O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Custo dos fundos vem caindo desde 2005, mostra levantamento da ferramenta de informações financeiras Comdinheiro
A taxa de administração dos fundos de investimento de varejo caiu 42% de agosto de 2005 a agosto de 2019, segundo um levantamento feito pela ferramenta Comdinheiro, fornecedora de informações macroeconômicas e financeiras.
Há 14 anos, a taxa de administração média dos fundos acessíveis aos investidores em geral e distribuídos nas instituições financeiras voltadas para os clientes de varejo era de 2,54% ao ano. Hoje, ela é de 1,47% ao ano.

Foram consideradas as taxas de administração vigentes nos fundos ativos no último dia útil de cada mês de agosto desde 2005. O Comdinheiro considerou, como fundos de varejo, aqueles que tinham mais de 20 mil cotistas em cada data analisada.
A taxa de administração média em cada data foi ponderada pelo peso do patrimônio líquido do fundo na ocasião.
Segundo o Comdinheiro, o patrimônio dos fundos estados era de R$ 119 bilhões em 31 de agosto de 2005, passando para R$ 598 bilhões em 27 de agosto de 2019.
Leia Também
Nos últimos anos, a queda na taxa básica de juros (Selic) e o aumento da concorrência com a proliferação de novos fundos e a popularização de plataformas independentes de investimento obrigaram os fundos mais caros a reduzirem suas taxas, que comiam parte significativa do retorno da aplicação.
Embora a taxa de administração média atual ainda possa ser considerada alta para um cenário de Selic a 6,0% ao ano, a redução foi significativa, e hoje em dia já existe até fundo de varejo que não cobra qualquer taxa.
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”
Jordan Adams não está correndo apenas cerca de 42,2 km todos os dias por mais de um mês, ele também disputa contra o tempo