O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da Petrobras, as outras onze empresas inscritas até o momento são todas de origem estrangeira
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou no Diário Oficial da União desta segunda-feiram 26, a lista das primeiras empresas inscritas para participarem da 16ª Rodada de Licitações, que será realizada no dia 10 de outubro.
Além da Petrobras, há outras 11 inscritas até o momento, todas de origem estrangeira, informou a ANP, em comunicado: BP Energy do Brasil Ltda.; Chevron Brasil Óleo e Gás Ltda.; CNOOC Petroleum Brasil Ltda.; Ecopetrol Óleo e Gás do Brasil Ltda.; Equinor Brasil Energia Ltda.; Exxonmobil Exploração Brasil Ltda.; Karoon Petróleo & Gás Ltda.; QPI Brasil Petróleo Ltda.; Repsol Exploração Brasil Ltda.; Shell Brasil Petróleo Ltda.; e Total E&P do Brasil Ltda.
Os 12 nomes foram aprovados em reunião da Comissão Especial de Licitação, realizada na última sexta-feira, 23.
A 16ª Rodada de Licitações vai oferecer concessões de 36 blocos nas bacias sedimentares marítimas de Pernambuco-Paraíba, Jacuípe, Camamu-Almada, Campos e Santos, totalizando 29,3 mil km² de área.
Outros pedidos de inscrição de petroleiras serão analisados nas próximas reuniões da comissão.
Operadoras defenderam que o debate envolvendo o conteúdo local na exploração de petróleo deve fomentar a competição do setor, não apenas se firmar como uma reserva de mercado. Durante evento promovido pelo Instituto de Engenharia, representantes de diversas empresas se posicionaram favoráveis ao modelo, que é adotado em diversos países referência em petróleo no mundo.
Leia Também
"O conteúdo local é fundamental. Todos os grandes países têm regras de conteúdo local, de forma mais ou menos restritivas", disse o vice-presidente global de Contratos e Suprimentos da Equinor, Mauro Andrade, durante o evento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
O foco, segundo Andrade, deve ser na busca por competitividade. Na avaliação do executivo, o Brasil tem diversos exemplos de áreas em que a produção local se mostra viável economicamente, como em equipamentos para a construção e perfuração de poços, além do segmento de equipamentos submarinos. "Inclusive, algumas empresas brasileiras exportam equipamentos para a Equinor na Noruega", disse.
Já o diretor de relações institucionais da Shell Brasil, Flavio Rodrigues, disse que as companhias não são contrárias ao conteúdo local. "Se tem espaço para comprar aqui, por que não fazer isso?", disse. Ele destacou, entretanto, que ficou claro para o setor que a política anterior não trouxe sequelas positivas.
"Alguns fornecedores morreram. O conteúdo local é importante, mas não dá para se fazer tudo no Brasil. A gente tem de escolher no que a gente é bom. E eu acho que São Paulo pode se inserir nesse contexto", defendeu, durante painel.
Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Patricia Ellen da Silva, o governo tem discutido com outros entes federativos o tema. Ela destacou, entretanto, que é preciso se pensar em um modelo de transição para que o País não saia de um extremo para o outro.
"Temos de abrir o mercado, mas garantir que esse investimento fique aqui. Caso contrário vamos ser meros importadores de conteúdo internacional, o que não é o objetivo", afirmou.
A secretária defendeu que o modelo adotado em outros países foca não o incentivo ao conteúdo local, mas o desenvolvimento e investimento em ciência, tecnologia e inovação. "A gente está investindo no longo prazo. E para isso é muito importante que essa inovação fique aqui e que se traduza em benefícios e ganho de produtividade e competitividade", defendeu.
O conteúdo local há tempos é apontado como um entrave para o desenvolvimento do setor petroleiro no País ao fixar exigências consideradas rígidas pelo setor em meio a um mercado que ainda não teria capacidade de abastecer toda a cadeia.
A reestruturação do modelo é tema de um projeto de lei na Câmara dos Deputados, o PL 7401/2017, que tramita nas Comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), de Finanças e Tributação (CFT) e Minas e Energia (CME).
O evento teve o objetivo de receber operadoras e concessionárias de exploração e produção da Bacia de Santos (SP), além de conhecer seus planos de investimentos e necessidades para ampliar a produção na região. De acordo com o presidente do Instituto de Engenharia, Eduardo Lafraia, a indústria petrolífera vai trazer investimentos importantes para a pesquisa no País.
"Se não aproveitarmos isso, no horizonte de 30, 40 anos, o petróleo vai perder um pouco sua importância", destacou. O instituto vai promover ainda outros seminários sobre o setor de gás e infraestrutura, ambos ainda sem datas definidas.
*Com Estadão Conteúdo.
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos