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Desde março do ano de 2018, a taxa básica de juros era mantida em 6,5%. Mas o Copom, na quarta-feira passada, anunciou o corte da Selic de 6,5% para 6% ao ano e ainda acenou para novas reduções
Na primeira edição do Boletim Focus após a reunião da semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom), os economistas do mercado financeiro projetam que a Selic no fim de 2019 fica em 5,25% ao ano. A projeção da segunda-feira passada era de 5,50%.
Desde março do ano de 2018, a taxa básica de juros era mantida em 6,5%. Mas o Copom, na quarta-feira passada, anunciou o corte da Selic de 6,5% para 6% ao ano e ainda acenou para novas reduções.
Nesta segunda, 5, o Relatório de Mercado Focus trouxe também a projeção para a Selic no fim de 2020, que permaneceu em 5,50% ao ano. Em 2021, a projeção ficou em 7% ao ano, assim como em 2022 - mesmos números da semana passada.
O Focus ainda trouxe a estimativa para o o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019: 0,82%, mesma projeção da semana passada. Para 2020, a estimativa dos economistas segue em 2,10%. Quatro semanas atrás, estava em 2,20%.
No fim de junho, o BC atualizou, por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), sua projeção para o PIB em 2019, de alta de 2,0% para elevação de 0,8%.
No Focus de hoje, a projeção para a alta da produção industrial de 2019 foi de 0,50% para 0,23%. Há um mês, estava em 0,70%. No caso de 2020, a estimativa de crescimento da produção industrial foi de 3,00% para 2,75%, ante 3,00% de quatro semanas antes.
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A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2019 passou de 56,05% para 56,10%. Há um mês, estava em 56,10%. Para 2020, a expectativa foi de 58,30% para 58,70%, ante 58,30% de um mês atrás.

O Relatório de Mercado Focus trouxe manutenção na projeção para o resultado primário do governo em 2019. A relação entre o déficit primário e o Produto Interno Bruto (PIB) este ano seguiu em 1,30%. No caso de 2020, permaneceu em 1,00%. Há um mês, os porcentuais estavam em 1,40% e 1,00%, respectivamente.
Já a relação entre déficit nominal e PIB em 2019 seguiu em 6,40%, conforme as projeções dos economistas do mercado financeiro. Para 2020, seguiu em 6,05%. Há quatro semanas, estas relações estavam em 6,20% e 5,99%, nesta ordem.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Já o resultado nominal reflete o saldo já após as despesas com juros.
O relatório de mercado Focus mostrou manutenção no cenário para a moeda norte-americana em 2019. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em R$ 3,75, ante R$ 3,80 de um mês atrás.
Para o próximo ano, a projeção para o câmbio permaneceu em R$ 3,80, igual ao verificado quatro pesquisas atrás.
Já mediana para o IPCA este ano, no segundo o Focus, seguiu com alta de 3,80%. Há um mês, estava no mesmo patamar. A projeção para o índice em 2020 permaneceu em 3,90%. Quatro semanas atrás, estava em 3,91%.
O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2021, que seguiu em 3,75%. No caso de 2022, a expectativa permaneceu em 3,50%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,75% para ambos os casos.
A projeção dos economistas para a inflação está abaixo do centro da meta de 2019, de 4,25%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,75% a 5,75%). Para 2020, a meta é de 4%, com margem de 1,5 ponto (de 2,50% a 5,50%). No caso de 2021, a meta é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). Já a meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%).
As projeções mais recentes do BC, considerando o cenário de mercado, apontam para inflação de 3,6% em 2019 e 3,9% em 2020. Elas constaram no comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgado na semana passada. Na ocasião, o colegiado reduziu a Selic (a taxa básica de juros) de 6,50% para 6,00% ao ano.
No Focus de desta segunda-feira, 5, entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2019 passou de 3,81% para 3,82%. Para 2020, a estimativa do Top 5 seguiu em 3,93%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,72% e 4,00%, nesta ordem.
No caso de 2021, a mediana do IPCA no Top 5 seguiu em 3,80%, ante 3,75% de um mês atrás. A projeção para 2022 no Top 5 permaneceu em 3,80%, ante 3,75% de quatro semanas antes.
Os economistas do mercado financeiro alteraram a projeção para a balança comercial em 2019 na pesquisa Focus realizada pelo Banco Central, de superávit comercial de US$ 52,00 bilhões para superávit de US$ 52,60 bilhões. Um mês atrás, a previsão era de US$ 51,50 bilhões. Para 2020, a estimativa de superávit passou de US$ 46,40 bilhões para US$ 47,43 bilhões. Há um mês, também estava em US$ 46,40 bilhões.
Na estimativa mais recente do BC, o saldo positivo de 2019 ficará em US$ 46,0 bilhões. Esta projeção foi atualizada no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de junho.
No caso da conta corrente, a previsão contida no Focus para 2019 passou de déficit de US$ 22,00 bilhões para déficit de US$ 21,50 bilhões, ante US$ 22,80 bilhões de um mês antes. Para 2020, a projeção de rombo foi de US$ 32,50 bilhões para US$ 32,40 bilhões. Um mês atrás, o rombo projetado era de US$ 33,00 bilhões.
O BC projeta déficit em conta de US$ 19,3 bilhões em 2019.
Para os analistas consultados semanalmente pelo BC, o ingresso de Investimento Direto no País (IDP) será mais do que suficiente para cobrir o resultado deficitário nos próximos anos. A mediana das previsões para o IDP em 2019 seguiu em US$ 85,00 bilhões, igual a um mês atrás. Para 2020, a expectativa foi de US$ 85,28 bilhões para US$ 85,56 bilhões, ante US$ 84,68 bilhões de um mês antes.
O BC projeta IDP de US$ 90,0 bilhões em 2019.
*Com Estadão Conteúdo
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