O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco Central e CMN autorizaram uso de índices de preços, como IPCA, para indexar financiamento imobiliário. Expectativa é de queda de juros, mas risco ao tomador sobe
A Caixa Econômica Federal (CEF) já está autorizada a oferecer uma nova modalidade de crédito imobiliário. Os contratos poderão ser indexados a índices de preços, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A medida deve resultar em juros mais baixos para quem pensa em realizar o sonho da casa própria – ênfase no “deve”.
Atualmente, os contratos dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) são atrelados à TR (Taxa Referencial), que hoje está zerada. Dentro do SFH, o tomador pode usar recursos de sua conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A taxa média de juros nessa modalidade fechou julho em 7,6% ao ano.
Faltam os detalhes e o principal, as taxas. Mas na nova modalidade teríamos uma taxa fixa, de 4% ao mês, por exemplo, mais a atualização pelo IPCA. O custo do financiamento imobiliário deve cair dentro da nova modalidade, mas há um componente que sempre será desconhecido, a variação do IPCA. Agora em julho, por exemplo, o IPCA foi de 0,19%.
Em entrevista concedida no começo do mês, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que essa nova modalidade poderia reduzir de 30% a 50% a prestação da casa própria. "Enquanto hoje é TR mais 8%, 9%, na nova modalidade será IPCA, que está em 3%, 4% mais uma taxa de 4,0% a 4,5% como base", explicou na época.
Ainda não está claro se a modalidade tradicional vai continuar existindo ou se será permitida a migração dos contratos atuais para a nova modalidade. A eventual vantagem esperada é justamente essa possível redução da taxa principal, como disse Guimarães.
A desvantagem é que todo mês será uma parcela diferente. Grosso modo, o risco do seu financiamento imobiliário será o risco do governo. Se o governo for comprometido com a inflação baixa, bom para você. Se ele errar a mão, sua casa vai custar mais caro mês a mês (além do seu dinheiro valer menos...).
Leia Também
Mas toda nossa conversa aqui é em tese, pois a Caixa ainda não apresentou os detalhes dessa nova modalidade. A previsão é de que termos novidades apenas na próxima semana.
Segundo o BC, essa decisão tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é mais um passo para tornar o mercado imobiliário menos dependente dos recursos dos depósitos de poupança e do FGTS, permitindo a contratação de operações que podem servir de lastro para instrumentos negociados no mercado de capitais, como os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e as letras imobiliárias garantidas (LIG).
Com contratos atrelados ao IPCA será possível negociar crédito imobiliário no mercado, pois há outros ativos financeiros também atrelados ao IPCA (lembrou da NTN-B?). O novo produto cria um parâmetro para que os bancos originem esse crédito e depois vendam para outros investidores, como fundos de investimento, fundos de pensão e outros.
O que se espera com a medida é um desenvolvimento do mercado de crédito com lastro imobiliário e o surgimento de novos produtos de “home equity”, quando você dá o imóvel como garantia, e a hipoteca reversa (grosso modo, o banco te paga uma renda mensal e depois fica com o imóvel).
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”