Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Os astros estão alinhados para você ganhar dinheiro

Os juros mais baixos vão exigir uma migração de recursos para a Bolsa. Com a renda fixa pagando menos, bem menos do que ficamos acostumados e com acesso facilitado pelas plataformas de investimento, muito vai migrar pra renda variável.

24 de julho de 2019
11:00
astros, planetas
Imagem: Shutterstock

Oi, Beto, tudo bem?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acho que você não vai lembrar de mim. Tentei falar na semana passada. Deixei recado e tal. Ah, uma pena ninguém ter lhe passado. Tudo bem, tudo bem. Não importa. Vou tentar de novo. Opto pelo princípio da contraindução: insisto em alguma coisa que já deu errado até que ela venha a dar certo, do Mário Henrique Simonsen, outro liberal como nós dois e seu avô. “Disculpa as brincadeira”.

Também espero (torço?) que você não leve a mal essa linguagem direta. Prefiro assim. Não me dou a garoto de recados. Sabe, nos últimos dias, até evitei certas frases e expressões, temendo que você pudesse, banhado nas forças do equívoco, interpretar referirem-se a você. Sabe aquela coisa meio Carly Simon: “I bet you think this song is about you”? Gosto mais da versão do Marilyn Manson, e você? Ah, você não tem cara de que gosta do Marilyn Manson, não. Jura? Nossa, estou surpreso.

Sim, sim. Foi algo um tanto paranoico, você tem toda razão. Tenho essa mania de me enfiar em certos labirintos mentais. É difícil pra caramba sair. Preciso logo desenvolver meu próprio fio de Ariadne. Mas é que às vezes as pessoas procuram coisas onde não há. Aqui copio descaradamente João Ubaldo Ribeiro: não existe essa coisa de entrelinhas. Nos textos honestos, como este, não há nada nas entrelinhas. Dou minha palavra. Tudo deve ser procurado nas linhas, pois aqui não são oferecidas entrelinhas.

Beto, talvez você esteja me considerando ridículo ao achar que isso chegará até você, no que eu concordaria integralmente. Sobre ser ridículo, não tenho a menor dúvida. A vantagem é que sei disso. Ah, desculpa a ambiguidade. Mas é que “disso” pode mesmo se referir tanto ao meu saber sobre meu próprio caráter ridículo quanto ao saber de que isso não chegará até você. Não tem problema, porque, na verdade, eu escrevo é pra mim mesmo, pra alinhar-me àquela pessoa que via aos 18 anos no espelho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A palavra é uma espada e eu a uso não na esperança de que o golpe venha a atingi-lo. Não há aqui qualquer ingênua expectativa de reciprocidade ou mesmo acolhimento. Continuarei a nutrir a mesma admiração de sempre, do gostar espontâneo desprovido de motivos, certo do desprezo alheio. "Amo ou venero poucas pessoas. Por todo o resto, tenho vergonha da minha indiferença. Mas aqueles que amo, nada jamais conseguirá fazer com que eu deixe de amá-los, nem eu próprio e principalmente nem eles mesmos. São coisas que levei muito tempo para aprender; agora já sei.” Não vá me dizer que, além do Marilyn Manson, você curte o Albert Camus também? Ora, ora, acho que já somos quase íntimos.

Leia Também

Existencialismo

Quem diria… um banqueiro central existencialista? Já imaginou? A existência da autoridade monetária precede sua essência. Ele vive a experiência de sentar na cadeira e vai se acostumando com o cargo. Sob a influência de Husserl e Heidegger, permite que os próprios fenômenos monetários falem por si, voltando-se às coisas mesmas, e, então, adota uma essência mais flexível?

Sabe, Beto, eu não gosto de ser o cara do “não falei?”. Não gosto mesmo. E não gosto porque odeio que façam comigo também. O sujeito fala 27 coisas, uma delas dá certo e ele vem me dizer: “não disse?” Dá vontade de matar. Calma, metaforicamente, claro. Só 99 por cento das coisas que falam sobre mim são verdadeiras.

Mas é que se você tivesse lido minha humilde carta da semana passada teria visto lá o prenúncio de que logo viríamos a debater a possibilidade de a Selic vir abaixo de 5 por cento ao ano, para a casa dos 4,75. Ao olhar mais superficial, talvez pudesse ter parecido mais um daqueles exageros da Empiricus. Ex-ante os movimentos sempre parecem improváveis — a própria existência não lhe parece um absurdo? Ah, eu acho, sim. Somos um verdadeiro absurdo cósmico, de novo voltando ao nosso querido Camus. Ou de forma menos ontológica, ex-ante, qual era a probabilidade de termos saído vencedores na disputadíssima corrida contra nossos amiguinhos espermatozoides? Depois, tudo vai parar no Geraldo Samor como: 9 entre 10 economistas achavam que a Selic viria abaixo de 5 por cento. Espero que ele tenha ficado rico na época comprando dólares. Bom, deixa pra lá.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Toda verdade passa por três estágios. No primeiro, ela é ridicularizada. No segundo, é rejeitada com violência. No terceiro, é aceita como evidente por si própria.” Ah, nem vem. Se você gosta do Schopenhauer também, daí já podemos pedir música no Fantástico.

Desviei, desculpa. Os labirintos mentais, sempre eles. Volto.

Beto, você obviamente viu o IPCA-15 de ontem. Subiu 0,09 por cento em julho, abaixo da mediana das projeções de 0,14 por cento. Em 12 meses, o índice acumula alta de 3,27 por cento. Foi uma surpresa geral, imagino que pra você também. Os núcleos também vieram muito bem comportados, sei que você viu.

E aí você pega outras duas coisas: i) a Petrobras vai reduzir em 9,8 por cento o preço médio do gás de cozinha; ii) os bancos centrais seguem sinalizando quedas das taxas de juro pelo mundo para conter a desaceleração global; muita gente já agiu de fato, inclusive.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aí vai se formando um quadro em que você terá de agir com mais intensidade. Não vai ter jeito. A maré das circunstâncias vai empurrá-lo nessa direção. Não se trata de ousadia sua, não. O campo escala, não é o treinador, resumiu precisamente o mestre Tite. As coisas acontecem quase na voz passiva. Se o Banco Central fica muito “behind the curve” (atrás da curva, atrás dos movimentos de mercado), ele se vê quase forçado a agir.

Ah, de novo este papo da credibilidade, Beto? Eu entendo, juro que entendo. Aliás, eu entendo todo mundo. Só queria uma pessoa, umazinha, que me entendesse também. Respeito seu ponto, mas pondero que descumprir o que está escrito no sistema de metas de inflação também não faz bem à sua reputação. Concorda comigo ou não? Há uma probabilidade material de que a inflação oficial de 2019 venha a ficar abaixo da meta. E aí, como fica? Não sei o que você pensa, mas, pra mim, isso tem que pesar um pouco, não é possível. Minha alma é velha, eu sei, dos tempos em que acordos firmavam-se no fio do bigode e no aperto de mãos, cujas palmas haviam sido molhadas por saliva. Valia mais do que qualquer contrato — fui saber do Esteves que funcionou assim no Pactual por muitos e muitos anos. Eu não sei o que você pensa, Beto, mas, tecnicamente, admiro essa turma do Pactual, viu… Do resto, não sei. Só leio o caderno de Economia e Finanças.

Em termos práticos, Beto, a verdade é que o pessoal já começou a falar mais claramente da chance de a Selic encerrar o ano a 4,75 por cento. Quando escrevi sobre isso, não valeu, claro. Mas agora a Merrill Lynch se juntou ao time. Ah, o relatório (o bom relatório, diga-se de passagem) rodou o mercado inteiro, você deve ter visto. Admiro muito o Eduardo Alcalay também.

Uma curiosidade

Aliás, tem uma coisa curiosa sobre as finanças. Os modelos são sempre feitos com as informações disponíveis no momento. Mantidas as condições correntes, estimam-se variáveis futuras, como se o mundo fosse ceteris paribus. O problema é que as condições correntes vão mudando também. E tudo, absolutamente tudo, indica que a inflação vai continuar surpreendendo pra baixo, de maneira dinâmica. Hoje não parece claro que as condições conjunturais do fim do ano permitirão um juro tão baixo. O problema é que as condições conjunturais do fim do ano serão conhecidas só no fim do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro ponto aqui, Beto: eu suspeito, falando aqui de fora, claro, sentado no meu sofá, na postura intelectualmente desonesta típica dos comentaristas (me desculpe por isso, falo aqui apenas como uma elucubração respeitosa), que os modelos do Copom estejam um tanto desatualizados. Nada contra vocês especificamente, esclareço. Talvez seja algo no mundo todo. E é difícil à beça identificar a nova relação. Sei lá, sabe? Você joga dinheiro no sistema feito louco, o crescimento não é de todo mau e a inflação não vem. A sensação que dá é de que a Curva de Phillips mudou muito de inclinação, sabe? Vocês consideraram isso por aí?

Eu não estou dizendo que necessariamente o juro básico vem abaixo de 5 por cento ao ano. Estou tentando descobrir o que vou almoçar hoje e já está difícil pra caramba. Não sei pra você, Beto, mas, no meu caso e da minha família toda, dos meus conhecidos também, o futuro insiste em ficar no futuro. Como uma mula empacada, eu tento fazê-lo sair do lugar, trazê-lo ao presente, mas ele fica lá emperrado.

Seja lá qual for o destino final exato, me parece que conviveremos com taxas de juros mais baixas do que o que todo mundo está esperando. Veja também que já há uma galerinha aí te cobrando um choque imediato na Selic. Está no Valor de hoje: "A curva precifica atualmente corte de 0,44 ponto e alguns players começam a acreditar que o BC poderia inclusive ser mais agressivo e cortar 0,75 ponto.”

Beto, por favor, não tome minha insistência no tema como sisudez ou cobrança. Confesso que escrevo tudo isso com grande entusiasmo. Se as linhas acima estiverem corretas (topa apostar que estão? Eu adoro um carteado, um jogo, uma apostinha, com responsabilidade claro; bora casar 10 pilas ou um almoço? Uma caixa de Bis, vai? Favor não confundir apostinhas na brincadeira com investimento), a gente vai ficar rico. Não você, Beto. Você já está rico, eu sei. Estou falando aqui de nós quatro, do lado de cá da mesa, bem longe do Olimpo. Eu, com meu dinheiro aplicado na Carteira Universa, e os três leitores desta newsletter (assumindo nossa sugestão de carregar um grande percentual da carteira em ações — aqui estão algumas Microcaps sugeridas pro momento).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Juros baixos

Os juros mais baixos vão exigir uma migração de recursos para a Bolsa. É inexorável. Com a renda fixa pagando menos, bem menos do que ficamos acostumados e com acesso facilitado pelas plataformas de investimento, muito vai migrar pra renda variável. Hoje, a alocação da indústria de fundos está em cerca de 11 por cento em ações, bem abaixo do recorde histórico de 22 por cento. Cada um ponto percentual a mais na alocação representa uma entrada de 40 bilhões na Bolsa. É dinheiro em qualquer lugar do mundo.

Em paralelo, uma redução de 100 pontos-base nas taxas de desconto implica um potencial de valorização médio adicional de cerca de 12 por cento nas ações.

Dito de forma resumida, as ações ficaram mais baratas e ninguém está comprando ainda na proporção que deveria.

Cristiano Romero, outro que admiro, escreveu hoje no Valor que há uma oportunidade histórica para a taxa de juros, “algo como o alinhamento dos cinco planetas mais brilhantes do sistema solar, um fenômeno raro”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Beto, seria tão bacana se você entendesse a dimensão disso. Ele pode ser um momento histórico pra você e para todos nós envolvidos nesse mundo dos investimentos. Alinhamento dos astros não é coisa que se vê toda hora. Feliz em ver e viver este momento. De algum modo, somos todos protagonistas dessa história.

A verdade é que nunca mais veremos o mercado financeiro como ele é hoje. Existe um tsunami vindo em nossa direção. Há um elefante voando bem na nossa frente. Não vamos deixar isso passar, perdendo-nos em filigranas do timing da Previdência, ruídos de declarações sobre o Nordeste, nomeações desastradas para embaixadas.

Beto, o que me vem à cabeça para encerrar este diálogo de uma pessoa só é Spike Lee: "Faça a coisa certa”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
COM CHAVE DE OURO

Mega-Sena 3002 fecha abril pagando R$ 127 milhões na capital mais fria do Brasil; Quina 7014 premia bolão da internet; Lotofácil e outras loterias acumulam

1 de maio de 2026 - 7:23

Mega-Sena não saía desde o fim de março e por pouco não passou abril em branco. Bolão ganhador da Quina tinha 50 participantes. Loterias entram em recesso no feriado de hoje e voltam amanhã.

ATENÇÃO BENEFICIÁRIOS

Gás do Povo em maio de 2026: confira datas de pagamento e novo reajuste do valor

1 de maio de 2026 - 5:43

Confira as datas, o reajuste do valor em maio e as regras de recebimento do Gás do Povo, programa social que fornece gás de cozinha a famílias de baixa renda.

