🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Na polêmica do teto

Guedes diz que governo e Congresso estão prontos para resolver o problema fiscal

Ministro da Economia não citou a polêmica recente envolvendo a flexibilização ou não do teto de gastos

Paulo Guedes
O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes - Imagem: Edu Andrade/ASCOM/Ministério da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira que o governo e o Congresso estão prontos para "resolver o problema" fiscal do País. Sem citar a polêmica recente envolvendo a flexibilização ou não do teto de gastos, ele disse que o Brasil é um "caso clássico de descontrole de gastos por 40 anos".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Estamos prontos para resolver problema e, pela minha experiência, o Congresso está pronto para resolver o problema", disse.

Para o ministro, os congressistas "entenderam a armadilha em que caíram" e estão com um diálogo maduro sobre a necessidade de reformas fiscais no País. "A armadilha do gasto obrigatório encurralou a classe política inteira", disse.

Ele criticou os altos salários de servidores e citou o gasto com pessoal como um dos que pressionam as despesas discricionárias, que incluem o custeio da administração e os investimentos. "Você tem altos salários, estabilidade. Você vive em Brasília, é outro planeta. É Versalhes", afirmou Guedes, referindo-se ao palácio símbolo da corte francesa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ministro disse que o País passou muito tempo no passado combatendo os sintomas do problema de excesso de gastos - manifestados na hiperinflação -, mas acabou adotando "inovações" que indexaram o orçamento e dificultaram o ajuste. Por isso, segundo ele, o País ainda precisa controlar despesas e descentralizar recursos.

Leia Também

O CRONOGRAMA DO RESGATE

O que acontece com o dinheiro de quem apostou nas bets após a proibição do governo

MIX DE SENTIMENTO

Ibovespa ainda pode subir quase 20%, mas investidores estão com pé atrás; Safra explica o motivo

Só lamentos

Guedes falou ainda sobre a tramitação da reforma da Previdência no Senado. Disse lamentar a desidratação adicional sofrida pelo texto. A principal mudança aprovada na quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) é a revinculação das pensões por morte ao salário mínimo, drenando R$ 35 bilhões da economia esperada com a proposta.

Ele demonstrou ainda temer que os congressistas promovam novas flexibilizações por meio da proposta "paralela", feita para promover ajustes sem atrasar o cronograma da reforma. "Agradeço a Tasso (Jereissati, relator da reforma) por incluir Estados e municípios na reforma. Claramente lamento a desidratação do texto original, mas entendo", disse.

O ministro acrescentou que lamenta "tecnicamente", porque apoia a reversão da desoneração previdenciária de algumas instituições filantrópicas. Guedes classificou algumas delas de "pilantrópicas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Mas obviamente bondades serão aprovadas e maldades não (na PEC paralela). Aí amplia o buraco mais um pouquinho (na economia da reforma)", resignou-se o ministro. Apesar disso, ele demonstrou otimismo com a possibilidade de o Senado "recompor a estrutura básica" necessária à reforma.

Guedes classificou como "decisiva" a inclusão de Estados e municípios na reforma e disse ainda que a migração para um regime de capitalização no futuro é essencial. "Ou vai para capitalização, ou a cada 5 anos vai ter que fazer o que fizemos agora (reforma)", afirmou.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
22 de setembro de 2026 - 11:28
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 22 de setembro de 2026 - 7:10
Dezenas de ganhadores comemoram prêmio da Lotofácil. 22 de setembro de 2026 - 6:38
Moeda de 1 real ao lado de outras moedas empilhadas 22 de setembro de 2026 - 6:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar