O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A ideia de repassar o percentual do lucro que é distribuído entre os acionistas das companhias é permitida por lei. No ano passado, o repasse dos dividendos à União foi de 25% do lucro, o que era o percentual mínimo permitido

Para dar um alívio financeiro aos ministérios e ao Orçamento, o ministro da Economia, Paulo Guedes, quer que a Caixa e o BNDES antecipem o repasse de 50% e 60% dos dividendos, respectivamente, do primeiro semestre. As informações são do jornal "O Estado de S.Paulo".
A ideia de repassar o percentual do lucro que é distribuído entre os acionistas das companhias é permitida por lei. No ano passado, o repasse dos dividendos à União foi de 25% do lucro, o que era o percentual mínimo permitido. Agora, o percentual será feito com o valor máximo que é autorizado.
Nas contas do ministério, a entrada dos dividendos do primeiro semestre do ano pode chegar à cifra de R$ 13 bilhões, sendo que R$ 9 bilhões do BNDES e cerca de R$ 4 bilhões da Caixa.
O valor entraria no Orçamento como receitas extras, o que permitiria, em contrapartida, liberar na mesma magnitude parte das despesas bloqueadas – que chegam a R$ 34 bilhões. No ano passado inteiro, as estatais pagaram R$ 7,7 bilhões aos cofres federais.
A antecipação de pagamentos no próprio ano, antes mesmo de apurar o lucro líquido total de um ano, está de acordo com o que diz a lei. Ofício pedindo o repasse foi enviado a todos os bancos públicos.
Contudo, a área técnica identificou que os bancos vêm apresentando restrições a esse repasse, o que tem desagradado à equipe econômica, segundo apurou o jornal "O Estado de S.Paulo". A assessores, Guedes tem reclamado do corporativismo dos bancos públicos.
Leia Também
Com o repasse dos dividendos, o ministro quer afastar de vez a necessidade de pedir ao Congresso a mudança da meta fiscal para conseguir desbloquear o Orçamento ainda em setembro.
A meta atual prevê a possibilidade de um déficit de até R$ 139 bilhões em 2019. O governo não quer ficar refém do Congresso nesse ponto tão crucial para a gestão orçamentária até dezembro.
*Com informações do Estadão Conteúdo
PAI DA INTERNET
PRÊMIOS ACUMULAM
FIM DAS OITAVAS
DIA MUNDIAL DO CHOCOLATE
ENTRETENIMENTO
ÁGUAS TRAIÇOEIRAS
AÇÃO DO MÊS
PRORROGAÇÃO
BRASIL SEGUE SEM GOLEAR
Conteúdo Empiricus
FIQUE POR DENTRO
BRIGA DE GIGANTES
TENTE NA PRÓXIMA
INVESTIMENTO ARRISCADO
AS MAIS LIDAS
A AGENDA DO INVESTIDOR
UMA NOVA ERA?
IMITANDO O TELEGRAM?
POLÍTICA MONETÁRIA
QUEM TRABALHA E QUEM FOLGA?