ATENÇÃO, BENEFICIÁRIOS

Bolsa Família de maio de 2026: confira a data de pagamento e quem poderá se beneficiar

1 de maio de 2026 - 5:31

Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600

OPORTUNIDADE NO CAMPO

BTG Pactual aposta no agro em 2026 e vê bancos como chave da retomada: ‘É hora de estar mais próximo’

30 de abril de 2026 - 19:51

Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas

BALANÇO DOS INVESTIMENTOS

Bitcoin segue em recuperação e tem maior alta de abril; renda fixa passa por alívio, e dólar volta a cair. Veja os melhores investimentos do mês

30 de abril de 2026 - 19:32

Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade

VALORES SALGADOS

Aluguel dispara em São Paulo e sobe 63% em um bairro no último ano — veja quanto custa morar na capital agora

30 de abril de 2026 - 19:01

Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás

TOUROS E URSOS

Muito risco para pouco retorno: por que o crédito privado não está compensando hoje — e quais são as exceções

30 de abril de 2026 - 17:30

Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados

TOME CUIDADO

Google solta alerta grave de segurança no navegador Chrome; mas é relativamente fácil resolver o problema

30 de abril de 2026 - 16:11

Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador

DAS RUAS PARA O HOME-OFFICE

Só não faz o cafezinho: Toyota lança cadeira gamer inspirada em assentos de seus próprios carros de luxo

30 de abril de 2026 - 15:26

Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

Em estabelecimento totalmente administrado por IA, robô manda em humanos, pede dinheiro para funcionários e compra ingredientes para pratos que não estão no cardápio

30 de abril de 2026 - 14:34

A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos

UMA COCA-COLA TODO DIA?

Coca-Cola anuncia mudanças que vão impactar no tamanho dos refrigerantes e no bolso dos consumidores

30 de abril de 2026 - 11:35

Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros

SEM RECLAMAÇÕES

Super Sete 841 aproveita bola dividida na Lotofácil 3673 e paga o único prêmio milionário da rodada nas loterias da Caixa; Mega-Sena 3002 pode pagar R$ 130 milhões hoje

30 de abril de 2026 - 9:02

Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026

AGENDA DE FERIADOS

Dia do Trabalhador: Como fica o funcionamento da B3, dos bancos, do Pix, dos Correios e de outros serviços no feriado?

30 de abril de 2026 - 6:30

O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil

AGENDA MENSAL DE BENEFÍCIOS

Bolsa Família, Gás do Povo e Pé-de-Meia e mais: confira o calendário completo dos programas sociais para maio de 2026

30 de abril de 2026 - 5:29

O guia detalha os dias em que os programas sociais são pagos pelo governo à população, feitos periodicamente e sujeitos à mudanças

AMEAÇA ÀS FINANÇAS?

Faturamento das bets dispara 44,4% em um ano, mas cifra bilionária camufla riscos para o bolso

29 de abril de 2026 - 19:20

Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado

AJUSTE ESPERADO

Copom corta a Selic para 14,50% e mantém cautela nas palavras; decisão inaugura fase mais incerta para o ciclo de juros

29 de abril de 2026 - 18:43

Colegiado evitou antecipar os próximos passos e disse que Selic alta por período prolongado surtiu efeito para a contração da atividade econômica

MAIOR E MAIS CARO

Completar o álbum da Copa do Mundo de 2026 vai pesar no bolso; veja como se preparar

29 de abril de 2026 - 16:10

Álbum da Copa de 2026 será a edição mais cara; economista dá dicas de como prepara o bolso para a coleção

DIAGNÓSTICO DO BANCO

Banco do Brasil (BBAS3) vê reação rápida do agro se Selic cair; inadimplência pesa em máquinas e insumos

29 de abril de 2026 - 11:18

O banco conta com uma carteira de R$ 406 bilhões no agronegócio e espera ver uma estabilidade em 2026

UM BAITA IMPULSO

‘Supertênis’ da Adidas foi responsável por primeira maratona em menos de 2 horas? Enquanto especialistas buscam resposta, calçado tecnológico chega ao Brasil em breve — e não vai ser barato

29 de abril de 2026 - 11:14

Adidas ganhou a corrida nas pistas e obteve um impulso nas ações no rescaldo da Maratona de Londres

EFEITOS DA GUERRA

Gás do Povo: governo reajusta valor do benefício em 22 estados; veja para quanto foram os vouchers

29 de abril de 2026 - 9:59

Com aumento do valor de referência do Gás do Povo, governo brasileiro tenta mitigar efeitos da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia