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Empresa que reúne participações do Banco do Brasil em seguros está na lista de privatizações do governo Bolsonaro. Ações reagem em queda a resultado abaixo do esperado em 2018

O resultado da BB Seguridade, empresa que reúne as participações em seguros e previdência do Banco do Brasil, ficou abaixo do esperado pelo mercado e pela própria companhia. Mas a reação dos investidores foi bem previsível: as ações da companhia eram negociadas em queda de 2,44% pouco antes da 11h, enquanto o Ibovespa subia 1,43% no mesmo horário.
A BB Seguridade registrou lucro de R$ 3,549 bilhões em 2018, uma redução de 9,3% em relação a 2017.
O Banco do Brasil detém 66,25% do capital da companhia. Embora a BB Seguridade esteja na lista do governo Bolsonaro para uma possível privatização, o presidente da empresa, Bernardo Rothe, disse hoje a jornalistas que não recebeu indicação para a venda de uma participação em uma nova oferta de ações.
Os resultado da BB Seguridade em 2018 foi prejudicado por dois fatores, segundo o diretor de financeiro e de relações com investidores da companhia, Werner Süffert.
O primeiro foi a alta da inflação medida pelo IGP-M, que aumentou a despesa dos planos de benefício definido da Brasilprev , a empresa de previdência do BB.
"Esse produto não é mais vendido, mas acabou elevando o custo dos passivos financeiros da empresa", disse Süffert, em teleconferência com analistas na manhã de hoje.
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O fim da cobrança da taxa de carregamento nos planos de previdência no ano passado também pesou nos resultados da empresa, segundo o diretor.
"Esse movimento já era previsto, mas com a mudança no mercado acabou acontecendo de forma mais drástica", afirmou. No ano passado, os grandes bancos finalmente cederam ao aumento da concorrência no mercado de investimentos e zeraram as taxas de carregamento nos planos VGBL e PGBL.
Após o resultado fraco em 2018, a expectativa da BB Seguridade é mais otimista para este ano, com um aumento de 5% a 10% no lucro.
A estimativa já considera um possível retorno da alíquota da CSLL para 20% a partir do segundo semestre, segundo Rothe.
A projeção da BB Seguridade também considera que a taxa básica de juros (Selic) permanecerá estável ao longo do ano. O juro é importante para a companhia, já que parte dos resultados vem da linha financeira.
*Com Estadão Conteúdo
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