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2019-04-04T12:22:42-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
Banco público

Caixa terá empresa própria de maquininhas de cartões, diz novo presidente

“O único banco grande que não tem uma adquirente é a Caixa. E isso vai mudar”, disse o novo presidente do banco público, Pedro Guimarães. Dependendo do caminho adotado, a Cielo pode ser afetada. Veja por quê

30 de janeiro de 2019
10:30 - atualizado às 12:22
Caixa Econômica Federal
Agência da Caixa Econômica Federal em São Paulo - Imagem: Itaci Batista/Estadão Conteúdo

A Caixa Econômica Federal terá uma empresa própria de maquininhas de cartão (adquirência), afirmou o novo presidente do banco público, Pedro Guimarães.

"O único banco grande que não tem uma adquirente é a Caixa. E isso vai mudar", ele disse, durante participação em evento promovido pelo Credit Suisse.

Um dos serviços que o banco pretende oferecer com sua própria empresa de maquininhas é a antecipação de recebíveis, segundo Guimarães.

Hoje o banco atua em parceria com a Cielo, controlada por Banco do Brasil e Bradesco. Ou seja, se a Caixa decidir ter uma empresa independente, a empresa pode potencialmente ser afetada.

Por outro lado, se o arranjo planejado pelo novo presidente da Caixa envolver a Cielo, o negócio pode representar um impulso para a companhia.

Guimarães deu um prazo de dois meses para anunciar o que o banco pretende fazer. Mas ele não disse que não poderia falar qual a estratégia que será adotada.

Ainda na área de cartões, a Caixa também pretende atuar no negócio de cartão de crédito consignado, de acordo com Guimarães, que deixou o evento sem falar com os jornalistas.

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