🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

crise dos hermanos

Argentina pode chegar às eleições sem nenhum dólar de reserva

Governo Macri já queimou US$ 223 milhões das reservas internacionais e diz que dispõe de US$ 57 bi, mas estimativas do merado apontam que só US$ 13 bi são reservas líquidas

Imagem: Shutterstock

Se mantiver o ritmo atual de leilão de dólares, o governo de Mauricio Macri, na Argentina, chegará às eleições, em 27 de outubro, sem nenhuma moeda americana de reserva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Executivo queimou US$ 223 milhões das reservas internacionais para conter a disparada da moeda americana, no dia seguinte ao anúncio de adiamento dos pagamentos da dívida de curto prazo. A moeda então fechou em queda de 0,17%, cotada a 57,88 pesos.

Apesar de anunciar que as reservas chegam a US$ 57 bilhões, o governo não dispõe de todo esse volume. Estimativas do mercado apontam que apenas US$ 13 bilhões são reservas líquidas. Isso porque os argentinos podem abrir contas bancárias em dólares no país.

Nesse caso, seus recursos não são emprestados e ficam depositados no Banco Central, como um compulsório. Outra parte das reservas é proveniente de um acordo feito com a China e corresponde a yuans que só podem ser usados para fins comerciais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, na quarta-feira, com as reservas minguando, Macri teve de optar entre usá-las para pagar dívida de curto prazo ou para manter a cotação do peso. Optou por segurar a cotação do dólar, já que, em um país onde aqueles que podem poupam em dólar, uma maior desvalorização da moeda traria ainda mais risco político.

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

Com vantagem menor no 1º turno, Lula vê empate técnico com Flávio Bolsonaro persistir no 2º turno, diz Datafolha 

TENSÃO ESQUENTOU

Crise no STF: com julgamento de Moraes na porta, Mendonça derruba sigilo do caso Master a pedido de Fachin

Tensão pré-eleição

A situação da liquidez argentina de curto prazo vem se agravando desde o início do segundo trimestre, quando o mercado, preocupado com a possibilidade de a chapa kirchnerista vencer as eleições, começou a cobrar juros mais elevados (o patamar subiu de uma média de 3% para 7% em dólar) do governo para manter os títulos.

Para não pagar esse juro, o governo passou a focar na venda de títulos que venceriam antes das eleições, para os quais o mercado aceitava taxa de remuneração menor. A aposta era que, se reeleito, ele conseguiria renovar esses títulos posteriormente pagando juros menores.

Em 12 de agosto - após a chapa da oposição, composta por Alberto Fernández e Cristina Kirchner (candidata a vice), derrotar por 15 pontos de diferença Macri nas eleições primárias -, a maior parte do mercado não quis renovar os papéis vendidos pelo governo argentino. Tida como mais intervencionista, a chapa kirchnerista é mal vista pelos investidores financeiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rolagem

Antes das primárias, o governo conseguia rolar 88% da dívida de curto prazo - a maior parte desses papéis com vencimento anterior as eleições.

Na terça-feira, esse número caiu para 5%. “O governo não previa uma derrota tão grande nas primárias e não imaginou que essa bomba estouraria no seu colo”, diz uma fonte do mercado financeiro brasileiro que acredita ser grande a possibilidade de as reservas financeiras secarem.

A preocupação é que, com o anúncio de um “calote seletivo” na quarta-feira, parte da população corra para sacar seus dólares.

Uma fonte argentina, porém, afirmou que Macri poderá negociar com a China a liberação dos US$ 18 bilhões em yuans que fazem parte das reservas. Há ainda a possibilidade de o Fundo Monetário Internacional liberar US$ 5 bilhões em setembro, o que está em análise pelo órgão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta quinta-feira, 29, antes da abertura do mercado, Macri afirmou que faltavam 59 dias para as eleições e que não depende apenas dele o que pode ocorrer até lá. A fala repercutiu mal. Seu oponente, Fernández, rebateu dizendo que parecia que Macri estava contando os dias para o fim do mandato.

No fim do dia, a agência classificadora de risco S&P rebaixou a nota da dívida da Argentina para SD (default seletivo), ou seja, considera que o país está dando um calote seletivo.

*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bandeira do Brasil 7 de setembro de 2026 - 17:00
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 6 de setembro de 2026 - 9:00

Conteúdo Market Makers

Seus investimentos e patrimônio estão preparados para as Eleições 2026?

6 de setembro de 2026 - 9:00
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva em pé, de frente a um púlpito, com bandeira do Brasil atrás. 3 de setembro de 2026 - 19:03
O ministro Alexandre de Moraes aparece sentado, olhando para o lado, com cara de poucos amigos. 3 de setembro de 2026 - 13:41
banco master pesquisa atlasintel bloomberg 2 de setembro de 2026 - 19:46
alexandre de moraes daniel vorcaro 1 de setembro de 2026 - 19:41
shein e temu varejistas chinesas china e-commerce 30 de agosto de 2026 - 17:55
eleições 2026 brasil economia investimentos bolsa ibovespa 20 de agosto de 2026 - 12:51
eleições 2026 brasil economia investimentos bolsa ibovespa 13 de agosto de 2026 - 14:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar