O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após a aprovação da reforma da Previdência, o ministro da Economia disse que o foco estará nas privatizações e em assegurar que os investimentos do setor privado voltem para o país
Em uma grande sinfonia de palmas, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi recebido hoje (4) por convidados durante evento voltado para agentes autônomos e investidores da XP, a Expert 2019. Ao contrário do que se espera de eventos como esse, a plateia toda se levantou para recepcionar o ministro.
Com um tom bastante otimista e em seu primeiro discurso após saber que a Comissão Especial da Previdência havia aprovado o parecer do deputado Samuel Moreira hoje, Guedes disse acreditar que semana que vem a Câmara vai aprovar o texto da reforma da Previdência. "Aprovação é comprovação de que maioria quer botar o Congresso para funcionar".
O ministro ainda disse que a aprovação ajuda a perceber que há potência fiscal na reforma e que lá na frente pode ser feita a migração em direção à nova previdência e transição para o regime de capitalização.
Após a aprovação da Previdência, o ministro disse que o foco estará nas privatizações. Ele vai anunciar no segundo semestre deste ano o programa de privatizações.
"Pegamos as estatais todas e dividimos entre as que serão vendidas e outras que serão fechadas. Pode ser que a gente vá bem mais longe do que se espera", destacou Guedes.
O ministro também disse que as privatizações vão ser tocadas junto com dois projetos de extrema importância para colocar o Brasil nos trilhos. "Após a previdência, vamos tocar a reforma tributária na Câmara e no Senado vamos colocar em pauta o Pacto Federativo".
Leia Também
Além de falar sobre a reforma, o ministro disse que vai ser anunciado um programa de choque de energia barata em cinco ou seis dias. Segundo ele, o objetivo é quebrar dois monopólios do gás, em termos de produção e de distribuição, o que afeta bastante o preço do produto.
De acordo com o ministro, já há empresas privadas que vão anunciar investimentos e há um governador que está incluído no programa. Mesmo sem citar nomes, Guedes deu a entender que o governador de São Paulo, João Doria, é um dos primeiros participantes. Além dele, há empresas privadas que estão preparadas para fazer o investimento.
Para o ministro, a expectativa é que o programa consiga derrubar em até 40% o custo da energia elétrica.
E ao fazer uma retrospectiva sobre os seus primeiros meses como ministro, Guedes destacou ainda que a medida em que o Estado foi ampliando o seu tamanho, ele empurrou o setor privado para fora da atividade econômica em um fenômeno conhecido como crowding out. Mas a ideia é reverter essa situação e voltar a atrair o investimento do setor privado na economia.
"Nos próximos 20 anos, o investimento privado é que vai comandar o país no fenômeno conhecido como crowding in de infraestrutura e de logística", afirmou o ministro.
Junto com essa mudança de mentalidade, Guedes disse que o acordo fechado recentemente entre o Mercosul e a União Europeia também deve ajudar a promover boas mudanças nos setores de infraestrutura e transporte.
"O acordo vai baixar drasticamente o custo de transporte e o Brasil poderá também reduzir o custo de logística", destacou o ministro.
Em suma, o ministro afirmou que o acordo vai ajudar a abrir a economia brasileira. "Está assegurada a abertura gradual da economia brasileira ao longo dos próximos dois anos ou dois anos e meio".
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes