🔴 CHEGOU A HORA DE PROGRAMAR OS SEUS AGENTES DE IA – CONFIRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Investimento na moeda americana

Cresce número de investidores que especulam com o dólar

Conhecido como "mini de dólar", esse derivativo define um comprador e um vendedor da moeda americana em uma data futura e a um preço determinado

Dólar
Imagem: Shutterstock

Entender a negociação de ações no mercado à vista já exige bastante paciência. Mas há produtos ainda mais complexos, como os derivativos, que podem assustar quem quer conhecer o mercado financeiro. Mesmo assim, um número cada vez maior de pessoas acredita que pode lucrar com esses ativos. Segundo dados informados pela B3, a Bolsa paulista, 581 investidores, em média, negociaram minicontratos de dólar ao longo de 2014. Quatro anos depois, esse número subiu para 11.199. Só em dezembro do ano passado, último dado fornecido, o número foi de 14.211, mais de 20 vezes o total de 2014. Os números se referem apenas a pessoas físicas - ou seja, não entram na conta os investidores institucionais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conhecido como "mini de dólar", esse derivativo define um comprador e um vendedor da moeda americana em uma data futura e a um preço determinado. A negociação pode ser feita por meio da própria plataforma das corretoras. Uma das indicações do produto é para quem deseja se proteger das oscilações cambiais.

Mas é com o objetivo de lucrar com a volatilidade do dólar que a maior parte das pessoas físicas opera esses minicontratos, dizem especialistas. Para isso, o contrato não é levado até o fim. A ideia desses investidores de perfil agressivo é identificar oportunidades de compra e venda, saindo da operação em um mesmo dia, prática conhecida como "daytrade". Um dos motivos que contribuíram para o forte aumento de investidores nesse mercado, conta o economista-chefe da Guide, Victor Candido, é a explosão de informações sobre esse tipo operação, sobretudo no YouTube. "Hoje, conseguir informação é muito simples. Mas é extremamente arriscado e a maioria não entende muito bem como funciona o câmbio", afirma.

O "mini de dólar" é atrativo para esses investidores pela combinação de alavancagem e volatilidade, o que permite grandes ganhos com pequenos valores investidos, diz Rodrigo Puga, executivo-chefe da Modalmais.

Segundo ele, a corretora vem registrando um aumento de 10% ao mês em número de clientes no ramo, a maior parte sem muita experiência. "Sempre falamos que não é fácil ganhar dinheiro. É preciso ter muito controle de risco, porque a volatilidade pode ser para o bem ou para o mal", alerta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em algumas corretoras, os investidores aplicam menos de R$ 100 para negociar contratos de cerca de R$ 4 mil. Se não houver gatilho para encerrar posições, eles podem ficar com um saldo devedor dezenas de vezes maior do que o investimento feito.

Leia Também

O PREÇO DAS ELEIÇÕES

Sem rali eleitoral? Gatilho para a bolsa brasileira fica para depois das eleições; saiba qual é, segundo o JP Morgan

INSEGURANÇA

Bets estudam medidas para tentar reverter proibição depois de MP de Lula, mas proximidade da eleição atrapalha

Hoje um investidor em tempo integral, Jefferson Silva, de 36 anos, lembra de perder R$ 1,5 mil em um único dia logo quando começou nesse nicho, enquanto ainda trabalhava com TI. "Tentava me esconder em alguma sala de reunião para operar, mas às vezes dava tudo errado", diz ele, conhecido no mercado como 'Laatus', nome do curso que oferece sobre mini de dólar. "É uma situação complicada, porque você acaba não dando a atenção que o mercado exige. Muita gente acaba se machucando muito."

Outro fator também apontado pelos especialistas para a elevação na procura por minicontratos é a queda dos custos de corretagem. Para complementar a renda depois de um acidente de carro, o administrador André Mazoni, de 42 anos, viu um caminho mais barato no minicontrato, em relação às ações. "Achava que só poderia operar se fosse rico. As operações de mini não precisam de um capital muito grande."

Cuidados

Mesmo com a alta, o número de operadores de minicontratos ainda é pequeno em relação a outras opções, como fundos, ressalta William Eid, do Centro de Estudos de Finanças da FGV. Para o economista, a especulação contribui para a liquidez ao mercado, mas a recomendação é entrar apenas como estratégia de proteção cambial. "É um jogo de soma zero. Não pode haver ilusão: se alguém ganhou, outro perdeu", destaca. Eid diz que para operar no ramo é preciso muito estudo, o que requer cuidado com as fontes de informação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Especialistas discutem cenário para o Brasil durante o Inter Invest Summit. Foto: Divulgação 26 de setembro de 2026 - 17:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 26 de setembro de 2026 - 16:08
Dolphin Mini 26 de setembro de 2026 - 15:00
26 de setembro de 2026 - 11:24
IA, Dinheiro, lucro, Esquecido 26 de setembro de 2026 - 9:00
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar