O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Por volta das 13h, 12 parlamentares haviam discursado, mas a lista de inscritos conta com 155 parlamentares, sendo 64 para falar a favor da reforma e 91 para falar contra a medida; expectativa é de que o debate dure por diversas sessões

A necessidade de um esforço de fiscal de R$ 1 trilhão em dez anos centraliza o debate entre parlamentares contrários e favoráveis à reforma da Previdência em discussão na Comissão Especial da Reforma da Previdência, nesta terça-feira, 18.
Para o deputado Aliel Machado (PSB-PR), sem a capitalização no texto final, não existiria mais a necessidade de uma economia de R$ 1 trilhão em dez anos. "Cai o argumento e o apelo do governo por essa economia. Então podemos avançar em relação às dificuldades e pressões que temos aqui", disse.
O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), considerou que a potência fiscal pedida pelo governo foi atingida em 90%. "Isso para nós é uma grande conquista. Vamos tentar construir um consenso para sanar a retirada precoce da capitalização do texto", argumentou.
O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), elogiou o relatório do seu colega de partido. "Se a proposta do ex-presidente Michel Temer tivesse sido aprovada, teríamos uma economia de cerca de R$ 500 bilhões, e o relatório de Moreira traz quase R$ 1 trilhão em dez anos", apontou.
Sampaio ainda fez um apelo pelo apaziguamento entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que trocaram farpas sobre o relatório de Moreira na última sexta-feira, 14. "Guedes e Maia são os fiadores dessa reforma e faço votos de que voltem a trilhar o mesmo caminho em defesa do relatório", completou.
A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) foi a terceira parlamentar a falar na comissão. Ela alegou que o relatório de Moreira daria um "cheque em branco" para alterações na Previdência por lei ordinária. "E por outro lado constitucionalizamos coisas que não existiam, como a idade mínima para se aposentar", argumentou.
Leia Também
Para ela, a retirada do sistema de capitalização do relatório foi uma vitória da oposição e dos manifestantes nas ruas. "Se o ministro (da Economia) Paulo Guedes queria ir embora, vamos dar tchau para ele no aeroporto", completou Jandira.
O deputado José Nelto (PODE-GO) defendeu a aprovação da PEC e lembrou que a própria oposição tentou realizar reformas da Previdência quando estavam no governo. Ele também elogiou a retirada, pelo relator, da capitalização da reforma. "Não vamos entregar a Previdência para os banqueiros, como queria o ministro Guedes", afirmou.
Para o deputado Rubens Otoni (PT-GO), o governo tem tratado a proposta reforma da Previdência como se fosse um decreto. "O governo não respeita a independência entre os poderes. O ministro da Economia tenta emparedar o Poder Legislativo como se aqui não pudéssemos ter autonomia para discutir a reforma", atacou.
Já o deputado Bilac Pinto (DEM-MG) argumentou que o futuro do Brasil depende do esforço dos parlamentares para aperfeiçoar o texto da reforma. "Diferentemente do que andam falando, o parlamento não desidratou a reforma, mas sim democratizou o texto, incluindo mais pontos de vista", afirmou.
Até por volta das 13h já eram duas horas de sessão. 12 parlamentares haviam discursado. A lista de inscritos conta com 155 deputados, sendo 64 para falar a favor da reforma e 91 para falar contra a medida. Além disso, os cerca de 30 líderes partidários também têm direito a fala. A expectativa é de que o debate dure por diversas sessões.
*Com Agência Câmara de Notícias e Estadão Conteúdo
DISPUTA PRESIDENCIAL
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO
ELEIÇÕES DE 2026
Conteúdo Empiricus
VEJA DETALHES DA PESQUISA
ENTENDA
SEM IMPOSTOS
ELEIÇÕES 2026
Conteúdo Empiricus
POLÍTICA
VITÓRIA FORA DA MARGEM DE ERRO
PLANALTO DOBRA A APOSTA
TRABALHO E QUALIDADE DE VIDA
GOVERNO
"SALTO MAIS ALTO"
FRAUDES
PESQUISA ATLAS/BLOOMBERG