O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Presidente da distrital de Nova York, John Williams, disse acreditar que a política monetária está em tom neutro
O presidente da distrital de Nova York do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), John Williams, reconheceu estar "claro" para onde os mercados "querem" que a taxa básica de juros vá. "Mas isso não nos força a agir" de acordo com essa visão, afirmou nesta quinta-feira em evento no Conselho para Relações Exteriores, em Nova York.
Tratou-se de uma resposta à pergunta de um membro da plateia sobre se, no cenário de, daqui a um ano, a ponta longa da curva de juros ainda estar abaixo dos atuais juros básicos - estes na faixa entre 2,25% e 2,50% -, o Fed não passaria a estar com uma política monetária "apertada demais" e se veria obrigado a cortá-la.
Antes do questionamento, Williams havia confirmado que a atual inversão da curva de juros dos Treasuries na porção entre a T-bill de 3 meses e a T-note de 10 anos é "um dos vários fatores" que ele monitora ao pensar em política monetária.
"Minha visão é que estamos no nível neutro", comentou Williams sobre a atual taxa. "No mundo atual, pode ser que tenhamos de manter as taxas (básicas) ou pode ser que tenhamos de ajustá-las."
Segundo o presidente do Fed de Nova York, a política monetária está atualmente em uma fase em que ela não pode ser "tão firme".
Sobre a economia americana, Williams revelou ter um cenário-base de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de entre 2% e 2,25% em 2019.
Leia Também
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”
Jordan Adams não está correndo apenas cerca de 42,2 km todos os dias por mais de um mês, ele também disputa contra o tempo