O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No segmento aéreo nacional, o faturamento atingiu R$ 1,007 bilhão no período
As vendas relacionadas a viagens de negócios somaram R$ 2,545 bilhões no primeiro trimestre deste ano, 11,14% superior à verificada em igual período de 2018, segundo dados antecipados ao Broadcast/Estadão pela Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), que compila as vendas nos segmentos aéreo, de hotelaria, outros transportes e demais serviços de 29 associadas.
No segmento aéreo nacional, o faturamento atingiu R$ 1,007 bilhão no período, alta de 11,3% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.
Em número de bilhetes vendidos foi apurado acréscimo de 8,8% na mesma base de comparação, somando 1,509 milhão, com destaque para Gol, com alta de 36,6%, Azul, com expansão de 14,1% e MAP, com avanço de 7,1%.
Em compensação Latam, Avianca e Passaredo registraram uma redução no número de bilhetes vendidos de 13,9%, 15,6% e 39,7%, respectivamente.
Nesse contexto, a Gol manteve a liderança do mercado corporativo doméstico, com 37,9% do volume de bilhetes vendidos no trimestre, praticando uma tarifa média de R$ 626. Logo em seguida vem a Azul: a companhia alcançou 28,8% de market share e apresentou as tarifas mais altas no trimestre (R$ 745, em média) entre as seis empresas pesquisadas. O restante do mercado corporativo nacional fica dividido entre Latam (23%), Avianca (9,7%), Passaredo (0,2%) e MAP (0,2%).
Em termos de faturamento no mercado nacional, a Gol apresentou expansão de 28,5%, para R$ 358,6 milhões, a Azul cresceu 13,6%, para R$ 324,6 milhões, e MAP cresceu 3%, para R$ 2,4 milhões. Na outra ponta, Passaredo registrou forte queda de 34,3% no faturamento, para R$ 2,2 milhões, a Latam caiu 4%, para R$ 238 milhões, e a Avianca recuou 5%, R$ 81,3 milhões.
Leia Também
Na divisão aérea internacional, as vendas de passagens a viajantes de negócios somaram R$ 661,221 milhões, uma queda de 4,10% ante o primeiro trimestre de 2018. Já o número de passagens vendidas caiu 0,57% na mesma base de comparação, para 135.455 passagens. Entre as companhias aéreas que mais venderam passagens nesse segmento estão Latam, na liderança, seguida por American Airlines, United Airlines, Air France/KLM, Lufthansa/Swisse e Delta.
Em faturamento, a Latam registrou alta de 10,06%, a United cresceu 19,6%. Por outro lado, Lufthansa apresentou queda de 14,71% no período, Air France/KLM caiu 8,46% e American Airlines recuou 6,5%. Em volume de vendas, a SkyTeam (que tem Gol, Air France/KLM e Delta entre seus integrantes) permanece na liderança, com 53,1% de participação, seguido pela OneWorld (28,6%) e Star Alliance (18,2%).
Em market share, no comparativo geral das vendas o segmento aéreo nacional representou 39,7% do total, seguido pelo aéreo internacional (26,1%); Hotelaria Nacional (17,8%); Hotelaria Internacional (6,2%); e Locação Nacional (1,5%). Somados, alcançam 91,3% do total. Os 8,7% restantes estão pulverizados em 11 segmentos.
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos