🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

"ruído de comunicação"

Mourão volta a dizer que Maia tem papel “imprescindível”

Vice-presidente classificou como ruído de comunicação a nova troca de farpas entre o presidente da Câmara e Bolsonaro. No novo episódio, Rodrigo Maia afirmou que Jair Bolsonaro está "brincando de presidir o País". Em resposta, o presidente avaliou como "irresponsável" a declaração

Hamilton Mourão - Imagem: Shutterstock

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, classificou como "ruído" as recentes divergências entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). "Ruídos ocorrem. Estamos em um mundo onde a comunicação se faz de forma instantânea e a transparência é muito maior que em outros períodos", avaliou Mourão. "Acho que houve algum ruído na comunicação entre os dois", reforçou Mourão. Ele falou pelo menos mais duas vezes que houve "ruído", e ponderou que as coisas serão "acertadas"

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em resposta ao presidente da Câmara, Bolsonaro lamentou e avaliou como "irresponsável" a declaração do parlamentar fluminense quando disse que ele está "brincando de presidir o País". Antes, o presidente da República fez insinuação de que Maia "passa por um momento difícil" em entrevista gravada ao programa "Brasil Urgente", apresentado por José Luiz Datena, na TV Bandeirantes. Na semana passada, o marido da sogra do democrata, Moreira Franco, foi preso.

Mourão voltou a afirmar hoje que Maia é "importante" e "imprescindível no processo que estamos vivendo no Brasil pelo papel que ele tem dentro da Câmara dos Deputados".

Sobre a derrota na Câmara, minimizou a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que engessa parcela maior do Orçamento e torna obrigatório o pagamento de despesas hoje passíveis de adiamento. Sobre o assunto, disse que a questão "está sendo mal interpretada". "Muda muito pouco, dá mais poder ao recurso das bancadas, que torna impositiva, obrigatório este gasto. Tudo está atrelado à arrecadação."

"O orçamento é um crédito e se o financeiro não cobre este crédito, tem duas linhas de ação: ou você faz um contingenciamento ou começa a fazer aquela pedalada e dar aqueles restos a pagar que vão se juntando e acaba acontecendo o que ocorreu com a presidente Dilma", disse Mourão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 3 de outubro de 2026 - 5:08
Tela do Meu INSS com opção de acesso pela conta gov.br 2 de outubro de 2026 - 5:07
Uma gangarra representando o Ibovespa: de um lado (vermelho), a gangorra está para baixo. De outro (verde), a gangorra está para cima. No centro, o Ibovespa. 1 de outubro de 2026 - 19:50
1 de outubro de 2026 - 15:01
pix internacional 1 de outubro de 2026 - 11:01
Bernard Appy, um dos autores do texto da reforma tributária 30 de setembro de 2026 - 13:50
Montagem de um leão deitado sobre pilhas de moedas, representando os títulos isentos de Imposto de Renda 30 de setembro de 2026 - 8:42
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 30 de setembro de 2026 - 7:55
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar