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2019-04-04T14:10:12-03:00
Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Ações

UBS eleva recomendação de Petrobras para “compra”

Em relatório instituição chama companhia de “Felix incansável” que começa a se levantar novamente. Preço alvo é de R$ 33,00

12 de fevereiro de 2019
10:23 - atualizado às 14:10
Prédio da Petrobras no Rio de Janeiro
Imagem: Shutterstock

Para os analistas do banco UBS, os principais pilares do tema de investimento em Petrobras, aumento de produção e desalavancagem, têm grande chance de desenvolvimento com a chegada no novo presidente, Roberto Castello Branco. Com isso, a recomendação da casa para os papéis da estatal saiu de “neutro”, onde estava desde junho de 2018, para “compra”, com preço algo de R$ 33, ante os R$ 26 anteriores. Atualmente o papel é negociado na casa de R$ 24,80 na B3.

“Acreditamos que a Petrobras tem um futuro brilhante, desde que o controlador mantenha a empresa independente e continue a desinvestir”, diz o relatório.

A tese de investimento é baseada em duas premissas: Crescimento de produção de 20% nos próximos dois anos; E um aceleração no processo de desalavancagem em função da maior capacidade de geração de caixa.

Há, ainda, um “risco de alta” já que o UBS vê um potencial de desinvestimento entre US$ 10 bilhões a US$ 25 bilhões, que poder ser utilizado para redução a relação dívida/Ebitda para baixo de 1,5 vezes de forma mais rápida que a prevista no cenário base.

O banco também trabalha com um preço de longo prazo de US$ 70 o barril do tipo Brent, estima menor custo de extração e aumento nas margens de refino.

Os analistas lembram que a empresa somou seis novas unidades de produção desde 2018 e outras 13 devem entrar em operação até 2023. Os campos do pré-sal se mostraram de menor custo que os demais, com US$ 7 por barris retirado. Além disso, o novo governo já indicou que não deve intervir no preço dos combustíveis, o que pode afetar positivamente as margens.

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