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Áudios envolvem o deputado Guillem Lemos (PSL-PB) e o secretário geral do PSL na Paraíba e assessor do Ministério do Turismo, Fabio Nobrega Lopes

O jornal "O Globo" publicou na manhã deste sábado uma reportagem mostrando que a chamada "velha política" está à todo vapor em Brasília. Parlamentares têm negociado a indicação de cargos no governo de Jair Bolsonaro em troca de votos para a reforma da Previdência, a principal pauta econômica da atual gestão federal.
Circula em Brasília, inclusive entre assessores do Palácio do Planalto, um áudio que mostra uma conversa entre o deputado Guillem Lemos (PSL-PB) e o secretário geral do PSL na Paraíba e assessor do Ministério do Turismo, Fabio Nobrega Lopes. Na conversa, Lemos afirma que conseguiu junto à Casa Civil o poder de indicar nomes para cargos de direção na Fundação Nacional da Saúde (Funasa) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O deputado diz, ainda, que outros parlamentares estão buscando acordos semelhantes em troca de votos.
Ainda segundo o áudio divulgado pelo "O Globo", Lemos diz que vai conseguir "logo de cara" indicações para a Funasa e o Incra, mas que também tentará "um terceiro negócio". A conversa, segundo o jornal, ocorreu em fevereiro e também cita uma reunião na Casa Civil. Nesse encontro, lideranças teriam acertado cargos em "nível estadual", a serem distribuídos após o carnaval.
De acordo com Lopes, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, participou de um dos encontros em que eram discutidas trocas de indicações a cargos da máquina federal por votos. O ministro foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou.
Após a repercussão da reportagem do Globo, o deputado paraibano questionou a origem da gravação, chamando-a de "grampo ilegal" e que pedirá investigações à Polícia Federal. Sobre o teor, diz que "não tem nada que desabone" sua conduta e que "é uma conversa republicana" sobre "uma conjuntura política".
Já a respeito da fala de Lopes, Lemos diz não ver o áudio com conteúdo "comprometedor de esquema". "O Fabio dá uma opinião que é dele, até de certo modo ingênua. Fabio não tem legitimidade nenhuma, não é político", afirmou.
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