Menu
2019-04-04T14:42:11-03:00
Estadão Conteúdo
Diálogo aberto

Após reunião, Trump aponta progresso em negociações comerciais entre Estados Unidos e China

Líder americano se mostrou otimista quanto à possibilidade de um acordo ser firmado até o prazo de 1º de março

31 de janeiro de 2019
20:21 - atualizado às 14:42
Donald Trump e Xi Jinping
Trump voltou a afirmar que pretende se encontrar com o presidente da China, Xi Jinping - Imagem: Shutterstock

A reunião entre equipes de alto escalão dos Estados Unidos e da China sobre as relações comerciais entre os dois países terminou há pouco, com o presidente americano, Donald Trump, se mostrando otimista quanto à possibilidade de um acordo ser firmado até o prazo de 1º de março. De acordo com o republicano, a extensão da data limite não foi alvo de discussão na conversa que durou dois dias. A delegação chinesa foi comandada pelo vice-primeiro-ministro do país asiático, Liu He, enquanto a delegação americana contou com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, e com o representante comercial, Robert Lighthizer.

No Salão Oval da Casa Branca, Trump voltou a afirmar que pretende se encontrar com o presidente da China, Xi Jinping, e ressaltou que um acordo pode ser firmado entre os dois líderes. Além disso, o americano comentou que nenhuma data foi marcada para uma reunião entre ele e Xi, embora tenha enfatizado que as negociações comerciais terão continuidade. Lighthizer e Mnuchin devem ir à China "em breve" para saber o nível em que estão as conversas entre as duas maiores economias do globo.

Em comunicado emitido após o fim da reunião e durante a conversa de Trump com repórteres, a Casa Branca afirmou que aprecia "a preparação, diligência e profissionalismo demonstrados ao longo desses encontros" por Liu He e sua equipe. Além disso, o documento traz as questões que foram discutidas durante as reuniões. Entre elas, estão as transferências de tecnologia de empresas americanas para companhias chinesas; a necessidade de maior proteção e aplicação de direitos de propriedade intelectual em solo chinês; as barreiras tarifárias enfrentadas por empresas dos EUA na China; danos resultantes de roubo cibernético da China de propriedades comerciais americanas; os subsídios estatais chineses a empresas estatais; a necessidade de remoção de barreiras e tarifas a produtos manufaturados, serviços e agricultura; e o papel das moedas nos EUA.

De acordo com a Casa Branca, tanto as autoridades chinesas quanto as americanas "mostraram boa disposição para se engajar em todas as questões importantes, e as sessões de negociação apresentaram discussões produtivas e técnicas sobre como resolver nossas diferenças". Além disso, o governo dos EUA ressaltou que, apesar do progresso, "muito trabalho ainda precisa ser feito". Trump também comentou que a questão envolvendo a gigante de telecomunicações chinesa Huawei não foi discutida nos encontros, mas ressaltou que esse será um tópico abordado em outras reuniões.

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

Que pi… é essa?

Eu decidi sair do banco, mas não queria entrar em uma enrascada. Bem, acredito que eu tenha encontrado um portal para fugir dessa Caverna do Dragão das finanças. E cá estou para explicar essa descoberta.

gestão segue independente

Holding do BTG Pactual compra consultoria de energia PSR

Um dos principais objetivos da parceria é propiciar a expansão da companhia no mercado global de energia

recursos contra a doença

Câmara aprova liberação de R$ 1,9 bilhão para compra de vacinas contra Covid-19

Dinheiro vai custear contrato entre a Fiocruz, vinculada ao Ministério da Saúde, e o laboratório AstraZeneca; recursos virão da emissão de títulos públicos

permissão especial

Anvisa divulga regras para autorização emergencial de vacina contra covid-19

Modo simplificado terá menos exigências do que os registros de outros medicamentos e tratamentos, mas a agência declarou que serão garantidos requisitos de segurança

seu dinheiro na sua noite

Uma previsão (conservadora) para a bolsa em 2021

Depois de tudo que passamos em 2020 (e o ano ainda não acabou), eu admiro a coragem de quem se arrisca a fazer previsões para o desempenho dos investimentos. As estimativas podem parecer mero chute — e às vezes são mesmo — mas no geral têm fundamento. Com algum trabalho, é possível calcular o fluxo […]

emissão de dívida em dólar

Tesouro capta US$ 2,5 bilhões no exterior com títulos de 5, 10 e 30 anos

Houve forte demanda pelos títulos de dívida externa, que superou a oferta em mais de 3 vezes, diz instituição; volume emitido com bônus de 10 anos foi o maior, de US$ 1,25 bi

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies