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Ingresso de investimentos estrangeiros destinados ao setor produtivo somou US$ 21,111 bilhões, acumulado do primeiro trimestre de 2019
Os Investimentos Diretos no País (IDP) somaram US$ 6,846 bilhões em março, informou nesta quinta-feira, 25, o Banco Central. O resultado ficou dentro das estimativas apuradas pelo Projeções Broadcast, que iam de US$ 6,800 bilhões a US$ 8,000 bilhões, com mediana de US$ 7,700 bilhões. Pelos cálculos do Banco Central, o IDP de março indicaria entrada de US$ 7,700 bilhões.
No acumulado do primeiro trimestre de 2019, o ingresso de investimentos estrangeiros destinados ao setor produtivo somou US$ 21,111 bilhões. A estimativa do BC para este ano, atualizada em março, é de IDP de US$ 90,0 bilhões em 2019.
No acumulado dos 12 meses até março deste ano, o saldo de investimento estrangeiro ficou em US$ 88,508 bilhões, o que representa 4,72% do Produto Interno Bruto (PIB).
O investimento estrangeiro em ações brasileiras ficou negativo em US$ 1,879 bilhão em março, informou o Banco Central. Em igual mês do ano passado, o resultado havia sido negativo em US$ 4,124 bilhões.
No acumulado do primeiro trimestre de 2019, o saldo ficou negativo em US$ 884 milhões. Pelos cálculos do BC, o saldo das operações de investidores estrangeiros no mercado de ações será positivo em US$ 5,0 bilhões em 2019. Estas projeções consideram as ações negociadas em bolsas brasileiras e no exterior e os fundos.
O investimento em fundos de investimentos no Brasil ficou positivo em US$ 556 milhões em março. No mesmo mês do ano passado, ele havia sido positivo em US$ 21 milhões. No acumulado do ano até março, houve aportes de US$ 1,554 bilhão dos fundos de investimentos.
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Renda fixa
Já o saldo de investimento estrangeiro em títulos de renda fixa negociados no País ficou positivo em US$ 1,115 bilhão em março. No mesmo mês do ano passado, havia ficado negativo em US$ 3,689 bilhões.
No primeiro trimestre de 2019, o saldo em renda fixa ficou positivo em US$ 10,166 bilhões. Para 2019, a estimativa do BC é de entradas de US$ 10,0 bilhões nas operações com renda fixa.
O Banco Central informou que a taxa de rolagem de empréstimos de médio e longo prazos captados no exterior ficou em 45% em março. Esse patamar significa que não houve captação de valor em quantidade para rolar compromissos das empresas no período.
O resultado ficou abaixo do verificado em março do ano passado, quando a taxa havia sido de 63%.
De acordo com os números apresentados nesta quinta pelo BC, a taxa de rolagem dos títulos de longo prazo ficou em 29% em março. Em igual mês de 2018, havia sido de 61%. Já os empréstimos diretos atingiram 86% no mês passado, ante 63% de março do ano anterior.
No primeiro trimestre, a taxa de rolagem total ficou em 58%. Os títulos de longo prazo tiveram taxa de 51% e os empréstimos diretos, de 68% no período. O BC estima taxa de rolagem de 100,0% para 2019.
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
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