao IPCA - índice de inflação utilizado pelo governo - pode ver seus papéis se valorizarem. Isso ocorre porque o preço dos títulos negociados via plataforma do Tesouro Direto é atualizado todos os dias.
Se o investidor sair da aplicação antes do prazo, estará sujeito ao preço de mercado. É a chamada “marcação a mercado”. Essa dinâmica levou os papéis atrelados à inflação e os prefixados a perder apenas para a Bolsa no ranking de melhores investimentos de 2018, com ganho médio na faixa dos 12%.
Se, por exemplo, o investidor aplica em um título prefixado, contrata uma rentabilidade determinada de antemão até o vencimento. Se os juros de mercado caírem nesse intervalo, o título se valoriza - assim, caso ele deseje liquidar sua aplicação antes vencimento, terá uma rentabilidade maior do que aquela que contratou. No cenário oposto, se as expectativas da economia piorarem, elevando as taxas de juros, ele pode ter seus ganhos corroídos. Vale lembrar que, carregando o papel prefixado até o vencimento, a rentabilidade será sempre a contratada no momento do aporte.
No mercado, as expectativas de aprovação para a reforma da Previdência são altas. O banco JPMorgan afirmou na semana passada que há 80% de probabilidade de o Congresso aprovar uma reforma, ainda que modesta. Nesse cenário, já há apostas no mercado de que a taxa de juros termine o ano em um patamar inferior ao atual, de 6,50% ao ano.
A Guide Investimentos, por exemplo, prevê que os juros sejam reduzidos para 6% ao fim de 2019. O economista-chefe da corretora, Victor Candido, acredita que a inflação não deve subir muito, especialmente com a aprovação da reforma, o que abre espaço para a queda da Selic. O Itaú Asset Management aposta que as taxas de juros terminarão 2019 em um patamar ainda menor, de 5,75% ao ano. “A atividade econômica está mais lenta do que o esperado e a inflação não vem pressionando. Enxergamos uma possibilidade de corte de juro”, explica Martin Iglesias, especialista em investimentos do Itaú. Já sem a aprovação da reforma, avalia Candido, a Selic poderia terminar 2019 já em 7,5% ao ano.
Leia Também
Gilberto Kfouri, do BNP Paribas, afirma que há um prêmio para o investidor que estiver disposto a correr o risco nos papéis de prazo mais longo, como os indexados à inflação. “O Tesouro IPCA+2045 paga 4,55% mais inflação. Com a aprovação da reforma, esses juros podem chegar mais perto de 4%”.
Já neste início de ano, explica Eduardo Castro, da gestora do Santander, esses papéis ingressaram em movimento de valorização diante de uma política monetária mais paciente dos EUA e da sinalização do governo Bolsonaro de que a reforma previdenciária será ambiciosa. Mas, ele afirma que, antes de esses papéis alcançarem bons resultados como no ano passado, será preciso ver as reformas avançarem no Congresso. “Haverá volatilidade, é uma negociação intensa; é natural que seja um processo de idas e vindas.”
Para não ficar muito exposto a oscilações, a consultora de investimentos da Órama Sandra Blanco recomenda que o investidor diversifique suas alocações de renda fixa, com uma parcela em produtos de liquidez para compor a reserva de emergência.
Embora 2019 traga boas chances de lucrar com a “marcação a mercado”, analistas alertam sobre o alto risco de comprar títulos com o intuito de vendê-los antes do vencimento. A operação está sujeita a uma alta volatilidade e os preços reagem de maneira complexa a indicadores e notícias.
Confira o calendário de maio do programa Pé‑de‑Meia, que oferece até R$ 9,2 mil para alunos de baixa renda permanecerem na escola
Quem aderir ao programa de renegociação de dívidas com recursos do FGTS não poderá fazer apostas online por um ano
A redução ou isenção de tarifas para o comércio entre os dois blocos econômicos deve abrir espaço para a expansão de exportação brasileira para a Europa; veja o que está em jogo
Segundo o banco, a autoridade monetária segue comprometida com um ciclo de flexibilização, mas agora sob maior cautela, diante da piora do ambiente inflacionário
Gastos e redução das receitas levarão a dívida, já alta, para patamares acima de 120% do PIB norte-americano no ano que vem, muito superior à média de outros países com a classificação AA
Mega-Sena não saía desde o fim de março e por pouco não passou abril em branco. Bolão ganhador da Quina tinha 50 participantes. Loterias entram em recesso no feriado de hoje e voltam amanhã.
Confira as datas, o reajuste do valor em maio e as regras de recebimento do Gás do Povo, programa social que fornece gás de cozinha a famílias de baixa renda.
Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas
Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade
Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados
Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador
Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office
A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos
Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros
Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026
O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil
O guia detalha os dias em que os programas sociais são pagos pelo governo à população, feitos periodicamente e sujeitos à mudanças
Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado