🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

CARRO-CHEFE

Pesquisa e tecnologia fazem o país bater recorde na exportação agrícola

As exportações, puxadas pelo aumento expressivo das vendas de milho, algodão e carne, devem atingir as 200 milhões de toneladas neste ano

Agricultura no Brasil
Agricultura no Brasil - Imagem: Shutterstock

O produtor rural Frederick Wolters, descendente de holandeses que deixaram a Europa se aventurar na lavoura no Brasil, aponta o milharal que mancha de verde as terras vermelhas de Itararé, no sudoeste de São Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quase 80% das 180 toneladas de milho que espera colher nesta safra vão ficar ali mesmo, alimentando mais de 20 mil suínos, alojados em uma granja na fazenda Agropecuária Ponte Alta.

Ele vê o bom momento vivido por dois importantes negócios da propriedade, com a valorização do milho e da carne suína, e não esconde o entusiasmo. “É o momento de recuperar os anos difíceis e de guardar dinheiro para o futuro”, diz.

Wolters é um dos beneficiários de um cenário que levará o agronegócio brasileiro a bater mais um recorde este ano.

As exportações, puxadas pelo aumento expressivo das vendas de milho, algodão e carne, devem atingir as 200 milhões de toneladas, um crescimento de mais de 5% em relação a 2018. Em dez anos, o crescimento das exportações supera os 70%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A cada ano, o agronegócio se consolida como um dos principais pilares da economia brasileira. Apoiado em muita pesquisa e tecnologia, o setor tem conseguido elevar de forma consistente sua produtividade e ganhar mercado mundo afora, o que não acontece com outros segmentos.

Leia Também

Dados da consultoria MB Agro mostram bem isso: na safra 2008/09, a produção brasileira foi de 135 milhões de toneladas de grãos, para uma área plantada de 42,79 milhões de hectares. Na safra 2018/19, a área plantada subiu 16,3%, para 49,7 milhões de hectares, enquanto a produção teve um salto muito maior, de 78%, para mais de 240 milhões de toneladas.

“Da porteira para dentro (ou seja, sem considerar a questão de logística, ainda um enorme gargalo no País), a agricultura avança pela combinação de uma série de fatores, que vão do uso intenso de tecnologia, de manejo, melhoria genética, controle de pragas”, diz José Carlos Hausknecht, sócio da MB Agro.

“E o Brasil ainda conta com um fenômeno que não ocorre em países do Hemisfério Norte, que é conseguir ter mais de uma safra por ano, por causa do clima favorável”, diz Hausknecht.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo João Martins, presidente da Confederação Nacional da Agricultura, o setor vive um momento favorável e as perspectivas para 2020 também são positivas. A produção recorde de grãos deste ano, de mais de 240 milhões de toneladas, deve subir mais no ano que vem - a projeção inicial da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de aumento de 6,4%. Atualmente, o Brasil é o terceiro maior produtor agrícola mundial, atrás de União Europeia e Estados Unidos e à frente da China.

Queda na soja

Curiosamente, esse bom desempenho do agronegócio em 2019 vem a despeito do que acontece com a soja, principal produto agrícola brasileiro e carro-chefe das exportações. O produto teve as vendas e os preços prejudicados pelos atritos comerciais entre Estados Unidos e China, segundo a pesquisadora do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea/Esalq), Andréia Adami. “O volume total embarcado foi maior por causa das vendas de carnes, milho, algodão, etanol, café e frutas, mas os produtos do complexo soja e o açúcar tiveram seus embarques reduzidos em 2019”, diz. A exportação de soja foi de 12% menor.

Essa queda na venda e no preço da soja faz com que, em receita, as exportações este ano fiquem menores que as registradas em 2018 - um recuo de US$ 101 bilhões para US$ 96 bilhões. Mesmo assim, a soja segue como o carro-chefe das exportações brasileiras, devendo atingir uma receita de US$ 32,2 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste ano, o milho foi o produto brasileiro com maior alta nas vendas externas, tanto em valor (123%) como em volume (130%). A alta produção interna, superior a 100 milhões de toneladas, e a quebra na safra americana favoreceram as vendas. O país é o terceiro maior produtor de milho e o segundo maior exportador. Em volume, o algodão (86% de aumento) e o café verde (11,3%) também tiveram destaque, segundo o Agrostat Brasil, sistema de dados do governo federal. A alta nas vendas de carne brasileira também foi decisiva para o volume das exportações. A bovina aumentou 10% e o frango in natura, 9%.

Carnes em alta

A valorização das carnes foi um fator importante para melhorar o desempenho do agronegócio brasileiro em 2019, segundo estudos do Cepea/Esalq. Uma das causas desse desempenho é a demanda maior causada pela peste suína em países asiáticos desde setembro de 2018. A exportação de bovinos aumentou 9,3%, e o preço da arroba do boi atingiu patamares históricos. Em 27 de novembro, chegou a R$ 231, nível nunca antes alcançado.

Na carne suína, a situação é semelhante. O produtor Frederick Wolters ­ - que toca sua fazenda em sociedade com a irmã, Marian Hendrika Wolters -, reconhece que a suinocultura vive momento de euforia, com o preço do suíno vivo em torno de R$ 6 o quilo, custo de R$ 4,40 e margem de lucro líquida de até 20%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estamos em processo de recuperação, após anos difíceis. Há um ano, vendíamos suíno a R$ 4,15 o quilo. Na época, o milho estava a R$ 31 a saca e hoje está a R$ 45”, diz. “Analistas dizem que esse mercado fica favorável por mais um ano, mas a margem de lucro vai ficar mais apertada. Nossa expectativa é reduzir ao máximo a tomada de capital de giro, investir na fábrica de ração e ter sobra para o giro quando ficar difícil outra vez.”

‘Agronegócio ganhou bilhete premiado'

Para o pesquisador Marcos Sawaya Jank, professor de Agronegócio Global no Insper e titular da Cátedra Luiz de Queiroz de Sistemas Agropecuários integrados da Escola Superior de Agricultura (Esalq/USP), o agronegócio brasileiro tem potencial para crescer ainda mais, buscando mercados novos, principalmente no sul da Ásia e na África. Jank, que já trabalhou na BRF, liderou a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única) e passou mais de quatro anos na China, comparou o momento atual do agronegócio brasileiro a um “bilhete premiado”. A seguir, os principais trechos da entrevista:

O agronegócio brasileiro tem um crescimento constante nos últimos anos. O que levou a essa expansão?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O agronegócio brasileiro tem dois fatores importantes que nos levaram ao patamar atual. Temos a segunda safra para milho e algodão e disponibilidade de áreas de pastagem para fazer agricultura. O Brasil consegue aumentar a produção sem precisar abrir novas áreas. Este ano, acho que a gente ganhou um bilhete premiado, mas não sabe a data de validade. O recorde (de exportações) deste ano se deve a dois fatores externos que nenhum analista previu. Não tem a ver com ação de governo. O primeiro é a guerra comercial dos Estados Unidos com a China, mas em algum momento eles vão se acertar e pode ser em detrimento do Brasil. Carne, milho, soja e algodão puxaram a produção brasileira e a gente ganhou espaço no mercado chinês em função dessa guerra comercial. Outro fator é a peste suína, que apareceu como epidemia em 2018, mas a crise demorou para chegar ao mercado porque os produtores de lá anteciparam os abates e entregaram o que puderam. Quando ela apareceu, puxou nossas exportações de aves e bovinos e foi nosso segundo bilhete premiado. Para eles, a situação piora em 2020, vão tentar recuperar e buscar outras carnes, mas não têm outro lugar para buscar os bovinos. O fator positivo é que o governo chinês vai ser mais rígido com a questão sanitária e isso pode levar a China a importar mais milho e soja do Brasil, pois esse suíno chinês, que hoje come qualquer coisa, passará a comer ração. Temos de ter sabedoria para entender o que pode ser feito para preservar esse mercado.

Que projeção pode ser feita para o agronegócio brasileiro daqui a dez anos?

Para 2030, sou bastante otimista. Existe uma demanda muito grande, não só na China, mas no sudoeste da Ásia, que cresce 6% ao ano. Já são 640 milhões de habitantes e precisa muito dos produtos que o Brasil tem. Conseguimos entrar com dez frigoríficos habilitados de carne bovina na Indonésia e estamos brigando para entrar com o frango. Esse país tem um imenso potencial de crescimento. Mais para a frente, teremos a África. Se conseguir superar os problemas de acesso a esses mercados, o Brasil só vai crescer e será o celeiro do mundo.

Como fazer para acessar esses mercados?

É preciso entender a dinâmica da demanda. Precisamos construir parcerias estruturais com os mercados, como fazem nossos concorrentes. O Brasil não fez acordo com quase ninguém. É preciso estabilizar as relações com a Ásia e construir relações com países que ainda não são emergentes. O leste e o sudeste da Ásia e o Oriente Médio são destinos importantes para nossos produtos. Essas três regiões representam 60% das exportações brasileiras do agro. O Brasil exporta US$ 60 bilhões para eles, mas essa região importa algo em torno de US$ 450 bilhões. Nosso futuro é o sul da Ásia, o subcontinente Indiano e a África. O sul da Ásia e a África representam apenas 9% do que exportamos em produtos agrícolas. Essa região vai chegar a 5 bilhões de habitantes em 2050. Nosso destino são os países emergentes do hemisfério oriental. As entidades do setor estão se internacionalizando e precisam estar de olho nisso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Exportação e preços estimulam pecuária

O novo cenário da pecuária, com aumento das exportações e dos preços - e também uma busca cada vez maior por carne de melhor qualidade -, trouxe de volta para o agronegócio o médico José Lopez Fernandez Netto, de Itapeva, interior de São Paulo. Ele foi atrás do gado pardo-suíço que havia vendido em 2013 para um criador do Paraná e recomprou 23 animais, entre touros e vacas.

O plantel, escolhido a dedo, vai produzir material genético para interessados em melhorar o padrão do seu gado. Netto explica que a raça tem dupla aptidão, servindo para produção de leite e de carne. No cruzamento com vacas nelore, os filhotes melhorados ganham mais peso em menos tempo.

Ex-presidente da associação paulista de criadores, Fernandez Netto foi um dos pioneiros em importação de pardo-suíço do México, país que adaptou a raça europeia aos trópicos. O pecuarista trouxe os primeiros lotes há 25 anos e se tornou um dos principais fornecedores de sêmen e embrião para o mercado de São Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Há uma década, começamos a ver o declínio da pecuária paulista, por conta da queda na rentabilidade e o alto preço das terras. Os criadores migraram em direção ao norte. Em 2013, liquidei o plantel e arrendei as terras da fazenda para agricultura”, lembra.

Agora, ele vê a pecuária sendo retomada em outro patamar, o que o animou a recuperar as instalações da sua Agropecuária São Lourenço para produzir sêmen e embriões. Netto conta que outro criador da região, que também havia parado, comprou um rebanho inteiro e está de volta. Outra fazenda agrícola da região iniciou a criação de gado Santa Gertrudes.

“O consumidor está mais exigente, buscando carne de qualidade”, diz. “A tendência é de a carne bovina virar insumo alimentar de alto padrão. O consumidor corre o risco de pagar pela carne de boi o preço de bacalhau.”

O pecuarista Higino Hernandes Neto, da Fazenda 3 Muchachas, em Rio Verde de Mato Grosso (MS), aponta a influência da estiagem deste ano nos preços da carne bovina. “A distribuição de chuvas foi muito ruim o ano inteiro e o gado ficou sem seu principal alimento, a pastagem. O rebanho passou fome e muitos criadores venderam as vacas, reduzindo a oferta de bezerros para engorda”, diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo ele, o boi precisou ficar 30 dias a mais no pasto para ganhar peso de abate. “Até a situação se normalizar, o que pode levar de dois a três anos, projetamos um cenário de preços mais altos para a carne bovina.” O pecuarista aponta outro fator para a alta na carne bovina. “Nos últimos anos, os preços estavam baixos e muitos criadores que faziam confinamento, eu entre eles, pararam em razão dos prejuízos.”

A tendência, diz, é de retomada na criação intensiva. “Mas é preciso cautela, pois o milho, principal insumo do gado confinado, está muito caro. Por isso, estou preferindo vender os bezerros pequenos para outro criador engordar. Vendo na desmama animais de 60 quilos em média, a R$ 8 o quilo.”

Depoimento:'O produtor brasileiro é um herói'

“Independente da importância econômica da nossa atividade, acho que sou uma pessoa abençoada por ver as plantas produzindo, os animais nascendo, milagres de Deus todo dia. A gente se sente orgulhoso e ao mesmo tempo corajoso. A fazenda é uma indústria a céu aberto. Você investe valores enormes numa terra e, se faltar ou ter chuva em excesso, você perde produção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tem de olhar dentro e fora da porteira, os preços e o câmbio oscilam muito. Mas me sinto orgulhoso porque produzo alimentos, preservo de fato o meio ambiente, tenho mais que os 20% de reserva legal exigidos aqui na região, faço manejo integrado de pragas e, ainda contribuo, com outros produtores, para a balança comercial do país.

A gente aprendeu a fazer bom uso da tecnologia. O tratorista aqui não dirige mais a máquina, é tudo com piloto automático. Tenho agricultura de precisão, taxa variável para adubo, para semente, para defensivos. O plantio e a colheita são programados no escritório em computadores, e as máquinas executam. Dizem que sou exagerado porque tenho plantadeiras de 24 linhas, semeadeiras de inverno de 65 linhas, acima do porte médio na região.

Fazemos controle biológico para pragas em 40% da área, reduzindo o uso de defensivos. Na soja, temos três manejos para lagarta e dois para percevejo. Isso é tirar dinheiro do bolso, pois fica mais barato usar agroquímico, mas a gente se preocupa com a produção, assim como muitos produtores estão fazendo hoje.

Quando olho todo patrimônio investido, vejo que se parar e colocar tudo na poupança a 0,3% ao mês, ainda estaria ganhando mais. No entanto, prefiro trabalhar e produzir. Lá atrás, meus antepassados vieram para o Brasil para isso. Faço questão de morar na minha propriedade. Com toda a humildade, falo que o produtor brasileiro é um herói.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ROUBOU A CENA

Quina aproveita bola dividida na Lotofácil 3600 e faz o maior milionário da rodada; Mega-Sena tem repetição improvável

30 de janeiro de 2026 - 7:10

Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.

VAI CAIR MAIS

Selic em 11,50% em 2026 — o que levou o UBS BB a mudar a projeção para os juros? Spoiler: não foi apenas a sinalização do Copom de corte em março

29 de janeiro de 2026 - 18:32

Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano

REGULAMENTAÇÃO

Cannabis medicinal já pode ser cultivada por universidades no Brasil: veja o que muda com as novas regras aprovadas pela Anvisa

29 de janeiro de 2026 - 16:00

Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país

DIRETORES AFASTADOS

Fiscal de si mesmo: BC abre investigação interna para apurar crescimento acelerado e liquidação do Master

29 de janeiro de 2026 - 9:35

O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.

ÁGUA

Califórnia resolve um problema que as mudanças climáticas não garantem mais

29 de janeiro de 2026 - 8:42

Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica

GRANDES PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Lotofácil acumula de novo e prêmio dispara, mas não faz nem cócegas nos R$ 102 milhões em jogo hoje na Mega-Sena

29 de janeiro de 2026 - 7:09

Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.

NÃO FOI DESSA VEZ, MAS...

Copom mantém Selic em 15% ao ano — e sinaliza primeiro corte para março

28 de janeiro de 2026 - 18:38

Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes

SELIC ALTA DEMAIS, BOLSA SEM LASTRO?

“Banco Central já deveria cortar a Selic em 0,25 p.p”, diz Felipe Guerra, da Legacy, que alerta para bolha na bolsa

28 de janeiro de 2026 - 17:10

Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado

NO MAPA DOS GRINGOS

Enquanto brasileiros miram a Europa, destino no Brasil está entre os queridinhos dos estrangeiros para 2026

28 de janeiro de 2026 - 11:55

Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO

CASA DE SAL

Casa de garrafas de vidro salta aos olhos no litoral de Pernambuco — e você pode se hospedar nela por R$ 430

28 de janeiro de 2026 - 11:13

Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar

DEVO, NÃO NEGO...

Foi mais difícil pagar aluguel em 2025: inadimplência teve leve alta no último ano, mas jogo pode virar em 2026

28 de janeiro de 2026 - 9:00

Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%

ENCALHADAS

Mega-Sena encalha e prêmio em jogo agora passa dos R$ 100 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também emperram

28 de janeiro de 2026 - 7:05

Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).

ENTREVISTA SD

“Não há nenhuma emergência que leve o Banco Central a apressar o corte da Selic”, diz Tony Volpon

28 de janeiro de 2026 - 6:03

O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%

POLÍTICA MONETÁRIA

Selic a 8% ou a 15%? Ex-diretores do Banco Central explicam o dilema que o Brasil terá pela frente

27 de janeiro de 2026 - 18:46

Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro

LENDA DO MERCADO

Dólar a R$ 4,40, ou dívida acima de 80% do PIB: o alerta de Stuhlberger para 2026

27 de janeiro de 2026 - 14:42

Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira

POLÍTICA MONETÁRIA

Quando o Copom vai começar a cortar a Selic? O que dizem os economistas que esperam ajuste nesta semana e os que só veem corte em março

27 de janeiro de 2026 - 12:02

A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira

JATINHOS, FESTAS MILIONÁRIAS E MAIS

A vida de rei vivida por Daniel Vorcaro enquanto o Banco Master crescia às custas do FGC

27 de janeiro de 2026 - 9:01

Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil abre semana com novo milionário, mas Dupla Sena paga maior prêmio da noite ao sair pela 1ª vez em 2026

27 de janeiro de 2026 - 7:03

Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje

ESTÁ CHEGANDO A HORA

Temporada de balanços do 4T25 se aproxima: confira as datas das divulgações e teleconferências das principais empresas da B3

27 de janeiro de 2026 - 6:00

As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas

SEGURANÇA ALIMENTAR

Depois da Nestlé e da Lactalis, mais uma gigante faz recall de fórmula infantil por risco de contaminação

26 de janeiro de 2026 - 14:38

Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar