O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Felipe Salto, presidente da Instituição Fiscal Independente (IFI), considera positivo o relatório apresentado ontem e calcula que a proposta original do governo proporcionaria economia de R$ 997 bilhões em dez anos
O presidente da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, Felipe Salto, considerou decepcionante a retirada dos Estados e municípios da reforma da Previdência. Segundo ele, perde-se uma oportunidade de ouro para encaminhar a mudança estrutural, que ajudaria governos regionais a melhorar, de maneira perene, suas finanças. Mas, de maneira global, ele considerou positivo o relatório apresentado ontem. A IFI calcula que a proposta original do governo proporcionaria economia de R$ 997 bilhões em dez anos (o cálculo oficial do governo é de R$ 1,2 trilhão). Agora, a projeção preliminar é de uma economia de R$ 740 bilhões. A seguir, os principais trechos da entrevista:
Qual sua avaliação sobre o relatório sobre a reforma da Previdência apresentado ontem?
Dos males, o menor. Pelo menos há avanços do ponto de vista da sustentabilidade ao regime geral e aos servidores federais, mas deixar de fora os governos regionais (Estados e municípios) é um equívoco que custará bastante.
Por quê?
Essa foi a parte mais decepcionante, porque se perde uma oportunidade de ouro para encaminhar uma mudança estrutural, que ajudaria os governos regionais a melhorar, de maneira perene, suas finanças. É preciso ter claro que as mudanças demográficas vão afetar Estados e municípios da mesma forma que afetarão a União. Além disso, retiraram também a possibilidade de alíquota de contribuição extraordinária. Essa é uma alteração muito negativa.
Foi o ponto mais negativo da proposta?
Esta é uma péssima sinalização. O ditado popular ilustra essa questão com aquela imagem de entrega dos anéis para não perder os dedos, mas talvez se trate de uma mutilação, neste caso. É preocupante. O plenário pode reverter, o que seria um alento, mas o fato é que retirar os governos regionais da PEC e acabar com a possibilidade de alíquota extraordinária vai na direção oposta do que se esperava: criar mecanismos de cima para baixo que ajudassem a dar instrumentos para os governos regionais executarem o ajuste fiscal de maneira efetiva.
A retirada do BPC (benefício de prestação continuada, o auxílio a idosos miseráveis) e das mudanças na aposentadoria rural, como a oposição queria, pode ajudar a reforma a passar?
É natural que a desidratação tivesse se concentrado nesses pontos. Neste caso, os ajustes eram esperados e podem até facilitar a tramitação da proposta, o que me parece positivo. O maior problema está mesmo na não aplicação direta da reforma para Estados e municípios. Um ponto adicional que gostaria de colocar é que a discussão está toda fora de lugar. Fala-se muito em efeito fiscal em dez anos, quando Previdência é um tema que deve ser discutido sob uma perspectiva de longo prazo.
Confirmadas as idades mínimas de 62 anos para mulheres e 65 para homens, o sr. acha que o ponto mais embaraçoso da reforma está solucionado?
Sem dúvida, está-se avançando. Veremos os efeitos líquidos, nos próximos dias, em estudos que já estão sendo preparados pela IFI sobre pontos específicos.
Leia Também
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão