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Um dia depois do anúncio do primeiro grupo de empresas que serão privatizadas, secretário de desestatização avisa que o governo será “célere, mas não afoito”
Um dia depois do anúncio do primeiro grupo de empresas que serão privatizadas pelo governo Jair Bolsonaro, o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar, avisa que o governo será “célere, mas não afoito” no programa de privatização das estatais.
Em entrevista ao jornal Estadão, Mattar informa que até o final do ano o governo deverá anunciar dois outros lotes de estatais que poderão ser vendidas, mas que não estarão incluídas as chamadas joias da Coroa - Banco do Brasil, Petrobrás e Caixa. “Tudo tem seu tempo”, diz. Mattar rejeita as críticas de que o anúncio foi tímido e diz que o governo colocou na lista alguns “ícones”: Correios, Telebrás, Serpro e Dataprev.
Leia a seguir os principais pontos da entrevista:
Para o sr., que é apontado como o mais liberal dos liberais da Esplanada, o anúncio desta quinta-feira, 22, foi tímido?
Não é tímido. Tem um provérbio chinês que diz que uma grande caminhada começa com um primeiro passo. Temos ainda 130 estatais a vender. Já vendemos esse ano seis: Pasadena, Distribuidora do Paraguai, Tag, BR Distribuidora, Stratu e BBTur. Começamos o ano com 134 estatais. Pasadena por ser empresa estrangeira e a Distribuidora do Paraguai não estavam nessa lista. Tínhamos sete empresas já agarradas no pipeline e esse governo vai dar uma destravada nisso e jogamos mais nove empresas. O outro ativo à venda são os excedentes de ações do BB.
Os críticos dizem que esses ativos não podem ser considerados privatização porque não entram direto no caixa no governo?
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Privatizar significa tornar privado o que era público. É isso que estamos fazendo. O dinheiro pode não ter entrado no caixa da União, mas entrou no caixa da Petrobrás que ela tem o controle.
Mas a expectativa era grande...
Não se consegue agradar a todos. Repara que colocamos alguns ícones: Correios, Telebrás, Serpro e Dataprev. Precisávamos saber a reação da sociedade, do Congresso. Temos o maior programa de privatização do mundo que será feito de forma cuidadosa, cautelosa, gradual e sem destruir valor. Essas empresas pertencem ao cidadão pagador de impostos e temos de ser zelosos.
A privatização da Petrobrás pode acontecer ainda nesse governo?
Tudo tem o seu tempo. Uma coisa que eu reparei é que à medida que nós vendemos essas seis empresas não teve greve, não teve burburinho. A sociedade está mais preparada. É fundamental analisar que nas urnas foi dado o mandato ao candidato Bolsonaro que falou todo o tempo em privatizações e redução do tamanho do Estado.
Mas a Caixa, BB e Petrobrás serão vendidas?
Qual a certeza que eu tenho que você vai trocar de carro no ano que vem? Está vendo o mercado internacional, o que está acontecendo nas bolsas, a complicação dos Estados Unidos e China, há um conjectura externa que implica no mercado brasileiro. Temos hoje uma esteira com 17 empresas, é um bom número num mercado conturbado. Dólar foi a R$ 4, Bolsa cai. Estamos sendo prudentes e cuidadosos.
Poderá faltar investidor para comprar estatais nesse cenário?
Não é que pode faltar. Estamos sendo cautelosos para poder fazer a coisa certa. Não podemos colocar em risco um programa de quatro anos. Gostam muito de falar de joias da coroa. Vou dizer uma coisa: tudo tem o seu tempo. Hoje, no meu mandato (as empresas que estão no programa dele para privatizar), não constam BB, Caixa e Petrobrás. Põe um ‘ainda’ aí para mim. Se um dia o ministro Guedes chamar: “Salim, por gentileza, privatiza tal empresa”. Para fazer R$ 1 trilhão, eu teria de vender.
O sr. já disse que, se pudesse, privatizava todas.
Repetindo o que presidente Bolsonaro falou num Twitter que quer “tirar do Estado tudo que puder ir para a iniciativa”. É o presidente falando.
O sr. pode falar quais serão as próximas empresas a serem privatizadas?
Não tem ainda. Esse governo não acaba em 31 de dezembro de 2019. Nós queremos ser céleres, mas não afoitos. A afoiteza pode custar demais para o cidadão brasileiro. Temos que ser cuidadosos. Temos hoje um pipeline (lista) de 17 empresas. Já é muita coisa. Vem mais! Tem outro PPI daqui a pouco.
As empresas do primeiro grupo são mequetrefes como apontam os críticos?
Não. Dataprev, Serpro? São empresas que têm prestado um serviço relevante. Telebrás e Correios? O Correios é uma empresa centenária, com 100 mil funcionários, não pode ser um empresa mequetrefe.
Qual a joia desse primeiro grupo que pode dar mais dinheiro?
A expectativa é que Correios deva ser a empresa em que obteremos maior resultado.
Mesmo com rombos tão grandes?
Sim. Mas tem um ativo
A estratégia é vender todos os Correios ou desidratar por dentro?
A lei brasileira diz que, quando o Estado deseja vender uma empresa, coloca no PPI. Ele aprova. Depois vai para o Plano Nacional de Desestatização e depois vai para o BNDES. Isso sim que vamos saber do BNDES mais a frente quais as alternativas. Não temos ainda o caminho.
O presidente Bolsonaro foi bastante resistente à privatização dos Correios, principalmente por causa da área militar. Ele mudou?
Antes ele, talvez, tivesse ponto de vista como deputado. Hoje, ele é presidente. A responsabilidade dele é diferente.
Ele mostrou resistência já na cadeira de presidente...
Ele falou que iria privatizar os Correios. O presidente está num crescendo, mudando sempre para melhor.
*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo
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