O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Criptomoeda viu seu valor passar de US$ 7,5 mil para US$ 13,88 mil em 17 dias. Hoje, por volta do meio-dia, a moeda estava cotada a US$ 11,9 mil. Apesar da queda, acumulado dos últimos 3 meses é de 183%
Depois de registrar seguidas altas, o bitcoin (BTC) registrou mais um marco na sua recente onda de valorização. Nesta quarta-feira (26), a criptomoeda atingiu a marca de US$ 13,8 mil, maior valor registrado desde janeiro de 2019.
Mas, como lembrete de que se trata de uma moeda de natureza extremamente volátil, o bitcoin registrou uma queda de quase US$ 2 mil dólares em poucos minutos. A moeda, que estava cotada acima dos US$ 13,8 mil passou a US$ 11,9 mil em menos de uma hora, segundo o Refinity data.
A onda de valorização recente viu o ativo passar de US$ 7,5 mil para US$ 13,8 mil nos últimos 17 dias. Hoje, por volta do meio-dia, a moeda estava cotada a US$ 11,9 mil (cerca de R$ 46 mil). Embora ainda esteja no patamar dos US$ 11 mil, a moeda já mostra sinais de recuperação.
Para os analistas, diversos fatores podem ajudar a explicar a queda recente. Segundo o CoinDesk, publicação especializada em criptomoedas, a desvalorização se deve a uma correção técnica um dia após o pico registrado. Para Alistair Milne, chefe do Altana Digital Currency Fund, é impossível que o valor suba tão rapidamente e se sustente por muito tempo.
Outros acreditam que a queda acentuada se deve a uma instabilidade na popular plataforma de criptomoedas Coinbase. Outras moedas digitais, como o Ethereum e Litecoin, também passaram a acumular baixas.
Mesmo com a desvalorização abrupta, o bitcoin ainda acumula uma alta de 183% nos últimos três meses, sendo o melhor resultado trimestral desde o 4º trimestre de 2017.
Leia Também
O recente entusiamo renovado em torno das criptomoedas pode ter a sua origem no Facebook. O nascimento da libra, a moeda digital própria da gigante de tecnologia, é uma das notícias que mais chama a atenção nas últimas semanas.
Os analistas estão confiantes de que a base de 2,4 bilhões de usuários da rede social pode ajudar a popularização as transações que utilizam criptomoedas como forma de pagamento. Além disso, o projeto também tem apoio de pesos-pesados do setor de pagamentos, como Visa, Mastercard e PayPal.
A moeda do Facebook, no entanto, tem alguns fatores importantes que a diferencia dos nomes já conhecido do mercado. A libra, por exemplo, está atrelada a uma série de reservas reais, como depósitos bancários e papéis do Tesouro, o que deve trazer uma estabilidade maior ao seu valor, um problema enfrentado por moedas como o bitcoin.
Além das novas aventuras do Facebook, o posicionamento mais suave (dovish) dos bancos centrais também ajuda a explicar o entusiasmo dos investidores, que aguardam novos cortes na taxa básica de juros e novas medidas de incentivo monetário para lidar com a desaceleração da economia mundial.
Tensões geopolíticas também influem na demanda pelas moedas digitais. Segundo analistas ouvidos pelo Financial Times, por ser independente de governos e instituições financeiras, a demanda cresce junto com a deterioração da confiança nas instituições.
Quer saber quais criptomoedas têm potencial de valorização a partir de agora? O analista gráfico Fausto Botelho listou 5 altcoins aqui. No vídeo, ele explica o que pode acontecer com as criptomoedas se o S&P cair.
*Com informações de CoinDesk e Financial Times
Enquanto uns brilharam, outros comeram poeira em meio à volatilidade que marcou o ano — o ativo digital que mais perdeu no período caiu quase 90%; saiba para onde olhar em 2026
A maior empresa de tesouraria de bitcoin do mundo informou que adicionou mais de 10 mil BTC ao seu caixa, investindo US$ 980 milhões em plena fase de baixa do mercado
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
Duas moedas físicas criadas em 2011 e 2012, quando o bitcoin valia centavos, reaparecem e somam R$ 975 milhões
Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Mercado global de criptomoedas perdeu cerca de US$ 1 trilhão desde o pico de preços nos últimos dias
Queda expressiva do Bitcoin derrubou o desempenho da competição da Synthetix, onde quase 90% dos participantes terminaram no prejuízo
Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda
Leão atualizou prestação de informações relativas a operações com criptoativos a fim de intensificar o combate à evasão, à lavagem de dinheiro e ao financiamento de atividades criminosas
Enquanto a maior criptomoeda do mundo registra uma queda da ordem de 13,6% em 30 dias, empresas como a Strategy, a OranjeBTC e o Méliuz têm desempenhos mais fracos
Sempre que um determinado lanche do Mc volta para o cardápio, o Bitcoin dispara. Será que esse fenômeno vai se repetir agora?
Analista técnica e trader parceira da Ripio diz que a próxima faixa de resistência para o bitcoin está entre US$ 106,7 mil e US$ 112,5 mil
A maior criptomoeda do mundo chegou a romper o chamado “suporte psicológico” dos US$ 100 mil na sexta-feira (7), o que ampliou o sentimento de medo extremo entre investidores.
O bitcoin acabou arrastando com ele outros ativos digitais — o ethereum (ETH), por exemplo, chegou a cair quase 10%, com muitos tokens registrando perdas superiores a 50%
De Warren Buffett a Peter Schiff, o Bitcoin já foi declarado ‘morto’ mais de 400 vezes — mas quem investiu em cada uma dessas previsões estaria milionário hoje
O bitcoin até começou outubro em alta, mas turbulências macroeconômicas pesaram sobre o mercado de criptomoedas, especialmente a guerra comercial
Rico, famoso e compositor musical: robô da inteligência artificial compartilha memes, investe e deseja ter direitos, além da própria voz
O youtuber mais famoso do mundo agora pretende expandir seu império com um registro de marca voltada a serviços e pagamentos com criptomoedas; veja quem é
Maior apreensão de bitcoin da história dos EUA expõe rede criminosa ligada ao Camboja, que usava trabalho forçado e mineração para lavar dinheiro.
Analistas projetam que a plataforma de cashback vai ter um Ebitda de R$ 20 milhões no terceiro semestre deste ano