O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os que defendem ao menos um aceno ao corte no comunicado dão ênfase à avaliação da modelagem que considera a longa permanência da taxa de desemprego elevada e a ociosidade da economia
Ex-diretores do Banco Central (BC) se dividem sobre quando a instituição deve começar a cortar a taxa de juros básica da economia (Selic). Enquanto uma ala defende uma redução imediata - ou ao menos uma sinalização mais firme sobre o começo desse movimento -, uma outra parte avalia que o BC deve manter a estratégia adotada até agora e esperar uma definição sobre a reforma da Previdência para rever sua política monetária. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central começa na terça-feira, 18.
Os que defendem ao menos um aceno no comunicado dão ênfase à avaliação da modelagem que considera a longa permanência da taxa de desemprego elevada e a ociosidade da economia, indicando boas chances de a inflação seguir rodando abaixo do centro da meta neste e no próximo ano. Do outro lado, há o argumento de que o cenário, antes da aprovação da reforma da Previdência, ainda é arriscado e seria apropriado o Copom aguardar mais.
"Sem dúvida alguma, quando olhamos dados de hoje, vamos estar com a inflação tanto neste ano quanto no próximo bastante abaixo das metas e em um contexto no qual a economia não cresce", diz Luiz Fernando Figueiredo, sócio-fundador da Mauá Capital. Para ele, pelo modelo que se tem hoje, está na hora de reduzir os juros. Sua projeção para a inflação oficial deste ano é de 3,7%.
Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 0,13% - acumulando 2,22% no ano. Já a taxa de desemprego ficou em 12,5% no trimestre terminado em abril. Aliado a isso, há sucessivas revisões para baixo de projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) tanto neste ano quanto em 2020.
Alexandre Schwartsman, da Schwartsman & Associados, espera, ao menos, nesta próxima reunião um reconhecimento e uma sinalização por parte do Copom de que o crescimento menor da economia e o desemprego alto já há algum tempo apontam para riscos baixos para a inflação no médio prazo.
Tanto Figueiredo quanto Schwartsman ressaltam que, no início do ano, a expectativa era a de que o ritmo de recuperação da economia brasileira fosse mais significativo, o que foi frustrado. Aliado a isso, o ambiente externo também se deteriorou com perspectivas mais acentuadas de menor crescimento e com os bancos centrais das principais economias desenvolvidas já discutindo cortes nos juros.
Leia Também
Um pouco mais cauteloso, Mário Mesquita, economista-chefe do Itaú Unibanco, diz acreditar que a trajetória prospectiva da inflação permitirá ao Copom começar a flexibilizar a política monetária, mas apenas a partir de sua reunião de setembro. Isso, diz, considerando a aprovação da reforma da Previdência em agosto. "A reforma é condicionante porque, sem esta, devemos ter uma nova e, possivelmente, intensa rodada de depreciação cambial, que comprometeria o até aqui benigno cenário inflacionário."
"Não vejo na inflação razão para cortar juros neste momento", diz o economista-chefe do USB, Tony Volpon, para quem o BC deve optar pela cautela e aguardar o que resultará da aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso - até para ter uma dimensão de quão robusta ela será. "Seria prudente para o BC esperar e ver o que sai dessa reforma." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação
O ganhador ou a ganhadora do concurso 3611 da Lotofácil pode dizer que viveu na pele uma história que só acontecia no cinema — até agora; demais loterias (11) sorteadas ontem acumularam.
Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país
Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar
“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC
Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.
Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos
Apesar de não ser tão extravagante quanto a residência principal do bilionário, o imóvel tem várias características de luxo
O deputado acrescentou que, sob sua presidência, a Câmara não colocará em votação nenhuma proposta que altere o modelo atual de independência do BC
Na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o ministro avaliou sua gestão na Fazenda, rebateu o ceticismo de investidores, defendeu a autonomia do BC e comentou o caso Master, exaltando Gabriel Galípolo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
Mesmo com sinais de arrefecimento da inflação, Gabriel Galípolo afirma que mercado de trabalho forte e salários em alta exigem cuidado extra com cortes na taxa básica
A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores.
Nos últimos cinco anos, a queda do consumo de vinho foi de 22,6%. O último ano positivo foi 2020, início da pandemia, quando o isolamento obrigou muitos argentinos a ficar em casa