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Para sócio da GO Associados, se a reforma da Previdência não for aprovada, o país está condenado, mas não é isso que vai acelerar a economia
O sócio e executivo da GO Associados, Gesner Oliveira, foi categórico ao afirmar que a única forma possível de o Brasil ter uma recuperação econômica sustentada é investindo em infraestrutura.
Segundo Oliveira, a não aprovação da reforma da Previdência “condena” o país, mas não é essa reforma que vai nos levar a ver uma retomada sustentada do crescimento econômico, que está patinando desde a forte recessão de 2015/2016.
Oliveira participou de um seminário sobre investimento em infraestrutura organizado pelo BMG Seguros e JLT Re, do qual também participaram representantes da Iridium Gestão de Recursos e do escritório de advocacia Mattos Filho.
Na ótica do investidor, as oportunidades estão no enorme potencial de produtos de investimentos que terão ser ofertados para financiar esses projetos, como as debentures de infraestrutura e os fundos dedicados a investir nesses papéis. O estoque desses produtos está na casa dos R$ 60 bilhões, sendo que nos últimos 12 meses, as emissões somaram metade desse valor.
Segundo Oliveira, as oportunidades para o país retomar um ritmo de crescimento na casa de 3% estão todas presentes, como inflação baixa, juro na mínima histórica e capacidade ociosa na economia. Precisamos fazer o “básico” e isso passa pela aprovação da reforma da Previdência.
Para sustentar sua tese, Oliveira mostrou algumas contas feitas por ele e sua equipe considerando um estoque de projetos em infraestrutura da ordem de R$ 133 bilhões.
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Ponderando que isso saia do papel, o impacto no Produto Interno Bruto (PIB) é de R$ 407 bilhões, mostrando o forte efeito multiplicador desse tipo de investimento. A criação potencial de empregos seria de 7,8 milhões de vagas, com mais R$ 69 bilhões na massa salarial. Também há impacto no caixa do governo, com mais R$ 26 bilhões em arrecadação de impostos.
Ainda de acordo com Oliveira, o Brasil vive uma situação excepcional, investindo apenas 2,2% do PIB em infraestrutura, contra 3,8% da média mundial, 4,7% vistos na Índia e 8,5% na China.
O país teria de ter como meta elevar esse percentual para cerca de 4% a 5% do PIB dentro de dez anos.
Oliveira pontuou que o mercado de capitais e o setor privado serão essenciais para financiar esses investimentos. Assim, regulação e leis mais claras e amigáveis são essenciais.
O exemplo dado por ele é o do setor de saneamento, que representa uma tragédia social, mas uma grande oportunidade de investimento.
É uma tragédia, pois cerca de metade da população não tem coleta de esgoto e onde ela existe o tratamento ainda é mínimo. Além disso, o desperdício na cadeia de produção e tratamento de água é de 38%. Para cada 10 litros de água processada, quase quatro litros se perdem por ineficiências do sistema. “Nossa maior reserva de água é a nossa ineficiência”, resumiu Oliveira.
Ele citou o MP do Saneamento, que perdeu o prazo no Congresso, mas que será reapresentada como projeto de lei, como uma das iniciativas que melhoram a regulação e a estrutura de incentivos para investimentos no setor.
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
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