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Confira os detalhes do IPO que pode fazer com que a XP seja avaliada em até US$ 13,8 bilhões (R$ 58 bilhões). Preço por ação deve ser definido em 10 de dezembro
A oferta de ações da XP Investimentos na bolsa norte-americana Nasdaq pode movimentar até US$ 2,1 bilhões (R$ 8,9 bilhões, no câmbio de hoje), o que pode levar a empresa brasileira a ser avaliada em até US$ 13,8 bilhões (R$ 58 bilhões).
Os valores consideram que a XP conseguirá vender suas ações no preço máximo da faixa estipulada, que varia entre US$ 22 e US$ 25 por cada papel. A definição do preço está prevista para o dia 10 de dezembro. O código de negociação da empresa na Nasdaq será simplesmente "XP".
Assim como ocorreu com outras empresas que abriram capital nas bolsas americanas, a XP terá dois tipos de ação. Os papéis classe A, que serão negociados na Nasdaq, darão direito a um voto cada, enquanto que os da classe B, que ficarão de posse dos atuais controladores, terão dez votos cada.
A oferta deve envolver inicialmente a emissão de 42.553.192 novas ações classe A em uma oferta primária, que pode reforçar o caixa da XP em US$ 1,064 bilhão caso os papéis saiam no teto da faixa indicativa no IPO.
A operação envolve ainda a venda de 29.957.449 papéis que pertencem aos atuais acionistas, que podem embolsar até US$ 749 milhões. Caso vendam também o lote adicional de 10.876.596 ações, os atuais sócios da XP podem levar para casa até US$ 1,021 bilhão no IPO.
A XP Controle – holding dos principais sócios da corretora – aparece como a principal vendedora na operação. A empresa, que tem como principais sócios Guilherme Benchimol, Bernardo Amaral Botelho, Carlos Alberto Ferreira Filho, Gabriel Leal, Fabrício Almeida, Bruno Constantino Alexandre dos Santos e Guilherme Sant’Anna Monteiro da Silva, pode embolsar até US$ 642 milhões com a venda de parte de suas ações.
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Mesmo com a venda, a XP Controle continuará dando as cartas na empresa, com 54,79% do capital votante.
A gestora General Atlantic, que comprou uma participação na corretora em 2013, também vai aproveitar a abertura de capital para vender até US$ 328 milhões em ações. A Dynamo deve embolsar outros US$ 50,6 milhões – sempre levando em conta o preço máximo por ação.
O Itaú Unibanco, que pagou R$ 6,3 bilhões por uma participação de 49,9% no capital da XP em 2017, não pretende vender ações no IPO e passará a deter 32,49% do capital votante da empresa após o IPO – considerando a venda de todos os lotes de ações.
A oferta de ações já conta com um investidor-âncora. A firma americana Durable Capital Partners informou que pretende comprar até 7.251.064 ações classe A no IPO, o equivalente a 10% do total da operação, sem considerar o lote extra.
Pelas contas que já começaram a circular no mercado, a XP deve estrear na bolsa valendo 29 vezes o lucro projetado para 2020. Está longe de ser uma barganha, mas com a perspectiva de crescimento da companhia e do mercado, a expectativa é que a procura pelas ações seja grande. De janeiro a setembro, a corretora registrou lucro líquido de R$ 699 milhões, praticamente o dobro do mesmo período do ano passado.
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