O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No Fórum Econômico Mundial deste ano, em Davos, o presidente Bolsonaro afirmou ter como meta levar o País para o grupo dos 50 primeiros colocados até o fim de 2022
O Brasil recuou para a 124.ª posição no ranking Doing Business, que mede a facilidade de fazer negócios, depois de ter ocupado o 109.º lugar na lista do ano passado, mesmo tendo registrado ligeira melhora em sua nota geral, segundo relatório divulgado pelo Banco Mundial.
No Fórum Econômico Mundial deste ano, em Davos, o presidente Jair Bolsonaro afirmou ter como meta levar o País para o grupo dos 50 primeiros colocados até o fim de 2022. "O resultado não foi nada bom para o Brasil. É algo para se lamentar e trabalhar para reverter", afirmou o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, nesta quinta-feira, 24.
Ele disse que a pesquisa foi feita entre fevereiro e março e ainda não reflete medidas do governo Jair Bolsonaro. "O indicador reflete a devastação no ambiente de negócios nos últimos anos. Os governos anteriores não colocaram o ambiente de negócio como prioridade", avaliou. "Se o Doing Business fosse feito hoje, já teríamos mudança significativa no ranking."
O relatório do Banco Mundial avalia dez indicadores, nos quais o Brasil melhorou de posição em três: obtenção de alvará de construção, registro de propriedade e abertura de empresas. O país ficou estável nos itens que medem a capacidade de resolução de insolvência e de pagamento de impostos.
Já nos indicadores de facilidade do comércio internacional, obtenção de crédito, execução de contratos, proteção de investidores minoritários e obtenção de eletricidade houve piora na posição brasileira.
No relatório divulgado no ano passado, a nota geral brasileira era de 60,1 pontos. Houve revisão na nota do ano passado para 58,6 pontos. Em 2019, a nota foi de 59,1 pontos, ou seja, houve melhora na pontuação, mas piora na posição do ranking. "Não adianta melhorar nota e não subir no ranking. Queremos melhorar mais do que os outros, isso chama competitividade. O Brasil tem tudo para isso", completou.
Leia Também
Segundo Da Costa, houve mudanças na metodologia, no indicador de proteção a interesse de minoritários, e o relatório de 2018 foi revisado, mudando a posição do Brasil no ano passado para o 120º lugar. "Estávamos pior do que imaginávamos no ano passado, o que só retrata a urgência de melhorarmos o ambiente de negócio", afirmou.
Apesar do resultado, Da Costa disse que o governo mantém o objetivo de chegar aos 50 primeiros do ranking até o fim do governo. "Não é impossível, a Índia avançou 60 posições nos últimos três anos. Precisamos de trabalho duro e vontade política", completou.
Ele citou medidas como revisão da lei de falências, novo marco para recuperação judicial de pequenas empresas, mudanças para acelerar o processo de importação e abertura de empresas entre as medidas para melhorar essa colocação. "A reforma tributária terá impacto bastante significativo para a melhoria da colocação do Brasil", completou.
*Com Estadão Conteúdo
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho