O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco Central americano deixa taxa entre 2,25% a 2,5% ao ano e enxerga crescimento sustentado da economia e inflação ao redor da meta. Jerome Powell não tem pressa para mudar a política monetária
O Federal Reserve (Fed), banco central americano, manteve o juro básico da economia entre 2,25% e 2,5% ao ano, em linha com o esperado pelo mercado. No comunicado destaque para o uso do termo “paciente” ao falar sobre os próximos passos da política monetária. Até então, o Fed fala em novas altas graduais.
Os mercados reagiram positivamente à decisão. O Dow Jones tinha alta de 1%, pouco antes do anúncio e acelerou para 1,77%, no fechamento. O S&P subiu 1,55%, de variação de 0,8% antes, e o Nasdaq teve valorização de 2,2%, contra 1,2% antes da decisão.
O mercado reage de forma positiva, pois tem a certeza de “dinheiro barato” por mais tempo. O BC americano determina as condições globais de liquidez e o que ele está dizendo é que 2,5%, por ora, está de bom tamanho e não há pressa para mudar isso.
Os críticos dessa postura do Fed, no entanto, avaliam que quanto mais tempo o Fed leva para normalizar a política monetária, maiores os desequilíbrios financeiros que vão se acumulando, já que dinheiro barato resulta em má alocação de recursos, irresponsável avaliação de risco e maior alavancagem do setor não financeiro. A próxima grande crise viria justamente dessa conjunção de fatores.
A estabilidade da taxa era prevista, pois desde o encontro de dezembro e a consequente instabilidade nos mercados, quase todos os membros do Fed com direito a voto foram a público falar em “paciência”, “pausa” e “espera” para descrever o processo de normalização das condições monetárias que começou em 2016.
Em entrevista após a decisão, o presidente do Fed, Jerome Powell, falou que o Fed tem o luxo e o privilégio de poder ter paciência e pode “esperar para ver” os impactos de eventual mudança de cenário sobre a economia antes de tomar novas decisões sobre o rumo da taxa de juros.
Leia Também
A taxa básica entre 2,25% e 2,5% é vista como “apropriada”, neste momento, para garantir o crescimento da economia e um mercado de trabalho forte e não há pressa em mudar isso.
Segundo Powell, o menor ritmo de crescimento da economia mundial e o comportamento da inflação, que deve seguir baixa em função da queda recente do petróleo, melhoraram o balanço de riscos da instituição, por isso da mudança de postura, que até então era de fazer novas elevações de juros.
Perguntado se o próximo movimento será de alta ou de queda, Powell disse que isso vai depender dos dados. “Vamos esperar pacientemente e deixar os dados ficarem mais claros”, disse. No entanto, ele ressaltou que expectativas ou inflação mais elevada seriam a coisa mais importante para determinar um aperto dos juros.
De acordo com Powell, a “narrativa” de menor crescimento global continua e os dados estão mostrando isso na China e na Europa. Do lado interno, ele mencionou a paralisação parcial do governo (shutdown) que terá impacto sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre.
Além disso, Powell também falou que as condições financeiras ficaram mais restritivas desde o fim do ano passado e assim permanecem neste começo de 2019. Ele ressaltou que o Fed não olha apenas para o mercado de ações, mas para um amplo conjunto de dados e que o Fed não reage a variações pontuais em ativos, spreads de juros e outros indicadores, mas sim quando ocorre alguma mudança mais duradoura no mercado.
Perguntado se há uma bolha na dívida corporativa dos EUA, Powell disse que o Fed presta muita atenção à alavancagem das empresas, mas que dá maior ênfase à exposição do setor financeiro, se os bancos estão “segurando” muito desses riscos de não pagamento. A avaliação é que as instituições financeiras são muito melhores agora “com a nossa ajuda” do que antes da crise.
Powell foi perguntado se o Fed se dobrou às críticas do presidente Donald Trump, que no fim do ano passado bateu pesado na instituição pela alta de juros. “Nós ligamos para uma única coisa, fazer nosso trabalho para o povo americano”, disse, complementando que o Fed sempre fará o que acha que tem de ser feito sem levar em conta considerações políticas.
No mercado, a previsão é de estabilidade do juro básico até pelo menos o encontro de junho. A próxima reunião do Fed acontece em 20 de março, quando também serão apresentas as projeções dos membros do BC sobre as principais variáveis econômicas.
Outro ponto tão relevante quanto a decisão sobre a taxa de juros é o aceno sobre o ritmo de redução do balanço de ativos do Fed, que foi amplamente utilizado depois da crise de 2008 para a compra de títulos privados e do Tesouro.
A redução do balanço, que tira liquidez da economia, estava em “piloto automático” na faixa de US$ 36 bilhões por mês até Powell falar, no começo de janeiro, que o Fed poderia rever essa decisão.
Sobre o tema, Powell disse que o comitê está avaliando a melhor forma de reduzir o balanço do Fed e reafirmou que a taxa de juros é a ferramente de política monetária. Por outro lado, Powell ponderou que se as condições demandarem o Fed pode voltar a ampliar seu balanço como forma de prover liquidez ao sistema.
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (22). Hoje (23) o destaque é a Mega-Sena, mas a Quina e a Timemania também oferecem prêmios de oito dígitos.
Tim Cook decide deixar o posto de CEO da Apple após 15 anos de liderança; big tech virou trilionária durante sua gestão
Prêmio do Big Brother Brasil saiu de R$ 2,7 milhões para R$ 5,4 milhões, além do rendimento de R$ 200 mil que Ana Paula embolsará
Ana Paula, campeã do BBB26, ganhou R$ 5,4 milhões e poderá aumentar esse valor se investir na renda fixa conservadora
Teto de renda mensal para participar do Minha Casa Minha Vida passa de R$ 12 mil para R$ 13 mil
Mega-Sena lidera as estimativas de prêmios das loterias da Caixa, mas seu próximo sorteio está programado para ocorrer somente na quinta-feira (23)
Lotofácil 3666 fez um novo milionário na noite de segunda-feira (20), mas o valor não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Loterias tiram ‘folga’ hoje (21).
Ganhador do BBB 26 ganhará R$ 5,4 milhões e poderá aumentar esse valor se investir na renda fixa conservadora
Com o mundo mais turbulento e eleições no segundo semestre, sustentar o dólar em patamares baixos será um desafio
O órgão afirmou que não monitora transações individuais nem envia notificações com base apenas no volume de movimentações financeiras
No caso do dólar, a estimativa indica que a moeda norte-americana não deve continuar operando abaixo de R$ 5,00 até o final de 2026; confira a cotação projetada para o câmbio
Mega-Sena entrou acumulada em abril e foi recuperando posições até retomar o topo do ranking de maiores prêmios das loterias da Caixa, que estarão em recesso na terça-feira (21)
Amanhã, terça-feira (21), será feriado no Brasil. O país para para marcar o Dia de Tiradentes. Diante disso, muitos investidores podem estar se questionando como será o funcionamento da Bolsa de Valores, do Ibovespa, dos bancos e do Pix nesta segunda-feira (20). Pensando em auxiliar os leitores, a equipe do Seu Dinheiro confirmou com a […]
Região concentra minerais-chave da transição energética e pode ganhar protagonismo na disputa entre EUA e China, dizem autoridades
Com bloqueio no Estreito de Ormuz, companhias aéreas cortam rotas e criam taxas extras diante da disparada do combustível
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025