O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Parcela de ótimo ou bom caiu de 33% para 30%. Sobre Amazônia, 44% dos entrevistados desaprovam ações do governo contra queimadas
Nova rodada da pesquisa XP Investimentos Ipespe captou tendência de aumento na reprovação do governo Jair Bolsonaro. O grupo que considera a administração ruim ou péssima passou de 38% para 41% entre agosto e setembro, enquanto os que veem o governo como ótimo ou bom recuaram de 33% para 30%.
Segundo o relatório da pesquisa, os números confirmam o movimento observado no início de agosto, quando as respostas positivas tinham caído um ponto e as negativas, subido três. Nesta segunda-feira, também saíram os dados da Datafolha, mostrando que a reprovação ao presidente Jair Bolsonaro avançou de 33% para 38%.

Com relação ao restante do mandato, 43% assinalaram ótimo ou bom (44% em agosto), 33% ruim ou péssimo (31% em agosto) e 18% regular (20%). A pesquisa foi feita entre os dias 27 e 29 de agosto, com mil entrevistas de abrangência nacional. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.
A pesquisa foi conduzida na sequência do noticiário a respeito das queimadas na Amazônia. Para 44% dos entrevistados, a ação do governo para combater os incêndios é ruim ou péssima. Outros 26% avaliam a resposta do governo como boa ou ótima.
A ação de fazendeiros ou posseiros é vista como a principal responsável pelas queimadas, com 39% nas menções. Para 13% a responsabilidade maior é das ONGs, como sugerido por Bolsonaro. O próprio governo é apontado como principal responsável por 20%.
Leia Também
Para 70% o Brasil deveria aceitar a ajuda internacional oferecida pelo G7. Ainda que, para 62%, a oferta seja motivada por interesses políticos e econômicos que podem afetar a soberania do país. Só 29% veem a preocupação com a floresta e com a biodiversidade como principal motivação para a ajuda do G7.
Pela quarta vez no ano, os entrevistados atribuíram notas a personalidades políticas. Embora o ministro da Justiça, Sergio Moro, ostente a maior nota entre os personagens testados (6,0), sua avaliação diminui desde janeiro, quando obteve nota 7,3.
Jair Bolsonaro também perdeu pontos, saindo de 6,7 para 5,5. Nos dois casos, é crescente o percentual dos entrevistados que atribuem notas negativas aos dois (0 a 3). De janeiro para agora, essa fatia saltou de 17% para 31% no caso do ministro da Justiça e de 20% para 33% no do presidente da República.

A pesquisa também mediu a avaliação da relação entre Bolsonaro e os órgãos de fiscalização e controle do país. Para 55%, as decisões do presidente em relação à Polícia Federal e à Receita podem prejudicar investigações e o combate à corrupção. Outros 35% acham que elas não afetam o combate ao crime.
Quando questionados sobre quem, entre Bolsonaro e Moro, mais representa o combate à corrupção, 38% escolhem o ex-juiz, e 24% o presidente. Outros 18% apontam os dois ao mesmo tempo. Para 67% dos entrevistados há alguma sintonia ou muita sintonia na atuação de Moro e Bolsonaro.
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes