🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Bom sinal

Estrangeiro volta a comprar dívida pública brasileira

No trimestre compra líquida foi de R$ 42,5 bilhões, com estoque indo a R$ 460 bilhões. Para o Tesouro, movimento capta otimismo com reformas

Brasil dinheiro bussola bolsa brasileira ibovespa b3
Imagem: Shutterstock

Mesmo que de forma tímida o estrangeiro segue ampliando sua participação na dívida pública brasileira. Agora em março, o estoque foi a R$ 460,88 bilhões, maior volume nominal desde junho de 2016.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No trimestre, a compra líquida soma R$ 42,5 bilhões, depois de fechar 2018 com aquisição de apenas R$ 2,08 bilhões. No primeiro trimestre do ano passado ocorreu modesta saída de R$ 1,16 bilhão. As cifras não animam, mas olhando em perspectiva, 2017 fechou com redução de R$ 11,50 bilhões, depois dos R$ 70 bilhões retirados em 2016.

Segundo o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Luis Felipe Vital, a expectativa é de que um fluxo "positivo e constante" ocorra após a aprovação da agenda de reformas, em especial a reforma da Previdência.

Para Vital, esse movimento inicial de compra se dá muito pelo otimismo com a possibilidade de aprovação da reforma.

As compras do não residente se concentram em papéis prefixados, com prazos superiores a cinco anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em termos percentuais, o gringo responde por 12,2% da Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFI), que subiu 0,87% em março, para R$ 3,764 trilhões. Entre 2014 e 2015, a participação rondava os 20%, mas a perda do grau de investimento mudou o padrão.

Leia Também

CONTRA O PETRÓLEO CARO

Gasolina mais barata? Governo detalha pacote de R$ 7 bilhões para conter preços dos combustíveis  

PREVISÃO DO TEMPO

Nova frente fria vem aí: o que causou o novo alerta de temporais em São Paulo a partir de hoje

Os maiores financiadores da dívida brasileira são os fundos de investimentos, carregando R$ 1,025 trilhão, ou 27,24%, posição que está consolidada desde o fim de 2017. Na sequência temos as instituições de Previdência, com R$ 908 bilhões, ou 24,15%, e, por fim, os bancos, com R$ 840 bilhões, ou 22,33%.

Ambiente em março

Segundo Vital, o mês de março foi marcado por um cenário externo mais negativo, com preocupações com crescimento global e isso pesou no mercado. “A percepção de risco de emergentes foi negativa”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora em abril, explicou Vital, observamos dados econômicos mais positivos sobre atividade na China e Estados Unidos, que acabam reduzindo a preocupação com crescimento global. “Observamos queda na percepção de risco para emergentes.”

No ambiente interno, Vital lembrou que o mês começou com pouco mais de incerteza, mas elas se dissiparam como o encaminhamento da reforma pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), resultando em redução de volatilidade e do patamar das taxas de juros.

Carregando a montanha

O Tesouro também atualiza mensalmente o custo de carregar esses trilhões de dívida. O custo médio acumulado em 12 meses foi de 9,36% em março, avançando de 9,32% em fevereiro.

Essa alta capta o aumento da inflação, que foi maior em março desde ano em comparação com março do ano passado. Esse movimento deve continuar a acontecer, já que a expectativa é de que tenhamos alguns meses de inflação maior no comparativo anual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A inflação é um dos principais indexadores da dívida pública, assim como a taxa Selic. Então, quanto maior a inflação e maior o juro, mais “cara” a dívida brasileira. Para dar uma ideia, o custo da dívida chegou a ultrapassar 16% no fim de 2015 e começo de 2016. Aqui as taxas de juros reais também importam.

Já o custo médio de emissão em mercado caiu pelo 30º mês consecutivo e marcou 7,27% no mês passado, menor valor da série histórica iniciada em 2010. O custo de emitir uma NTN-B fechou o mês em 9,36%, acima dos 8,88% de fevereiro. Para dar um parâmetro, no fim de 2015 esse custo passava dos 17%.

Tesouro custo emissão

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fim do feriado 7 de setembro. 8 de setembro de 2026 - 6:42
Eugenio Trifonov, russo que se mudou para Santa Catarina e se tornou confeiteiro da Kiss my Cake 6 de setembro de 2026 - 9:00
Confira quais números saíram mais e menos vezes desde a primeira edição da Lotofácil da Independência e se vale apostar neles para tentar o prêmio milionário de R$ 220 milhões 6 de setembro de 2026 - 7:10
Investment And Finance Concept - Gold Trophy Sitting On Yellow Financial Graph Background 5 de setembro de 2026 - 9:00
Gás do Povo Foto: Roberta Aline/ MDS 4 de setembro de 2026 - 5:24
Logo do Tesouro Direto e celular 3 de setembro de 2026 - 16:53
CEO da Marabraz casa 3 de setembro de 2026 - 14:39
moeda trump 3 de setembro de 2026 - 11:33
fórum empreendedor 3 de setembro de 2026 - 11:00
INSS Bpc 3 de setembro de 2026 - 5:51
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar