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Monitoramento de redes sociais mostra que críticas ao governo, preço de combustíveis e desemprego derrubam apoio ao presidente
Pedido é pedido, intervenção é intervenção. Não há qualquer proximidade – ainda que sutil – entre os dois substantivos. Na língua portuguesa, “pedido” é solicitar; “intervir” é interromper. Aprendi faz tempo e tenho certeza de que você também! Mas (vamos combinar!), tem pedido que é uma ordem... Muito depende de quem faz.
Há cinco semanas, o presidente Jair Bolsonaro pediu explicações para a Petrobras sobre o reajuste do preço do óleo diesel. A companhia voltou atrás na decisão. Para o mercado financeiro, o presidente fez uma intervenção na estatal. O governo completava os primeiros 100 dias.
Aquela ação de Bolsonaro – ainda que na tentativa de conter o movimento grevista de caminhoneiros – deu início, em meados de abril, a um turbulento período que não tem data para terminar. O dólar rompeu a resistência de R$ 4,00 dias depois, andou colado a essa marca até a semana passada. Nesta sexta, em alguns momentos, dólar a R$ 4,10 parecia barato.
Na quinta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro indicou numa live, em sua página no Facebook, a possibilidade de rever a política de preços dos combustíveis “se não prejudicar a empresa”. No mercado financeiro, especialistas minimizaram a fala do presidente considerada “mais do mesmo”. Mas ferveram as negociações com ações da petroleira e com o dólar no fim da semana, para lá de tensa, com a quebra de sigilo de 95 pessoas ou empresas sobre transações financeiras no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia Legislativa fluminense.
Sobre desemprego, Bolsonaro disse, durante sua viagem ao Texas, EUA, que “essa população [os brasileiros] não têm como ter emprego, não está habilitada a enfrentar a indústria 4G (...) Tenho pena, mas não posso fazer milagre”.
O presidente conseguiu, desta vez, turbinar em uma só tacada três das questões que mais afligem os brasileiros neste momento: o seu próprio governo, o preço dos combustíveis e o desemprego. É o que mostra o monitoramento das redes sociais feito pela .Map - Mapeamento, Análise e Pesquisa, desde junho de 2015.
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Nas últimas semanas, 48,66% das manifestações sobre política feitas nas redes sociais trataram do governo Bolsonaro cujo índice de aprovação atingiu 33%, “nível considerado de emergência em imagem e reputação”. Das manifestações sobre temas econômicos, 23,01% abordaram o preço dos combustíveis, desaprovado nas redes, informa a pesquisa IP Brasil Opinião.
Desenvolvida pela agência de análise, a pesquisa traduz as opiniões da sociedade sobre a agenda nacional em três subdivisões: Política, Economia e Bem-Estar. A base de apuração corresponde a 1,2 milhão de posts diários de formadores de opinião e opinião pública. Desse universo é retirada uma amostra de manifestações analisadas por uma equipe multidisciplinar de profissionais. As conclusões atingem 95% de acerto. O Índice de Positividade (IP) mede o apoio aos temas em discussão. Quanto mais próximo de 100% maior a aprovação.
Marilia Stabile, diretora geral da .Map, explica, no balanço de abril, que 61% das manifestações trataram de política, 33% de bem-estar e 6% de economia.
“Desde outubro, a confiança da sociedade no governo Bolsonaro recuou 16 pontos, para 41%, o mesmo nível observado no último mês do governo Temer”, afirma Marilia. “O ambiente eleitoral no governo ‘trava’ foco nas prioridades e tem impacto econômico. O mais evidente, inclusive pela sinalização e interferência na formação de expectativas, é a revisão das projeções do Produto Interno Bruto (PIB) para cerca de 1,1%, mesmo nível de 2018 e 2017.”
Na política, a reforma da Previdência chama atenção pela positividade alcançada (62%), mas o perfil de desaprovação de Bolsonaro ressalta a falta de esforço do presidente para a questão e também críticas, inclusive de apoiadores, ao seu comportamento em relação a determinados temas, como ataque aos militares, diz Marilia.
Embora respondendo por fatia bem menor, 5,39% dos debates em política, o Índice de Positividade do Supremo Tribunal Federal (STF) derreteu para 7%. A diretora da .Map lembra que o STF já obteve apoio de 93 e explica que o apoio despencou com o comportamento do presidente da Corte, o ministro Dias Toffoli, por censurar a imprensa – ação representada pela suspensão da circulação da revista eletrônica Crusoé e texto do site O Antagonista.
Embora, nas últimas semanas, as questões econômicas tenham respondido por apenas 6% das manifestações nas redes e os destaques negativos tenham sido procura por emprego e preço do combustível, a discussão sobre privatização é valorizada.
Giovanna Masullo, coordenadora da pesquisa IP Brasil Opinião, informa que a sociedade aprova o esforço do governo para garantir investimento em infraestrutura básica. Em abril, o tema licitações/privatizações respondeu por 9,95% dos debates sobre economia com índice de aprovação de 81%. As manifestações sobre crédito foram de 3,56%, mas a aprovação chegou a 89%.
O sub-índice Bem-Estar, representando 33% do total das preocupações da agenda nacional, traz o racismo como o tema mais comentado – com 22,5% das manifestações nas redes sociais e Índice de Positividade de 36%. O veto do Palácio do Planalto à campanha do Banco do Brasil, que saiu do ar, foi alvo de 10,9% dos debates e o veto teve apoio de 78%.
“O veto teve apoio nas redes que dão a diversidade como um valor já conquistado. Portanto, não necessitaria de uma campanha para se impor”, explica Giovanna. Ela acrescenta que o debate mais combativo e complexo se explica pelo twitt...fato de que as causas que envolvem a diversidade, em sentido amplo, não vieram na campanha presidencial de 2018. Já estão na rede desde junho de 2015, quando a .MAP iniciou seu trabalho de análise diária das manifestações dos formadores de opinião e da opinião pública nas redes sociais. Com isso, o presidente ganhou apoio.
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